Eu sou uma Menina Levada mas Quietinha

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Parece pretensioso o uso do «eu»; no entanto a forma pessoal é a única que exclui toda a pretensão. Quem a emprega traduz impressões recebidas, não emite sentenças, mas quem se veda o uso do «eu», constitui-se forçosamente num oráculo.

O eu é odioso, dizeis. Não o meu.

Eu escrevo para libertar o meu cérebro, não para atravancar o dos outros.

Você olha para qualquer grande corporação, e eu quero dizer as realmente grandes, e elas todas começaram com uma pessoa com uma ideía, fazendo-a bem.

Saber viver com os homens é uma arte de tanta dificuldade que muita gente morre sem a ter compreendido.

O melhor caminho para se sair de uma dificuldade é através dela.

A tragédia é a imitação de uma ação séria e concluída em si mesma... que, mediante uma série de casos que suscitam piedade e terror, tem por efeito aliviar e purificar a alma de tais paixões.

Na arte só uma coisa importa: aquilo que não se pode explicar.

Há uma certa vergonha em sermos felizes perante certas misérias.

Cada ser humano é único; é uma palavra de Deus que não mais se repete.

O casamento é uma cerimónia em que dois se tornam num, um torna-se nada e nada torna-se suportável.

O telefone é uma boa maneira de conversar com alguém sem ter de oferecer-lhe um drinque.

Decisões sobre assuntos importantes não devem ser tomadas por apenas uma pessoa.

Os velhos que se mostram muito saudosos da sua mocidade não dão uma ideia favorável da maturidade e progresso da sua inteligência.

Uma árvore nua
aponta o céu. Numa ponta
brota um fruto. A lua?

Uma pessoa responsável faz o que lhe dá uma sensação de utilidade e sentir-se prestável para com os outros.

Os sábios aproveitam-se dos tolos mais do que os tolos se aproveitam dos sábios, uma vez que os sábios evitam os erros dos tolos, enquanto estes últimos não imitam a prudência dos sábios.

A ociosidade faz nascer o amor e, uma vez desperto, conserva-o. É a causa e o alimento deste mal delicioso.

O encanto da novidade, caindo pouco a pouco com uma peça de roupa, punha a nu a eterna monotonia da paixão, que tem sempre as mesmas formas e a mesma linguagem.

Há uma espécie de reciprocidade entre a necessidade e o objecto que a satisfará. Não penso em beber; mas este copo ao meu alcance dá-me sede. Tenho sede e imagino o copo de água delicioso.