Eu sou uma Menina Levada mas Quietinha

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Refutação do panteísmo de Espinosa:


1. Se o universo é uma criação divina, então deus deve possuir uma consciência, pois criar é sempre um ato consciente.


2. No panteísmo de Espinosa deus é definido como não tendo uma consciência, sendo apenas uma substância.


3. Se deus não tem consciência, então o universo não pode ser considerado uma criação consciente.


4. Nós existimos, então ou fomos criados por um ser consciente, ou deus não existe, pois não é racional chamar a natureza morta de divindade.


5. Conclusão: O conceito de divindade está inevitavelmente ligado à consciência, isto é, "deus inconsciente" é uma contradição nos termos, como
acreditar na existência duma esfera quadrada. Ao negar a existência da consciência divina o panteísmo contradiz o conceito de criação. Se a divindade não tem consciência o universo não deveria existir, mas ele existe. Logo, o panteísmo de Espinosa está refutado como explicação para existência do universo.

A vida é um algoritmo autocanalizado pela história, onde interações estocásticas refinam uma direção emergente.

Minha vida inteira foi marcada pela dor, e, por isso, nunca houve espaço para uma divindade.

Se cada átomo do seu corpo está morto, então o que você chama de vida é apenas uma ilusão emergente

Minha velha mãe, uma vez, se virou e, de surpresa, disse: "Quem irá destruir as religiões não será o ateísmo, mas a verdadeira espiritualidade."

O que o redpill busca nas mulheres, só uma criança possui.

A trindade cristã é uma metáfora mal compreendida: o diabo é o caos inevitável, o pai é a tentativa falha de ordem, e o filho é só um instante raro de simetria.

Deus não é uma entidade, mas a contingência lógica de uma arquitetura tripartite, operando sobre um substrato de partículas proto-conscientes.

Um sistema que alucina não pode gerir uma rede elétrica ou um hospital. Ele é um Autômato Mentiroso.

Se existe uma divindade, então ela é a única consciência real e todas as outras são apenas simulações menores, como se sente sabendo que você não é real?

O ateísmo, em relação a todas as religiões, não requer um milímetro de fé: trata-se de uma posição baseada em fatos e evidências científicas, portanto dotada de sólida justificação epistemológica.

Mesmo que existisse uma divindade, não segue logicamente que ela precise criar um paraíso; essa ideia é apenas um desejo humano egoísta de autopreservação.

Uma entidade superior te oferece a verdade absoluta sobre o universo. O custo: o amor da sua vida e toda a humanidade morrem diante de você. O que vale mais: a verdade ou o amor?

A maioria dos humanos tem uma consciência tão vazia que caberia num pendrive velho. E ainda assim acham que merecem o paraíso. Ninguém faz backup de lixo.

Paradoxo do livre-arbítrio: o que deus faria diante de uma alma que não é nem boa nem má? Não pode condená-la sem injustiça, nem salvá-la sem mérito.

Uma distinção lógica básica: se um ovo não é uma galinha, um feto também não é um humano!

Será o amor uma equação de utilidade que desencadeia reações biológicas no ser humano?

Se a vida é uma simulação, então ela é uma simulação que sente. E tudo que sente, importa.

Gostar de segurar o grosso duma arma é uma demonstração de extrema fragilidade. Em geral, isso funciona como uma tentativa de compensar inseguranças, como um membro pequeno e flácido, a falta de força física ou outras carências pessoais.

Se você é religioso desde criança, isso não é uma escolha, mas resultado de doutrinação cultural. Apenas o ateísmo ou o agnosticismo podem ser considerados escolhas reais, pois exigem o abandono da religião!