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Eu sou uma Menina Levada mas Quietinha

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“Existe uma diferença fundamental entre evitar o que incomoda e aprender a lidar com o que incomoda. No primeiro caso, a experiência é interrompida. No segundo, ela se desenvolve e se integra. É nesse segundo movimento que se forma uma base mais sólida para lidar com a complexidade da vida.“

- Trecho do livro Ser Humano: uma escolha na era da tecnologia

Tem uma armadilha silenciosa na ideia de “facilitar tudo”.
A gente passa a vida tentando tirar as pedras do caminho — evitar dor, erro, demora, desconforto. Mas, sem perceber, ao fazer isso, também apagamos aquilo que dava forma à nossa própria jornada.
As pedras não são desvios. São parte do percurso. São elas que exigem pausa, decisão, coragem. São elas que transformam quem caminha.
Quando tudo é liso, rápido e sem atrito… você até chega. Mas chega sem história, sem aprendizado, sem profundidade.
Porque o caminho nunca foi só sobre chegar. É sobre quem você se torna enquanto atravessa.

A gente costuma esperar grandes acontecimentos para marcar mudanças.
Uma virada, uma crise, um momento decisivo que explique tudo. Mas, na maior parte do tempo, a transformação acontece longe dos holofotes.
Ela está nas pequenas escolhas.
Nos silêncios que você sustenta.
Nos hábitos que você repete todos os dias.
É no quase imperceptível que a alma se move.
O que você faz quando ninguém está olhando, o que você pensa no automático, o que você mantém sem questionar… tudo isso vai moldando, aos poucos, quem você se torna.
Não é só o extraordinário que transforma. O cotidiano também constrói destino.
E, muitas vezes, é nele que as mudanças mais profundas começam.

“Uma prática espiritual simples, mas profunda, é perguntar: o que está vivo em mim agora? e permitir que a resposta venha sem censura. Essa escuta é uma forma de oração. É confiar que, dentro de você, mora uma inteligência mais ampla que a mente pode compreender.”

Trecho do livro O centro é você: como se reencontrar no meio da confusão do mundo

Existe uma tendência em olhar para os pais apenas pelo que faltou ou pelo que doeu.
Mas há algo mais profundo atravessando esse vínculo.
Eles não são aleatórios na sua história.
São parte daquilo que te constitui, no que é visível e no que não é.
Muito do que você carrega não começou em você.
Mas continua através de você.
E reconhecer isso não é justificar, nem romantizar.
É compreender.
Porque, a partir dessa consciência, surge uma possibilidade diferente.
Não repetir, mas integrar.
Não negar, mas transformar.
No fim, não é sobre quem eles foram.
É sobre o que você faz com o que chegou até você.

O Apocalipse não é o fim do mundo.
É o fim de uma forma de ver.
A palavra “apocalipse” significa revelação.
É quando aquilo que estava oculto vem à luz.
Por isso ele parece destruição.
Mas o que está sendo destruído não é a vida
são as ilusões que sustentavam uma consciência fragmentada.
É o colapso das máscaras.
Das crenças.
Das identidades que criamos para não olhar.
É quando a mente que divide
que acusa
que distorce
já não consegue mais se sustentar.
E tudo aquilo que foi evitado começa a emergir.
Por isso é intenso.
Por isso é desconfortável.
Porque não é sobre perder o controle do mundo
é sobre perder o controle da ilusão.
O Apocalipse é interno.
É o momento em que a sombra vem à consciência
e não pode mais ser negada.
É quando o “diabo”
a mente que separa
é visto com clareza.
E ao ser visto
começa a perder força.
O que parece caos
é, na verdade, revelação.
O que parece fim
é reorganização.
Porque quando a divisão cai
o que sobra não é vazio
é inteireza.

Pare de gastar energia tentando construir uma imagem perfeita para os outros verem e comece a investir em experiências que realmente façam sentido para você, mesmo que ninguém fique sabendo.

Existe uma versão sua que já sabe o que fazer. Silencie e escute.

Cruzou uma

borboleta

amarela,

e entre meus

seios repousou;

o rumo tomou

e algo inspirou

que o amor

estará surgindo.



Não perco

o meu olhar

sobre você,

e por ti não

irei deixar

de esperar.



Fui plantar

as rosas

do destino

para quando

a vida

nos colocar

no mesmo

caminho.



Longe irei,

se precisar

com a condição

de não deixar

o amor se perder,

e eu não voltar.

Querendo viver

uma vida normal

ouvindo o som

de Miss Anthropocene

na minha sala

ao redor deste

isolamento social,



Parece piada

por aqui eu li

que 'o dilema

é bíblico',

há quem defenda

trabalhar,

há quem defenda

ficar em casa,

e até agora nada

está resolvido;



Apenas o quê

me resta é

ficar reclusa,

dançar a música

na mais plena

figuração

da linguagem,

escrever poemas

sobre a Lua

para não morrer

de doença

ou ir para a cadeia,



Esperando sigo

perguntando

qual será a próxima cena,

porque quem lambe

a borda da taça,

a alma não cala

e não busca

por 'indulgência' barata.

O nosso país é sério, apenas uma considerável parte dos detentores do poder fazem dele uma piada.

Existe uma paz que não combina com a situação… mas sustenta o coração no meio dela.

A ressurreição não é apenas uma ideia do passado. É a razão pela qual a esperança continua viva hoje.

Carrego o mundo nas costas, mas não esqueço de parar para contar uma piada pelo caminho.
A vida me fez forte por necessidade, mas o humor me mantém leve por escolha


SerLucia Reflexoes

⁠Alice,a qualquer sinal de borboletas no estômago,tome uma dose de veneno e mate-as.

Dizem que és estranha, Alice,
Uma garota doce, falante e lunática.
Tuas ideias irritam,
Confusões te perseguem feito sombra.

Eles confundem tua doçura com fraqueza,
Tua gentileza com passividade.
Mas tu, Alice, és uma chama ardente que não se apaga.
Vais até o fim pelo que acreditas.

Hoje, para conservar a pouca sanidade que lhe resta,
Tu respondes: "complicado".
E, no silêncio, discordas.
Aprendeste que não deves gastar tua alma em batalhas desnecessárias.

Mandaram-te ir às igrejas,
Dizem: "Sem Deus há desgraças".
Tu foste a todas!
Conheceste tudo, menos o Deus que disseram que encontrarias nos templos e púlpitos.
Alice encontrou apenas demônios vestidos de pregadores.

Mas Deus, Alice, tu sabes!
Não está em púlpitos nem templos.
Deus é sereno!
É a brisa que sentes em tua pele,
É o sol que aquece teu coração,
É a imensidão do mar,
É a lua,
É a montanha que guarda,
E a cor azul que te envolve.


Adriana Tenório

Desvende-me em teu olhar,

Eis-me aqui para te contar:

Nos teus olhos celestes

Resolvi uma estrela buscar.



Surpresa doce e íntima,

Com o tom de revolução,

Por ti vivo a sorrir...,

Viraste a minha doce canção.



Entregue-se ao meu tocar,

Eis-me aqui para te amar:

Os nossos corações solares

Um dia hão de se reencontrar!...



Talvez no alto da montanha,

Ou na beira do mar;

Talvez, talvez, talvez...,

Quando a gente não planejar.



Agarre-se a nossa glória,

De escrever entre os beijos

A nossa história...,

Indizivelmente nossa.



Em salto e altura,

Não haverá queda livre,

Porque sinto-me tua;

Contigo estou segura.



Não vim parar à toa,

Surpreendendo-te

No céu de (Bruges),

Em queda livre,

Libertando-te,

Pairando leve,

Envolvendo-te

Para que o teu coração

Nos faça (entregues).



Amar o amor faz parte

Da honra, da vida,

Da poesia e da arte;

Da nossa ida

Pensando na volta;

O amor abriu a porta...

⁠⁠Uma mulher que se conhece bem e se respeita não fica onde ela não cabe, não aceita pré-julgamentos, não implora por atenção, não se acomoda onde há comparação e não aceita atitudes
que a induzam a pensar qualquer coisa
que seguem neste fluxo de idéias retroalimentadoras de pensamentos doentios.

⁠Como uma
canção que
caiu na boca
da população.

Não vejo o
porquê manter
em detenção
a tropa só
porque discorda.

Ela não é
ameaça para
a Nação,
insisto pela
libertação.

Por ela venho
há tempos
e de longe
pedindo,
e pelo nobre
e bom General.

Parece pouco estranho, mas quando você me olha e sorrir, uma orquestra faz uma festa dentro de mim.