Eu sou uma Menina Levada mas Quietinha
O Evangelho do dia
No evangelho de hoje,Deus mandou uma mensagem direta pra mim.
Bom dia, flor, do dia!
Pulei da cama.Não era Deus.
Engasguei-me com um abismo de cápsulas.
Submetido a diferentes ampolas, fiz combinações com tragédias que se definem protetoras do meu organismo.Chega de evangelhos!
O homem precisa entender a sua hora.
Fui caminhar na praia.Fui saltar as sete ondinhas.Fui reduzir os meus recalques.
Pegou a visão ou entrou pelo ponto cego da linha?
As diabéticas me fizeram doce. As estomacais encheram-me de azia. As guturais fizeram escândalos.As zodiacais perderam as suas linhas.
Caminhei ao sol, mergulhado em multidões de quero-queros. Me perdoa, se a minha felicidade o incomoda, mas a lua cheia fez um traçado na barrinha, meu amor!
O rio correu ao longo da praia ea areia volúvel ou indecisa, dividiu ao meio as águas morenas do rio e as ondas brancas do Oceano.Fiquei estático.Os pés enterrados na espuma...
Consta que os caranguejos coloridos se vestiram de soldados.Diz o arauto do rei que vai haver haraquiri de aratus.
Vai haver guerra de ossos e oscilações de mercado.
São trágicas e volúveis, as confluências marinhas. eu sei, ejá começo a confundir a eletricidade dos peixes.Do bagre ao xaréu.
É loucura pensar assim, mas relaxa... um poeta quando transpira, oque ele põe pra fora é só loucura.
O tempo é uma estrada com horizontes que desaparecem no infinito, mas que também mostra uma linda flor, bem ao alcance das nossas mãos.
Na sua luz, O Reflexo do Sol
Bela como o Sol, reflexo de uma luz chamativa que gentilmente ilumina o dia, que reflete o seu brilho nos momentos e nas pessoas que a admiram verdadeiramente, que a percebem não apenas na limitação de uma mulher bonita, mas também na percepção sobre alguém que sente.
Ela transmite uma forte sedução, veemente e expressiva, através do que é bastante essencial — sem o qual a sua aparência física ainda que muito fascinante, ficaria vazia. Consequentemente, a sua existência é interessante: uma notável integridade intensa, emocionante e verdadeira.
A sua beleza é, de fato, constante e inegável; entretanto, o mais importante é a sua resplandecência que deixa o tempo ensolarado por mais nublado que seja. Portanto, é uma bênção de Deus inigualável, hostil para a tristeza e fonte inesgotável de um amor raro por tamanha viveza.
"Anoiteceu, fecho os meus olhos e viajo até você. Olho-te deitada e, na delicadeza de uma pluma, percorro o teu corpo até ao amanhecer."
"O amor que sinto por você não é uma âncora que te prende, mas um porto que te espera. Se o seu coração precisa de silêncio para ouvir a própria voz, eu aceito a espera. Só não esqueça que, enquanto você procura o seu caminho, o meu sempre teve você como destino."
No Marron,Vermelho,E Amarelo Das Folhas Renasce Uma Estação.
O seu começo é visto em cores que estão à sua espera.
Principalmente nas folhas de tantas árvores.
Com cores que se fortalecem nessa sua aparição.
Nas folhas das árvores que preenchem cada galho,cores indicam a sua proximidade.
Após manhãs iluminadas por uma forte luz de uma outra estação o seu começo também é feito de Sol.
Brilhante por essa estrela,mas com um outro jeito no seu começo.
Com o tempo e a serenidade da estação que é,as folhas se transformam.
Em uma outra metade do Planeta Terra em lugares que estão sob um mesmo Sol,um mesmo céu.
Em um lado que uma natureza também vive,floresce e continua.
Como se já tivesse feito isso antes assim como as suas folhas que mudam de cor.
Do verde se tornam marrons,vermelhas e amarelas.
Dessa metade do Planeta Terra o seu começo é em uma manhã de março.
Nos rastros da luz do Sol de uma primeira estação nessa parte do Planeta Terra o seu começo é agraciado por uma luz amarela e sonhadora.
Em uma manhã no mês de março as folhas despertam em marrom,vermelho e amarelo.
Com a sua serenidade de estação a cor verde ainda em esperança é vista e sentida.
Esperança que colore outras folhas com cores de uma serena estação.
E o Sol atravessa o céu e essa estação.
As suas folhas e a sua sensatez.
E são tantas as folhas amarelas,vermelhas e marrons que fazem essa estação.
E ainda com folhas verdes.
Folhas coloridas nas árvores e nas brisas.
Que voam lentamente colorindo vários instantes.
De um nascer do Sol no mês de março até o mês de junho.
De um lado do Planeta Terra.
Uma estação se transforma.
Na serenidade que cobre as suas folhas com cores da sua existência.
Um começo novamente colorido e cativante.
Nas árvores que nascem sob o Sol com as suas milhares de folhas que se curvam nas brisas de afeto.
Árvores de tantas espécies com os seus traços desde a semente até a folha mais alta.
Em uma manhã no mês de março são várias as folhas que mudam de cor.
E as que permanecem verdes sentem a serenidade e o renascer dessa estação.
As brisas que vêm entre os galhos tocam cada folha como o Sol faz.
Do céu uma cor azul se faz sentir nessa fascinante serenidade.
Que nasce em uma manhã de março e até junho desse lado do Planeta Terra colore as folhas transformando cada árvore.
Até o Sol é tocado por sua folhas.
Do seu recomeço nas brisas de uma manhã.
Que permanecem voando no seu nome e na sua serenidade.
Levando as suas folhas coloridas mais longe.
Na direção do céu e de outras árvores.
As suas cores são cobertas por algo emotivo.
De uma manhã em março até outras folhas coloridas no mês de junho.
Uma estação é refletida pelo Sol com serenidade.
Nas brisas dos dias sobre ela e nas cores que estão ao seu redor.
Em vermelho,amarelo e marrom e no verde que ainda permanece.
Uma estação que fica nas folhas das árvores e nas brisas que passam.
Como o Sol faz no céu.
Iluminando novamente o seu recomeço.
Em cada folha a sua presença é marcante.
Nas folhas que ficam perto das árvores cores colorem o chão.
Nas gramas,plantas e nos telhados das casas.
Essas cores também colorem o tempo.
Que sabe o começo dessa estação.
Em um lado do Planeta Terra em que folhas têm formas distintas.
Como as árvores que crescem por lá.
E quando ela irá retornar em uma manhã do mês de março.
E antes dela o Sol brilhará mais uma vez no céu e nas brisas.
Em cada árvore,em cada folha.
Com serenidade uma estação irá se transformar quando em uma outra manhã do mês de março,certas cores tocarem outra vez as suas folhas.
Na Quietude Brilhante De Uma Estação.
Mais uma vez em uma manhã.
Um novo começo.
De ternura do céu azul e a sua profunda beleza.
Do céu um outro dia.
Em mais uma manhã de Sol.
E de uma nova estação.
Que tem certas cores de uma outra estação no seu começo em uma manhã de junho.
De uma metade que une o Planeta Terra.
Uma estação começa no céu.
Do azul celeste com uma cor branca e macia.
Com ventos frios e muitas vezes velozes.
Vindos do céu nesse começo de estação.
Que tem o Sol na sua cor branca e fria.
Em uma manhã do mês de junho com os seus ventos frios até uma outra no mês de setembro.
Em uma metade do Planeta Terra uma estação começa no céu.
Com o Sol acima desse azul seguindo o frio dessa estação.
Em lugares em que esta estação recomeça a cor branca cobre com a sua quietude.
Caindo do céu azul com ventos frios tendo o Sol e outras estrelas.
Até as noites sentem a sua quietude macia e gentil.
Que começa em uma manhã do mês de junho e até uma outra do mês de setembro é assim.
Dessa metade do Planeta Terra alguns lugares veem e sentem esse frio de formas diferentes.
De uma natureza acima florestas,montes,rios são tocados pelas gotas das chuvas.
Chuvas que caem do céu sobre esses lugares.
Mesmo sem a neve um frio característico é sentido com as chuvas que caem do céu e que estão nos ventos.
Em distâncias que separam esses lugares a sensação dessa estação é de um outro jeito.
Mais abaixo árvores,flores,plantas percebem a cor branca sobre as suas vidas.
Do céu azul com maciez e com os seus ventos frios flocos brancos caem.
Sobre paisagens com uma cor branca e fria.
Entre esses ventos frios do céu a luz do Sol está.
Iluminando a quietude dessa estação fria e gentil.
Que começa em uma manhã de junho e até uma outra manhã do mês de setembro de um céu azul.
Em alguns lugares será com gotas de chuvas e ventos frios.
Em outros será predominante na cor branca.
Começando no céu.
Sendo iluminada pelo Sol desde a manhã em que recomeçou.
Como uma estação fria e branca.
Com os seus muitos ventos vindos do céu.
Para uma metade do Planeta Terra.
A sua quietude cai do céu cobrindo a natureza de certos lugares.
Para outras vidas as chuvas trazem gotas frias.
Em um começo de uma manhã do mês de junho e até uma manhã do mês de setembro.
Com os seus dois jeitos sobre alguns lugares.
O céu azul e o Sol sobre as suas belezas.
Nas noites de estrelas pode ser que sejam as chuvas a se manifestarem.
Ou o cair da neve de uma forma demorada ou não.
De uma estação fria e ainda de Sol de uma manhã do mês de junho.
E até uma manhã de setembro em uma metade do Planeta Terra ainda estará brilhante e macia.
Assim como o Sol.
Ou lindamente de chuvas e ventos frios.
O seu outro recomeço será em quietude e brilho em alguma nova manhã do céu.
Deficiência não é probleminha!
Deficiência é uma característica humana!
“Probleminha” é o capacitismo!
Constante 13/02/21
É manhã
O sol nasce
E o dia começa
Sinto que hoje pode ser uma festa
E por que não?
Somos jovens
E isso é o que interessa
Cada dia
Um obstáculo
E cada obstáculo
Um novo desafio a ser superado
O ontem se foi
Levando um pouco de você
Acredite quando eu digo
Que a vida é intensa
E que o tempo é uma constante
Impossível de conter
Viver é um alívio
E disso não dúvido
Por isso agradeço
E sigo meu caminho.
Adner Fabrício
O fascismo português... Tentou esmagar a rebelião das populações do norte angolano com uma ferocidade ilimitada. E falhou...Centenas de milhares de angolanos foram expulsos das suas terras, dezenas de milhares pereceram de inanição nas regiões devastadas, e incontáveis multidões de gentes indefesas vítimas do genocídio organizado. Horrores só comparáveis aos da Gestapo e das SS hitlerianas repetiram-se e ampliaram-se nos campos de Angola"
Revista Paz e Terra, 10/1969 - Miguel Urbano Rodrigues - Conferência na PUC-SP em 23/09/1968
História de Angola
Ah! O que há de sentir?!
É este amarelo que não cabe nos olhos e transborda,
uma febre de girassóis golpeando o peito até que ele se abra.
Não é o ar que entra, é a própria luz que nos invade,
com o peso de mil borboletas em pânico dentro das veias.
Sentir é o fim da distância.
É ver a flor e não saber onde termina o perfume e onde começa o seu fôlego.
É esta urgência de ser tudo ao mesmo tempo:
a pétala que cai, a asa que hesita, o sol que devora o horizonte.
Há um incêndio silencioso nas cores.
O mundo brilha com uma crueldade bela,
e nós, náufragos dessa claridade,
sentimos o universo pulsar sob a pele como um coração alheio.
O que há de sentir?! Tudo.
O espanto de estar vivo enquanto o tempo desmorona,
e a glória de ser apenas este instante,
dourado,
frágil,
absoluto.
Lembrar de alguém somente quando precisa é uma atitude parasitária, onde o indivíduo(a) necessita sugar algo para suprir sua necessidade momentânea, seja financeira ou emotiva.
Paz, conceito bonito com uma sensação maravilhosa, entretanto, não é ausência de guerra ou de conflito. Paz, abaixo de Deus, vem de você mesmo, pelo o que você verdadeiramente és, não a busque lá fora.
Em uma guerra, não se tem vencedor, apenas destruição. Pais, filhos, mães, esposas, maridos, namorados e colegas morrem, todos morrem e isso não é indicativo de vitória.
Se perdoar é como acender uma luz suave dentro de si.
Não é esquecer o que doeu,
mas entender que a dor não precisa ser eterna.
