Eu sou uma Menina Levada mas Quietinha
"As pedras mais preciosas do mundo são apenas os alicerces de uma cidade onde a luz não custa nada, pois emana do próprio Criador."
“Há uma prudência silenciosa na alma que reconhece quando um lugar deixa de ser escola de virtudes e passa a tornar-se campo de desgaste. O espírito disciplinado não se apega ao que corrói, nem insiste onde a razão já advertiu sobre o dano. Afastar-se, nesses casos, não é fraqueza, mas exercício de governo interior, é uma escolha serena de preservar a própria integridade, como quem guarda a chama da lucidez contra ventos que apenas consomem e não edificam.”
uma vez me falaram q escrever ajuda a entender os processos q a vida tem. Bom, desse processo ainda não compreendi, por mais que tenha mais e mais textos nas minhas notas e entre rasgos de folhas.
te rejeitar, não não, não rejeitar a pessoa. Rejeitar os sonhos, dói mais do que te alertam. As listas, as pastas, os “salvos” daquilo que um dia se tem esperança de viver. Rejeição não afeta o apenas o coração, afeta expectativas, pensamentos, sentimentos e aquilo que está mais oculto. O medo. Medo de nao saber o que é ser capaz de viver o amor real, o cotidiano, de nunca entender “reciprocidade”. Não pelos beijos e prazer, pq isso se encontra fácil. Reciprocidade de um desafio, de um dia cansativo e receber um sorriso. A intensidade da rotina, a força da intimidade. Compartilhar sonhos e desejos. Sentir apenas o cheiro e saber que tem um compromisso. O compromisso. Então, rejeição afeta o que mais te indaga, a chance. O e se. Essas 3 letras que destroem uma segunda.
rejeitar e encontrar outro sonho se tornou cansativo e ainda por cima, sem data de validade.
dói. machuca. interrompe.
não é um texto motivacional, muito menos depressivo. É apenas um desabafo, uma lágrima com “e se” que deverei limpar.
"Um caráter sólido é construído no silêncio de uma mão estendida, não no barulho de uma conquista egoísta."
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'A indesejada morte
É uma injustiça
Não contra quem morre
Mas contra quem fica'.
Eduardo de Paula Barreto
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A felicidade é uma conquista individual, não existem grupos felizes, mas grupos de indivíduos felizes.
O populismo é capaz de levar uma atrocidade
ao padrão moral da sociedade.
Os indivíduos são resíduos
de uma fornalha que queima com o combustível
do generalismo, medo e ódio.
Levando os líderes ao primeiro lugar no pódio.
A escada de carne e osso tem como alicerce
ressentimentos, justificativas de fracasso,
como bolas de aço presas em seus calcanhares.
O problema pode existir e ter validade,
mas não é visto nem resolvido com base na realidade.
Murmúrios os unem, falácias os munem.
Aplausos ocultarão a necessidade de uma nova opinião.
Quem decide se desafiar descobre que os limites não são barreiras, mas pontos de partida para uma nova versão de si mesmo.
Valorizo e respeito todas as formas de vida na Terra, uma vez que adoto essa visão por acreditar que aqueles que se consideram superiores a qualquer espécie não pertencem a este planeta ou ainda vivem na época das cavernas!
Uma escada e uma luz que formam estrelas para caminhar em meio a essa escuridão...não se limite apenas á escuridão; se agarre às estrelas, vale a pena brilhar!
Há Flores quente do verão e Flores fria do inverno e ambas admiram uma às outras..mas seu próprio ambiente fazerá com que o outro morra com o tempo; então devem criar um ambiente para se viver bem, o chamado equilíbrio.
"A pressão feita pelo outros é uma corda fácil de cortar; mas a pressão feita por mim mesmo é uma corrente difícil de me liberar."
Há pessoas que no lugar de um músculo de carne a bombear sangue trazem no peito uma granada a estilhaçar por onde andam resquícios de mágoa e ressentimento.
A semana dita "santa"
Chamam de santa
uma semana
onde a memória sangra.
Dizem sagrado
o que foi feito de cordas,
de açoites,
de carne rasgada
e silêncio forçado.
Eu olho,
e não vejo santidade.
Vejo mãos humanas
erguendo a própria crueldade
como espetáculo.
Vejo a multidão
(os mesmos que hoje rezam)
gritando ontem
pela condenação.
Vejo o peso da madeira
não como símbolo,
mas como instrumento.
frio, concreto,
real.
E me pergunto,
em que instante
a dor foi coroada de divina?
Em que momento
a atrocidade
ganhou nome de redenção?
Chamam de santa,
talvez porque precisem
que seja.
Talvez porque encarar
o abismo humano
sem adorno,
sem promessa,
sem justificativa,
seja insuportável.
Mas eu não consigo.
Não chamo de santo
o que nasceu da violência,
nem beijo
o que foi instrumento
de tortura e de morte.
Se há algo sagrado ali,
não está no ato,
nem nas mãos que feriram.
Talvez esteja
no que sobreviveu...
apesar de tudo.
Ou talvez…
na recusa de olhar na cara
a atualidade
das mesmas atrocidades
(e até piores)
que a humanidade
é capaz.
©️ @MiriamDaCosta
Nós não somos iguais nem melhores ou piores que os outros. Somos uma grande massa perdida em seu caminho, procurando a mesma coisa.
