Eu sou tudo e nada
A fome e a desigualdade só existem devido a pessoas ruins, que não fazem nada para ajudar o próximo.
Dói perceber o quanto as pessoas são cruéis entre si.
O tempo é algo precioso, com ele não se brinca. Ele passa, e como passa. Se ficar estagnado, nada acontece, se piscar, já se foi mais um dia.
Não perca mais nenhum segundo da sua vida, aproveite cada oportunidade e faça tudo que tiver vontade, a final, você fazendo ou não, o tempo vai passar do mesmo jeito.
Ontem perdi, hoje nada ganhei, porém, não me abalei.
Todo guerreiro luta com fé na esperança de dias melhores. Amanhã de pé estarei, para lutar incansavelmente por uma vitória.
Aprendi com os relacionamentos passados, que se não houver uma entrega totalmente mútua, nada flui.
Só vai ser mais 1, mais 1 e mais 1
Só retornará para casa do pai, se algo grave te acontecer, se nada acontecer, continuarás afastado da casa do pai.
Prepara-te
🙌🏻Cada um com sua fé🙌🏻
Tenho a certeza que vou conseguir, nada e ninguém vai me fazer pensar diferente.
Nada melhor que ter o privilégio de olhar para o céu e agradecer a Deus por mais um dia, por mais uma oportunidade de tentar de novo!
Nada melhor que uma boa dose de ânimo para começar mais um dia, fácil não vai ser mais, será único. Então dê o seu melhor!
Coisas ditas a ti que flutuarão no vácuo do nada, pois tua atenção ao que te oferto do melhor de mim que ainda tenho, está embriagada pela escuridão do que sentes do passado. Eu danço com teu desprezo, abraço tua indiferença, argumento e dialogo com teu silêncio, pois ainda é você, até a última gota de ti que ainda há em mim. A ti, me reservo no silêncio, me despi de todo ego para ocupar-me somente de ti, mas ainda sim, sou morada simples e humilde. Se desejas palácios, eu sou ruína, porém erguendo os olhos para cima, verás as estrelas, pois o que te cobre não são pedras e sim o que me representas: O infinito em sua mais profunda e interminável imensidão, onde clara ou escura, ainda te fazes bela e sublime.
Nada era verdade quando a verdade era nada;
Matou o gato, o periquito, o cachorro,
Matou a namorada
Nada era verdade ainda;
Matou a galinha, o coelho, matou a vizinha...
A realidade se media pela quantia
E tudo se multiplicava por nada;
Matou o que era verde e o que não era
que era estático e o que se movia
Mas a verdade não aparecia
Matou o concunhado, o vigário a messalina,
E quando era sábado sem a contrição,
Sem chave de coxas na cintura,
Sem a loucura daquela língua e aqueles lábios,
Achava-se sábio...
Mataria o anão, o filósofo, o prefeito;
Mas por mais que matasse, não mataria o prazer
O prazer de matar, talvez matar não fosse solução,
Talvez a solução fosse morrer
Morreria num sábado ensolarado, numa segunda Chuvosa
Ou numa quinta; numa quinta serena...
Missa de sétimo dia e novena...
Um edifício, trigésimo andar...
Um voo onde sua alma alcançasse mais fácil o céu
E somente seu corpo se esfacelasse
No solo duro da realidade
Porque a verdade era nada, nada era verdade...
o que penso que quero saber
é saber dessas coisas que nada sabem
porque florescem os cactos em meio a tantos espinhos
porque tulipas florescem tão próximo às urtigas
essas coisas que a gente pensa que nada sabem
e não sabemos que o sapo conquistou o universo
e ele nem quer saber como soletrar insetos
tem um jogo de língua, e se alimenta de asteróides
mas não quer saber...
saber como o peixe palhaço se caracterizou
mas imagina a sereia com aquela cauda
a fauna se apaixonou
e surgiram cavalos marinhos, peixes-bois
peixes leões, os bichos invadiram o fundo do mar...
mas quem quer saber disso
saber é o inverso do inverso do reverso da ignorância
saber saber é ignorar a ignorância...
a serpente rasteja, é cega e no paraíso enganou Adão e Eva
então se descobriram despidos...
sem saber que aquilo era paixão
mas o que eu penso que quero saber
é saber exatamente o que não quero
Nada se complica,
A vida explicará,
A ansiedade se acalma com beijos,
Se aquieta com um olhar
Não esquece: esquece os problemas,
Leia os meus poemas,
Esquece que a vida é pequena
Mas tua alma é do tamanho da tua consciência,
A dívida algema a paixão...
Eu tenho a noite e a noite me tem
O resto é poesia, é um trem na via
Entre satélites, meteoros e planetas
Procurando a emoção
Nada se complicará, a vida explica
Acontece porque tem que acontecer
A noite tece um fascínio,
Abriga os facínoras
E tudo de mal que se premedita,
Mas pela manhã brilha a aurora
Nada pra se entender
Tanta indiferença faz diferença
Pra se entender indiferença
Esquece o que eu disse,
O que eu não disse esquece,
O tempo apaga a paga,
A paga apaga o tempo,
O que eu sei de verso sintetiza
O verso que eu não sei,
Se quero horizontes
Derrubo paredes,
Transponho montes
E a ilusão se alinha a linha, ao limite;
Quem te despe, agora quem te despirá,
Conjecturar assim é um tormento,
Mas percebo meus membros
e tentáculos em ereções,
Sei muito bem o que fazer
Quando faço o que não sei muito bem
Há momentos que a falta de respeito
Nem chega a ser um insulto
É só uma forma de prazer
harmonioso e mútuo
Então posso beijar onde cuspo
Posso cuspir onde beijo
Nada pra se entender
Só obedeço aos desejos
nada é puramente poesia
entre uma rima e uma estrofe
existe a despedida, a dor, o tempo
o sentimento, o ressentir e a morte
O OLHAR DE DEUS
Dentro de um universo há milhões de universos
e nada é tão claro, nada tão complexo,
Caetano nos diria num sorriso: se não fosse tão explicito...
num olhar de uma criança,
a anta bebendo no rio
ante a ameaça de um crocodilo...
tudo é desafio nesse poema de morte,
algo que comporte a vida
e se a vida é uma estrofe
e cada um de nós somos um universo,
o que seria a poesia
o rio mata a sede da anta, a anta alimenta o rio,
e ante todos os desafios o olhar da criança
é o olhar de Deus harmonizando o universo
entra pelas minhas narinas,
motivo de rimas lindas, carnificinas
e antes de mais nada, nada
sonho tanto com quase nada,
um guaraná, uma empada, o azul do céu,
satélites, andorinhas,estrelas, meteoros
misseis antas espaciais; porcos neons
o azul é o nada; e do passado a namorada
de tudo o que eu sabia;
um dia meu olhar se encontrará sozinho
a contemplar a estrela que é só uma ilusão mais nada,
assim como teus seios rijos
a espetar o ser latente na essência deste velho,
e o que é verdade entre o fogo e a água;
entre o que se bebe e o que se derrama,
nada se explica assim com tanta exatidão
que a ilusão se despe
e só nos resta a lógica fria e óbvia do nada
Estar bem perto de nada é um deserto
Estar do outro lado da lua é uma incógnita
Estar do outro lado da rua é um ponto de vista
Do outro lado da vida não há visita,
Está bem perto de tudo é um sonho,
Do outro lado do sonho tem favelas,
Tem chinelas de dedo, tem o medo, tem balas perdidas
Do outro lado tem a avenida Brasil
Rápida e inconsumível
Do outro lado da avenida Brasil
Tem o mundo tem a novela
Tem Carminha na arte da vagabundagem...
Do outro lado a turma do plin plin...
Sempre soube que não poderia viver sem você
Que minha vida nada significaria sem você,
Sempre soube que precisava do seu olhar
Como um farol a me orientar,
Sempre soube que sua voz seria o meu consolo
Que seu sorriso seria meu bálsamo
Sempre soube que o teu amor
Seria o alimento pra minh’alma e pro meu corpo
Sempre achei que tua presença era a minha vida
E que sem ela eu não viveria...
Como me enganei!...
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