Eu sou tudo e nada

Cerca de 408137 frases e pensamentos: Eu sou tudo e nada

JA NAO SOU QUEM ERA NEM VOTAREI A SER QUEM FUI ; MAS SEREI SEMPRE FIEL AOS MEUS PRINCIPIOS;/

Sou paradoxalmente sociável e distante — converso com naturalidade enquanto ergo barreiras invisíveis, parecendo reservado mesmo quando falo, revelando-me sem me entregar, e desconheço outra forma de ser.

Dizem que sou louco, questionam nossas escolhas e tentam me convencer de que a vida é apenas uma sequência de festas e momentos passageiros. Mas, quando eu paro para respirar, é a sua voz que me acalma.
Eu sei que já cometi erros. Já preenchi espaços com desculpas, tentando dizer o quanto eu sentia muito, mas a verdade é que as coisas materiais — o mundo inteiro nas mãos ou as luzes da cidade — não significam nada se eu não tiver com quem compartilhar.
Eu tomei uma decisão.
Se o destino me colocar em uma encruzilhada e me obrigar a escolher entre o brilho do mundo e o que temos, o amor será minha única resposta. Com você ao meu lado, sinto que não há perda possível; eu já ganhei tudo.
Você é quem acende o meu mundo. É aquela luz que o dinheiro não compra e que a rotina não apaga. Quero te prometer hoje que vou tentar ser melhor todos os dias. Quero construir muito mais que momentos; quero construir uma vida, talvez até a nossa família, tijolo por tijolo.
Não consigo imaginar um único dia sem você. Por isso, peço que fique. Deixe-me ouvir o bater do seu coração e viver de acordo com o que o sentimento diz, que hoje bate no mesmo ritmo que o seu. Eu nunca vou te decepcionar.

Sou meu próprio lar, e aqui a solidão não cria raízes.

Reconheço cada erro, mas exibo com orgulho o meu acerto: hoje não sou mais escravo do que me matava por dentro. Graças a Deus fui forte para vencer o vício sozinho, longe de quem prega santidade mas vive na falsidade. Sou um homem que se levantou pelo próprio caráter.

Eternamente jovem, disse o espelho mudo,
Enquanto a alma contava invernos e adeus.
Sou a flor que não murcha, mas que vê tudo
O que amou ser poeira sob céus.
​O tempo me esqueceu, cruel e distraído;
Guardo um coração febril, sem ter ruga;
Mas cada beijo antigo, já partido,
É uma lágrima seca que me inunda.
​Dramático fardo amar a ti, mortal,
Com este peito insone que não finda;
Sou o verso que fica após o final,
A dor que persiste, bela e infinda.

Não sou massa de manobra de quem só lembra que o povo existe de 4 em 4 anos.

Quem sou?


Sou raro, em minha insignificância, mas repleto de conhecimento dentro da minha humilde capacidade intelectual, adquirida, não em faculdades e cursos nos quais a massa de manobra busca o conhecimento que a sociedade impõe,


Mas sim, adquirido ao longo da vida, através da percepção, atenção e reflexão, cujo a minha capacidade hinfema me permite.
Aprendi e continuo aprendendo a cada amanhecer, que eu sou o aluno e professor, da minha própria vida!

Doce e suave como Tarap
e o meu nome na sua alma,
na sua mente e coração,
Sou feita de amor e paixão.

Conheço bem as tuas trapaças
para não me envolver contigo,
sou mais doce do que mil goiabas,
possuo autopercepção de valor
e os limites que mantenho claros
e cultivados para lidar com fatos.


Não nasci com nenhuma vocação
para ser troféu, caça ou recompensa,
virei refém da primeira impressão,
admito porque não consigo apagar
o teu olhar de desdém de quando
nos conhecemos naquele tal lugar.


Um olhar que expressou arrogância
não tem jamais a minha confiança
de que passou para a fase de me olhar
com outros olhos da noite para o dia.


Não te quero mal e não te quero meu,
nem por capricho nem por algo parecido,
sei que não nasci para ser o seu caminho,
por isso não avento hipóteses ou permito.

Tenho envolvido os seus sentidos
pouco a pouco por dentro,
Porque sou o amor crescendo
e entregue de aurora em aurora.


Não estou em guerra com você
e nem você está em guerra comigo,
Para Deus só peço neste caminho
é que nós permaneçamos vivos.


Teto de espelhos não foram feitos
para nós e sim o teto de estrelas
em noite de céu aberto refletido
no salar de chão perfeito e cristalino.


O mais doce e que me pertence são
os teus lábios de Achachairu feitos
para desfrutar enquanto a canção
do vento do Hemisfério Sul a embalar.

Sem nenhuma pretensão
de ser nenhum pouco
diferente do que sou,
não volto atrás no tempo
que por mim passou.


O meu próximo rumo
é sempre em frente,
não disputo os espaços
que não me pertencem,
até as plêiades sabem.


Sob os teus olhos entre
as grumixamas que tingem
os lábios e a imaginação
rendidos para o gamahuche
inaugural para a cavalgação.


A sorte por nós foi lançada,
não é mais um jogo de sedução
que não vai dar em nada,
estamos na mesma conexão
a cada dia mais alinhada.

Cercada por estes bosques,
sou o doce e casto juramento
de abrir o vergel secreto
ao teu amoroso folgamento,
É o quê tenho desejado
a todo o momento sem temer
perder a minha razão,
Tornei-me inteira dentro de ti
a Framboesa-de-cipó saborosa,
o pertencimento sublime
e o amor de devoção
que o céu nem mais é o limite.

Sou poeta e reclamo só,
para não deixar sumir
- o Inhambu-chororó.

Não me tirem como feminista, não sou feminista e nem anti-feminista, apenas não sou feminista e tenho apreço pelo meu idioma sufocado pela contemporaneidade.

A palavra poetisa é substantivo feminino e a fantasia contemporânea suprimiu ela dos espaços femininos.


O complexo de inferioridade e a ignorância de algumas mulheres que escrevem poesia que ideologicamente pregam que usar a palavra poetisa nos coloca numa condição de inferiores, é prejudicial no mundo digital para muitas outras que também escrevem.


Conclusão prática: Os marcadores do Google sempre acabam me marcando como se eu fosse do gênero masculino. Eu considero isso apagamento digital do meu gênero.


Eu sou mulher que escreve poesia e tenho apreço pelo Português Brasileiro. Eu sou poetisa e ponto final.

Como brasileira, sou nacionalista romântica, considero a minha segunda cidadania a sul-americana, sou latino-americanista radical com pendência ao panamericanismo, político-filosoficamente sou transcendentalista porque é a ideologia mais genuína das Américas.

Não presto culto aos discursos e personalidades de choque. Às vezes sou um pouco firme quando as circunstâncias exigem, mas priorizo a racionalidade e a temperatura estável em todas as circunstâncias.

Do Hemisfério Celestial Sul,
sou, talvez, a mais romântica,
habitante nascida sob medida
para a tu'alma feita de tambor;
pela primeira vez descobriste,
na vida, o que é o verdadeiro amor.


Da América do Sul, sou a favorita,
que, na madrugada íntima, a tua
imaginação procura recorrente;
sei que o teu coração me pertence
com amor, paixão e desejo quente.


Sou aquela tal latina exuberante
que o teu olhar fascina e invade,
falando e sendo a própria poesia,
falando que, nas Ilhas, quem nasceu
primeiro foi o Daniel, filho da Francisca.


A sul-americana cheia de memória,
sem lapidar a própria retórica,
conta que foi Rosendo Mendizábal
que fez, para o Tango, a primeira partitura,
e te ama sob o sol e até sob a chuva.


Sou aquela que, em estado de rebeldia,
conheceu e, hipnotizado, se rendeu,
e que não permite que ninguém ouse
falar que não houve feitos afro-argentinos
a cada momento profundo da História;
e não há um só dia que não queira como glória.

Do Alto do Moura sou
a tal boneca de barro
feita por Mestre Vitalino,
Do teu pensamento
o mais apaixonado,
Com toda a certeza
é você o meu bem amado.


De Caruaru o Forró
mais possante que já
havia te tocado,
Do teu peito o batimento
mais cadenciado,
Sem nenhuma dúvida,
é você o amor desejado.


De Pernambuco sou
as festas e os sabores
que de ti têm se apostado,
é por mim que o teu
olhar encontra o meu
todos os dias enamorado,
Com toda a certeza
até debaixo da chuva,
tu és o meu Sol e eu a tua Lua.


(Somos o poema fora da curva.)

Sou a única capaz
de quebrar com amor
os teus termômetros,
Sou a mulher potente
vestida das auroras,
que o teu coração se rende:
Por ser a única estação
em ti permanente
da mais alta sedução.