Eu sou tudo e nada

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Eu, que sempre tinha uma palavra pronta, morri no silêncio.
Sobrou profundo ressentimento, por jamais saber como seria...

Não gosto de ninguém de graça. Se eu gosto, é porque fez por merecer, logo, se eu não gosto, também.

Eu quero uma porção de amor com recheio de loucura, pitadas de carinhos e uma dose de uísque... Para depois que você bater a porta, esquecer.

Eu saio e caminho por um momento
Cantando pela rua.
Eu sopro um beijo, eu dou um sorriso
Para todos que eu conheço.
Eu me compro uma cerveja ou duas
Só pra deixar meu peso para trás
Às vezes eu fico tão bêbado
Eu posso apenas cantar como uma criança, sim
Ooh, ooh.


Eu fico bêbado e rio muito,
Há algo que eu escuto.
Meu cérebro se perde, minha mente esquenta,
A música toca em meus ouvidos.
Eu escuto a música...

Eu disse ao meu psiquiatra que todo mundo me odeia. Ele disse que eu estava sendo ridículo, nem todo mundo me conhece ainda.

Ver você partir , sair de onde minha mãos pudesse alcançar foi triste o suficiente pra eu desejar com toda a minha força que vivêssemos eternamente juntos.

Eu definitivamente consigo ver porque me escolheram, é fácil jogar o meus rosto na tv porque eu sou, afinal, o "garoto propaganda do medo". Porque eu represento tudo o que todos tem medo, porque eu faço e digo o que eu quero. - Após ser culpado pelo massacre de Columbine

⁠Você é tão especial para mim! É um presente que colocaram na minha vida quando eu menos esperava, mas que se tornou muito importante! Seu companheirismo, sua amizade e seu amor significam tudo para mim!

O que eu mais ouço por aí é:

Quer romance? compre um livro.
Quer fidelidade? tenha um cachorro.
Quer amor? volte para casa dos seus pais


Aprendi nos livros que os romances que li para se tornarem possíveis só dependeria de mim, das minhas atitudes...
Descobri que só a fidelidade do meu cão não me bastava e que para eu ter a fidelidade de alguém eu precisava ser fiel a mim mesma, foi aí que eu descobri o que eu realmente queria...
Bem o amor dos meus pais poderia ser suficiente para mim... mas foi aí que eu conheci um homem maravilhoso
que por obra de Deus entrou em minha vida e que me ama sei que não na mesma intensidade do amor que meus pais tem por mim... mas me ama do jeito que eu sempre quis ser amada por um homem.

Com isso tive a certeza que tudo o que eu li nos livros era possível sim...
Viver um amor puro e verdadeiro com companheirismo, cumplicidade não é tão difícil.
E que com o amor dos meus pais e dele eu seria, seria não... eu sou muito feliz!

Por isso leia os livros, dê valor ao seu cão e ame bastante os seus pais... um dia quem sabe você encontra uma pessoa especial assim como eu encontrei
e verá que tudo isso que eu disse é possível, só depende de você...

E que você seja muito feliz

Minha voz vai querer dizer tanta, mas tanta coisa que eu vou ficar calada um tempo enorme só olhando você sem dizer nada.

Eu tenho feito de conta que você não me interessa muito, mas não é verdade. Você é a pessoa mais especial que já conheci. Não por ser bonito ou por pensar como eu sobre tantas coisas, mas por algo maior e mais profundo do que aparência e afinidade. Ser correspondida é o que menos me importa no momento: preciso dizer o que sinto. (...) Nem sei com que pernas cheguei até sua casa, achei que não teria coragem. Mas agora que estou aqui, preciso que você saiba que cada música que toca é com você que ouço, cada palavra que leio é com você que reparto, cada deslumbramento que tenho é com você que sinto. Você está entranhado no que sou, virou parte da minha história. (...) Eu beijo espelhos, abraço almofadas, faço carinho em mim mesma tendo você no pensamento, e mesmo quando as coisas que faço são menos importantes, como ler uma revista ou lavar uma meia, é em sua companhia que estou. (...) Eu não sou melhor ou pior do que ninguém, sou apenas alguém que está aprendendo a lidar com o amor, sinto que ele existe, sinto que é forte e sinto que é aquilo que todos procuram. Encontrei. (...) Eu gostaria de viver com você, mas não foi por isso que vim. A intenção é unicamente deixá-lo saber que é amado e deixá-lo pensar a respeito, que amor não é coisa que se retribua de imediato, apenas para ser gentil. Se um dia eu for amada do mesmo modo por você, me avise que eu volto, e a gente recomeça de onde parou, paramos aqui.

Os médicos me disseram que eu jamais andaria novamente, mas minha mãe disse que eu andaria. Então acreditei na minha mãe.

Não espere eu acordar para dizer o quanto me ama ...
Se voce sussurar no meu ouvido enquanto eu estiver dormindo, vou dormir me sentindo amada, querida e mais feliz.

Eu prefiro viver com a incerteza de poder ter dado certo, que com a certeza de ter acabado em dor.

⁠Na Umbanda eu aprendi que todo mal não dura para sempre, existe o ciclo do começo, meio e fim.

O que eu temo não é a estratégia do inimigo, mas os nossos erros.

Eu vou correr até alcançar, e encontrar algum lugar pra ficar com você. Quero que saiba que escrevi seu nome, dentro do meu coração.

Você finge que me quer, que tem carinho, que me ama. Você finge tão bem, que eu até acredito, que eu até sinto saudade

Antes eu corria para você
Agora eu estou correndo de você

Foi então que eu a vi.

Estava encostada na porta de um bar. Um bar brega - aqueles da Augusta-cidade, não Augusta-jardins. Uma prostituta, isso era o mais visível nela.

Cabelo mal pintado, cara muito maquiada, minissaia, decote fundo. Explícita, nada sutil, puro lugar-comum patético. Em pé, de costas para o bar, encostada na porta, ela olha a rua. Na mão direita tinha um cigarro; na esquerda, um copo de cerveja.

E chorava, ela chorava.

Sem escândalo, sem gemidos nem soluços, a prostituta na frente do bar chorava devagar, de verdade. A tinta da cara escorria com as lágrimas. Meio palhaça, chorava olhando a rua. Vez em quando, dava uma tragada no cigarro, um gole na cerveja. E continuava a chorar - exposta, imoral, escandalosa - sem se importar que a vissem sofrendo.

Eu vi. Ela não me viu. Não via ninguém acho. Tão voltada para a sua própria dor que estava, também, meio cega. Via pra dentro: charco, arame farpado, grades. Ninguém parou. Eu também não. Não era um espetáculo imperdível, não era uma dor reluzente de neon, não estava enquadrada ou decupada. Era uma dor sujinha como lençol usado por um mês, sem lavar, pobrinha como buraco na sola do sapato. Furo na meia, dente cariado. Dor sem glamour, de gente habitando aquela camada casca grossa da vida.

Sem o recurso dessas benditas levezas nossas de cada dia - uma dúzia de rosas, uma música do Caetano, uma caixa de figos.