Eu sou tudo e nada

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Achei graça na história do seu contínuo dar meu nome à filha... Que tola “heroína” eu sou! Enfim, o que vale é que é um nome normal.

Clarice Lispector
Minhas queridas. Rio de Janeiro: Rocco, 2007.

Nota: Trecho de carta para Elisa Lispector, escrita em 19 de março de 1945.

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Inserida por tham

Minha pergunta, se havia, não era: “que sou”, mas “entre quais eu sou”.

Clarice Lispector
A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.
Inserida por natxalinha

Quem é você? Quem sou eu? Sei apenas que navegamos no mesmo barco furado.

Inserida por lenagiron

Enquanto você está preocupado com o que fazer amanhã, eu vivo o hoje e sou muito feliz!

Inserida por jeanrosana

Eu sou igual a bicicleta se eu parar eu caio.

Inserida por iducarvalho

Você não me entende porquê você nos divide em dois: eu e você. Não existe divisão. Eu não sou só eu. Eu sou também você (...).

Inserida por cacau0liveira

"Na vida real, a maioria dos atores de cinema é uma decepção. Eu, por outro lado, sou melhor na vida real do que no cinema."

Inserida por jcsalomao

Não caminhe atrás de mim:
Eis que eu não sou nenhum mestre.
Mas também não caminhe na minha frente
porque nenhum líder eu sigo.
Se quiseres, pois, seguir caminho comigo
caminhe apenas ao meu lado,
seja, apenas, meu amigo.

Inserida por AugustoBranco

Eu não sou simples, nunca fui. Mas sempre quis ser sua.

Inserida por bellechefa

Eu sou um bocado sensível demais.

Clarice Lispector
Montero, Teresa (org.). Correspondências. Rio de Janeiro: Rocco, 2002.

Nota: Trecho de carta para Mafalda Verissimo, escrita em 7 de novembro de 1976.

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Inserida por continuetowrite

Eu sou muito jeca afetivamente.

Inserida por continuetowrite

Eu sou canceriano
E meu signo ascendente é Leão
Leão luar de câncer
Louco de nascença
Filho da Bahia
Que já não faz mais
A minha cuca, minha tia

Graças aos demônios
Deuses totens meus
Eu nasci louco
Dou graças a deus
Como um anormal não durmo a noite
Não tenho mais medo

Inserida por EstephanySeixas

Agora sei: sou só. Eu e minha liberdade que não sei usar.

Clarice Lispector
Água viva. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.
Inserida por birdais

⁠O depois é um grande nada ou um grande tudo do qual nunca saberemos.

Inserida por Larissa_itisjm

Nada de se culpar agora. Não te culpa. Não me culpa. A gente não tem culpa. Eu e você fizemos o certo. Ou o que parecia ser o certo naquela hora. Depois, bem depois, vem o tempo e nos mostra a verdade como se fosse um passo de dança. Suave, intenso, inteiro. Ele vem e mostra. E aí a gente olha para trás e pergunta: por que não agi diferente? Porque você não tinha o conhecimento que tem hoje. Não tinha a maturidade deste momento. Não te culpa. Não me culpa. A gente não tem culpa.

É curioso, a alegria não é um sentimento nem uma atmosfera de vida nada criadora. Eu só sei criar na dor e na tristeza, mesmo que as coisas que resultem sejam alegres. Não me considero uma pessoa negativa, quer dizer, eu não deprimo o ser humano. É por isso que acho que estou vivendo num movimento de equilibrio infecundo do qual estou tentando me libertar. O paradigma máximo para mim seria: a calma no seio da paixão. Mas realmente não sei se é um ideal humanamente atingível.

O que Deus preparou pra nós é lindo. O Deus do infinitamente mais. Eu não sei nada sobre o destino que Ele escreveu, só sei que eu sou tua e você é meu!

E aumentava toda vez que eu tentava dizer que eu não sentia nada.

Não há nada que se possa fazer a não ser carregar por um tempo um peso sufocante de impotência: eu escolhi que aquele fosse o último abraço.

Sabe, eu me sinto como se tivesse acabado. Parece que nada mais vai ser bonito outra vez.