Eu sou tudo e nada

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⁠Seu coração frio, vazio e frustrado
Não abala meu palco
Eu vim do nada, não tenho medo de nada
Ninguém nos deu nada
Vai ser preciso muito mais que as suas palavras
De onde eu vim, vc é pouco, quase nada.

Criando hábitos
Para não controlar nada
Nada que eu nao possa me sentir bem sozinho

Do que eu preciso? Nada, só ter você aqui comigo, mais nada…

Da bondade de Deus.

Confiar em Deus, não é sinônimo de: nada irá me acontecer de ruim, porque eu confio. Mas, mormente, continuar crendo em sua bondade quando o mal nos atinge.
Pois a própria bíblia e a história ( Roma - coliseu e suas arenas), estão repletos de exemplos da natureza de que se pode passar por problemas indescritíveis por exatamente se confiar. Confiar, é crer que ainda que me aconteça algo de ruim, este ruim ainda assim, está sob a sua supervisão.
E aí é que está: como entender a sua bondade entre os homens, já que Deus sempre permite o mal nos acometer? E se Deus é bom, logo, jamais poderia permitir o mal.
Aqui, é o estímulo que muitos têm, para dizer que Deus não é bom, pois; já que permite o mal nos assolar.
Mas o que nós não conseguimos entender, é que a finalidade de Deus permitir o mal - por pior que ele seja em suas variadas formas -, está em que sempre desse mal, se resultará no bem estar divino e universal, como finalidade última.
Pois somente o seu sábio e misterioso desígnio, sabe SEMPRE como atingir o bem, com as atitudes oriundas do mal.
Pois, é por isso que ele o permite e o supervisiona.
Deus é onisciente - sabe de todas as coisas. Isto implica em dizer que toda a ação divina - quer seja em permitir algo, ou não permitir, direta ou indiretamente -, resulta de uma já pensada decisão numa visão plena e indivisível ( chamo de indivisível, o fato de não se poder pensar em nada melhor do que esta decisão divina). E se como onisciente, portanto, um ser que toma todas as decisões com base no pensar em TUDO, pensou em TODAS as possibilidades e chegou a conclusão de que do mal permitido, pode se extrair um bem maior e universal, logo, esse bem não seria maior se o mal ele não permitisse.

18 de março de 2014 às 12:13 h

E eu vou deixando doer mesmo,
Ate que passe e não sinta exatamente mais nada. Ninguém nos deve nada. 😶


_Artur Agostinho

Feriado lá fora, a vida acontecendo… e eu aqui, quieto, sem nada para fazer, só tentando entender os caminhos que a vida ainda pode me levar.

Pode me chamar de sem coração já que eu não sinto mais nada, ou melhor me chame de alguém que aprendeu voar sem ter asas!

Esse é o seu mal,achar ou melhor vê coisas onde não tem, até porque eu acho que não faço nada pra você, que faça com que você venha achar ou melhor pensar que não estou nem aí pra você.
O dia que você conhecer ou conviver com uma pessoa que não está sem aí pra você,aí sim vai conhecer o que realmente é,como é uma pessoa que não se importa com você.

SOLITÁRIO
Eu queria muito falar nada
No silêncio de um andarilho
Sorver cada passo da estrada
Sem justificar o meu caminho
Muitos rastros na encruzilhada
Sem nenhum temor de estar sozinho!

​Qualquer lugar onde eu não preciso ser nada, ainda assim, sinto-me ser alguma coisa. Existe uma liberdade imensa em desligar os rótulos e perceber que, quando tudo silencia, o que sobra não é o vazio, mas a minha essência.

Inteiro...


Eu não estava procurando nada.
A vida seguia. Imperfeita, mas minha.


Então você chegou.
E quando chegou,
o mundo não fez barulho,
fez sentido.


Nada precisou ser preenchido.
Algumas coisas apenas encontraram lugar.


Eu observei.
Não por desinteresse,
mas porque quem já caiu
aprende a respeitar o tempo das coisas.


Havia cuidado no teu jeito.
E o cuidado verdadeiro não invade,
permanece.


Aos poucos, baixei a guarda.
Não por promessa,
mas porque parecia seguro existir ali.


Eu tinha feridas.
Não escondi.
Estou tratando.


As tuas ainda sangravam.
Não por fraqueza,
mas por medo do que cresce,
do que exige futuro.


Eu entendi.
E não te culpei.


Eu errei.
Como erra quem se envolve de verdade.
Mas soube parar,
olhar de novo,
voltar melhor.


Não ofereci um conto bonito.
Ofereci presença.
E isso eu sustentei.


Você me fez acreditar de novo.
Não em finais perfeitos,
mas na possibilidade de caminhar junto.


Por isso me mostrei.
Inteiro.
Sem personagem.
Com falhas, medos, noites mal dormidas
e a coragem de dizer: é aqui que eu fico.


Eu confiei.
E confiança nunca é ingenuidade,
é escolha consciente.


Eu te amei.
E ainda amo.


Não como quem espera algo em troca,
mas como quem respeita o que foi real.


O que é verdadeiro não se apaga quando termina.
Muda de lugar.
Vira memória viva,
não ferida aberta.


Eu sei quem eu fui.
E sei quem sou agora.


Minha felicidade não depende de você.
Mas ao teu lado,
ela teria sido mais calma,
mais casa,
mais chão.


Eu quis ser teu homem.
E, por um tempo,
isso foi verdade para nós dois.


Hoje eu sigo.
Inteiro.
Sem culpa.
Sem ruído.


Com amor onde ele cabe
e dignidade suficiente
para não negar o que senti.

Eu acho que você não perde nada ... por ter medo... porque nunca... verdadeiramente conquistou alguma coisa... tudo lhe foi dado...

Eu acho que você não perde nada não... por ter medo...

“Felicidade na Realidade”

Por um momento em minha vida, pensei que não me tornaria nada.
Eu tinha medo da realidade e me comparava demais com os outros.
Achava que para ser como todos eu precisava fazer tudo o que todos fazem: viajar, postar fotos bonitas, estudar, malhar, mostrar sempre o lado bom da vida.

Mas percebi uma verdade simples e dura: nas redes sociais ninguém mostra o dia a dia de verdade.
Ninguém mostra quando o dia é duro, quando não consegue dormir, quando a mente fica sobrecarregada ou quando você pensa em desistir.

Eu não confiava na minha própria capacidade. Pensava em desistir por achar que não era suficiente.
Procurava apoio familiar, buscava relacionamentos perfeitos, achava que precisava disso para ser feliz.

E então percebi: a felicidade não está em um relacionamento perfeito.
Nos meus 23 anos, nunca vivi nada perfeito, e percebi que felicidade tem mais letras que amor.
— ela é complexa, real, feita de pequenas conquistas e aceitação da vida como ela é.

Desde então, parei de procurar a perfeição nos outros ou nas redes sociais.
Comecei a focar na minha realidade, no que passo, nas minhas escolhas e na minha evolução.

A felicidade verdadeira não é sobre aparências.
É sobre aceitar sua vida, aprender com seus desafios e crescer todos os dias, mesmo quando ninguém vê.

⁠O que eu sei não é nada perto daquilo que eu posso aprender.

Eu queria um dia estar sozinha com você...
Pra talvez dizer alguma coisa, ou dizer nada...
Pegar tua mão e deixar-te sentir o pulsar do meu coração...
Sentir teu toque...
Chegar bem perto...
Te abraçar, e simplesmente te dá um beijo.

⁠aprendo que o amor nada tem a ver com apego, segurança ou dependência, embora tantas vezes eu me confunda. Não adianta querer que seja diferente: o amor é alado.

ORGANIZAÇÕES MARGINAIS

A violência dos meus olhos parece ser nada de mais
Eu entendo o terror que afasta meu sonho
Um dia sou feito de perdão
No outro sou feito de aço

Tudo depende de onde estou
Desde sempre armado até os dentes
Porque eu tenho voz
Porque vivo entre esse ódio contra a minha paz
-
Enquanto você fala do efeito perigoso que essa vida tem
Eu lhe mostro o caminho da corrupção
Num pais para poucos cidadãos

Antes mesmo de nascer sou considerado um individuo qualquer
O feitiço do Estado está na cor da pele
Então faço minha lei contra as grades confessionais
-
Do paraíso ao inferno, seja bem-vindo ao Rio de Janeiro
Terra das organizações marginais
Do inferno ao paraíso, seja bem-vido ao Rio de Janeiro
Fronteira das organizações marginais
Do paraíso ao inferno, seja bem-vindo ao Rio de Janeiro
Inferno das organizações marginais
Do inferno ao paraíso, seja bem-vido ao Rio de Janeiro
Paraíso das organizações marginais
-
O surto absoluto
Enquanto posso ouvir um jovem gritar
O asfalto é quente e estou acima de 50 graus
Desperdiçando minha vida pelo sucesso de não existir
Como tantos outros iguais a mim
Nos destruímos em nome de algum poder
-
Cada lágrima nas sombras da morte
São diamantes na lama
Não espere a luz através da escuridão
A fé que enganamos pertence ao velório de alguém
-
Talvez, jovens demais para morrer
Velhos demais para viver
O crime é sua cicatriz...
Nessa guerra para bandidos e policiais
-
Do paraíso ao inferno, seja bem-vindo ao Rio de Janeiro
Terra das organizações marginais
Do inferno ao paraíso, seja bem-vido ao Rio de Janeiro
Fronteira das organizações marginais
Do paraíso ao inferno, seja bem-vindo ao Rio de Janeiro
Inferno das organizações marginais
Do inferno ao paraíso, seja bem-vido ao Rio de Janeiro
Paraíso das organizações marginais

® Carlos Alberto Blanc

Eu gostava de escrever, naquele dia, eu nada tinha a dizer.

Nada pode ferir-me, se eu não permitir. ⁠