Eu sou tudo e nada

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Saudades da época que eu não valia nada
Essas hora eu tava mais feliz

Ela não mudou nada, e eu? Eu voltei.
Mas tal como um espelho estilhaçado, continua sendo um espelho, mas não o mesmo que já foi, e nunca vai voltar a ser.
E isso me frusta de uma forma imensurável. Eu odeio o jeito no qual eu me tornei depois dela.

Nada melhor que um beijo quente
Em que eu perceba o gosto de seus lábios
E a dor de suas mordidas
Saboreando-me
Com salivas
Indecentes, porém
Doces...
Nossas bocas juntas
Se formando quase em uma
Em um entrelaçar de línguas
Fortalecendo a nossa união
Entre um beijo e outro
O intenso momento de um querer selvagem
E indecência divina que tanto
Satisfaz os nossos desejos...
Em meia turbulência de nossas carnes
Entendo a sacanagem de nossas bocas
E do por que o consumismo
De sua boca para com o beijo;

⁠Eu não ofereço nada do que não seja maior que o universo para quem realmente amo!

Toda vez que me deparo com sua imagem eu me apaixono diferentemente dia após dia;
E nada esconde esse desejo de te ter aos meus braços pensando em te oferecer um poema no qual eu recite com o eco os meus sentimentos a você;
Deixe-me te encontrar para descobrir o seu eu com requinte de um romantismo suave, mas verdadeiro para iniciarmos uma linda história;

Eu só sei que nada sei! Essa é a única porta que me permite vislumbrar o infinito. Sua certeza é o seu limite.

Eu de poeta não tenho nem o nome
Eu de poeta não tenho nada!
Por que não é meu
este verso que nasce
involuntário
do meu peito!
E hoje está cada vez mais presente
feito a humidade de um rio caudaloso!
De poeta eu não tenho nada
nao bebo vinho
não grito na calçada
nem me escondo em grupos
ou concursos literários!
Sou egoísta e reservado
Pensem o que quiserem
Eu apenas vivo o meu verso
feito o trovão no final da tarde!


William Marques de Oliveira

Seja como o sol, que brilha sem pedir
Que aquece o mundo sem nada exigir
Eu quero amar assim, com todo o coração
Ser abrigo e céu em sua imensidão. - Frase da música Seja Como o Sol do dj gato amarelo

Quem me conhece até sofre, para compreender que nada revela o meu ser....
Eu me conhecer, já é difícil, me entender...


impossível!!

ENTÃO, NADA DO QUE EU FUI CONTOU?

Eu não fiz promessa.
Fiz presença.

Cheguei sem alarde, sentei no chão da dor alheia, ouvi histórias repetidas
como quem respeita feridas abertas.

Eu estendi a mão sem contrato, sem registro, sem a necessidade de ser lembrada.

Mas há quem confunda apoio com obrigação invisível. Há quem só reconheça o vazio porque o vazio combina com a própria identidade.

Eu fui ponte, e ainda assim disseram
que não havia caminho.

Talvez porque atravessar
exigisse responsabilidade.

Não me dói mais não ser citada.
Dói perceber que algumas pessoas
precisam apagar o amor recebido
para continuar chamando de injustiça
a própria escolha de não mudar.

Hoje eu recolho minha presença.
Não como castigo, mas como cuidado.

Quem transforma companhia em nada
não perdeu alguém, perdeu a chance
de se tornar maior do que a própria dor.

Eu só uso isso aqui para me distrair, bater um papo, quando não tenho nada pra fazer.
Minha vida real é offline.

Eu amo o amor, com ele aprendi que nada perde seu valor...

A roda está aberta




Quando eu era criança,
o mundo não explicava nada,
apenas acontecia.


As árvores falavam baixo,
os rios riam alto,
e o céu trocava de roupa
sem pedir opinião.


Eu acreditava.
E isso bastava.


Os antigos sabiam:
em algumas aldeias do Sahel,
as crianças nascem velhas
e vão ficando leves com o tempo.
Entre os hopis,
elas chegam trazendo histórias
que os adultos esqueceram de escutar.


Por isso brincam.
Para lembrar.


Quando virei jovem,
o sangue quis correr mais rápido que o destino.
Aprendi com Inanna
que descer aos infernos
também é iniciação.
Com Oxum,
que beleza é força em estado líquido.
Com os gregos bêbados de Dioniso,
que o corpo pensa
quando dança.


Errei muito.
E cada erro
abriu uma janela.


Os astrônomos da Babilônia diziam
que o céu é um livro em movimento.
Os povos do Pacífico navegavam
lendo ondas invisíveis.
Eu também aprendi a me orientar
pelo que não se vê.


Hoje caminho como anciã
mesmo rindo como menina.
Carrego o tempo dobrado nos bolsos.
Sei que o mundo nasce, quebra,
renasce torto
e continua.


As avós da floresta dizem
que a morte é só uma mudança de canto.
Os xamãs da neve
sabem que o silêncio também ensina.
Os griôs guardam universos inteiros
numa pausa bem colocada.


Dentro de mim,
todas as idades conversam.


A criança puxa minha mão
para correr atrás de borboletas.
A jovem acende fogueiras
onde disseram que era perigoso.
A velha sopra brasas
e chama isso de bênção.


E eu canto.
Mesmo sem afinação.
Eu danço.
Mesmo sem plateia.
Eu celebro.
Porque estar viva
é o maior segredo já contado.


Se você chegou até aqui,
não é por acaso.
Os antigos dizem
que quando um texto toca o peito,
é porque ele te reconheceu primeiro.


Então entra.
A roda está aberta.
Tem riso, tem tambor,
tem vida passando agora.

Eu te odeio.
Odeio seus olhos — esse brilho indecente,
como se não tivesse feito nada,
como se eu não fosse o acidente.


Odeio seus cabelos — leves, ao vento,
caindo no lugar com perfeição,
enquanto em mim só sobrou desalento
e um nó permanente no coração.


Odeio seus lábios — precisos, cruéis,
sussurrando promessas rasas demais,
palavras bonitas, verdades infiéis,
que ficaram presas nos meus finais.


Eu te odeio,
porque tudo em você ainda encanta,
mesmo depois de ferir.


E talvez esse ódio que eu canto
seja só amor
que eu não consigo admitir.

Ai, que saudades que eu tenho do sertão
tinha um ranchinho
hoje não vejo mais nada
Ai, ai, meu Deus
quanta dor, quanta aflição
êêê, quanta saudade que eu tenho do sertão
Tá tudo novo, tá tudo modernizado

Coral: tá tudo novo, tá tudo modernizado

Ai, que saudade eu tenho da minha boiada
pega de boi
da minha vaquejada
do meu chapéu
do meu facão
do meu gibão
Ai, que saudade que eu tenho do sertão
Tá tudo novo, tá tudo modernizado

Coral: tá tudo novo, tá tudo modernizado

Eu já fui à frente neste dia. Nada te surpreende sem que Eu saiba. Descansa teu coração, confia nos Meus cuidados e dá um passo de cada vez. Onde faltar força, Eu te sustentarei. Estou contigo. Deus

O "mim” nada faz por nós, é o “eu” que precisa despertar para viver a realidade."

O Amor que Fica


Eu te amo
no lugar onde nada é pedido,
onde o silêncio também é cuidado.
Te amo sem tocar,
sem cobrar presença,
sem exigir futuro.
É um amor que observa,
que deseja em pensamento
e respeita em realidade.
Guardo você
como quem guarda luz:
não prende,
não apaga,
apenas deixa existir.
Porque alguns amores
não vieram para acontecer,
vieram para ensinar
a sentir.

Você é a única pessoa que eu amo, Diana, e nada no mundo mudou ou mudará isso. Um dia, eu tive medo de você porque eu não sabia o que eu sentia, era uma explosão e eu não conhecia, eu conhecia tudo, todas as conexões, menos o amor
E quando conheci você, o amor nasceu em mim, até lá eu apenas sentia medo e achava que era amor, mas com você, pela primeira vez eu senti amor. Oh sensação prazerosa e diferente de tudo, era estar em harmonia com tudo o tempo todo, o mundo era feliz, colorido, a vida fazia sentido, o seu cheiro era o mais penetrante, sua pele a mais macia, seus olhos os mais bonitos, tamanha perfeição que nunca vi igual, aquela nova vibração, abriu um novo estado de consciência puro, o amor, mas quando você ia para longe, minha vibração altera novamente para a vibração baixa, do submundo, e eu voltava a ser apenas o Wesley.
Triste, depressivo, sofrendo, só que 100x mais do que o normal, pq sentia falta do amor completo, e então, criou todo esse caos a nossa volta, impulso primordial, me perdoe por isso.

DESABAFO

“Ninguém nem nada neste planeta é culpado pelo que não dá certo na minha vida; eu sou meu próprio obstáculo, meu próprio mal.”
Essa frase nasceu do cansaço de quem tenta se erguer há anos e, mesmo assim, sente que tudo desmorona antes de ganhar forma. Por muito tempo, tive a sensação de que o mundo ao meu redor conspirava contra mim. Às vezes parecia algo espiritual, outras vezes soava como uma luta invisível, quase demoníaca, travada em silêncio. O fato é que a ajuda nunca chegou. Nenhuma mão estendida, nenhum anjo, nenhuma presença que dissesse “eu estou aqui”.
Fui ficando à deriva, empurrado para os cantos da vida, aprendendo a aceitar migalhas como se fossem destino. Há anos não sei o que é olhar para minha conta e ver ali o fruto digno do meu suor. O esforço existe, mas o retorno não vem. Com o tempo, isso anestesia. As coisas boas deixam de fazer sentido. O ânimo se apaga. O sorriso vira ensaio.
Hoje sou um ator eficiente: desempenho alegria, força e normalidade sem palco, sem aplausos e sem reconhecimento. Sustento um personagem para sobreviver em meio a amizades raras e rasas e a uma sociedade que se diz justa, mas apodrece na hipocrisia. Não sou vencido — estou exausto. Não sou mau — estou sobrecarregado. E talvez o maior erro tenha sido transformar essa dor em culpa contra mim mesmo.

E ainda nesta noite, sexta-feira, dia 2 de janeiro de 2026, às 23h57, questionar quem rege a minha vida não é sinal de fraqueza. Vejo isso como sinal de consciência. Acredito que, quando alguém começa a se perguntar sobre destino, controle e sentido, essa pessoa já não está dormindo dentro da própria história.
E o problema não é eu ser “o meu próprio mal”.
O meu problema foi ter caminhado longe demais sem testemunhas, sem apoio real, sem pausas para recalibrar o rumo.
Não enxergo o destino como um maestro invisível regendo tudo em silêncio. Para mim, ele se parece mais com um barco mal equipado em mar agitado e tempestuoso. Não é culpa do barco existir — o que falta é leme, mapa e porto.
E, ainda assim, eu sigo flutuando.
Para mim, isso não é pouco. Isso é resistência silenciosa diante de todo o caos da minha vida.