Eu sou tudo e nada
A minha versão
A minha versão que vale a pena não é aquela que te apraz
Eu não sou feito de puro equilíbrio
Essa minha versão chora todas as noites
A minha versão que vale a pena é o avesso da minha impressão carnal
Está tudo aqui dentro, na flor da pele não transpassa nada do meu submundo interior
Eu não concebo poemas com a minha versão rude, nem digo que te amo
Mas minha versão interior grita como um leão selvagem e só diz:
“te amo, te amo, te amo...” Essa voz que vem lá de dentro ecoa dessa forma.
Eu choro sim, mas não se preocupe, nem tudo em minha vida são lágrimas
Às vezes choro por prazer, choro de saudade, de emoção, de êxtase
Até esses versinhos simplórios são uma forma de chorar pra mim.
E essa minha versão é inacessível.
A minha versão louco, embasbacado, apaixonado pela Vida mas de pouco verbo
É a versão mais fácil de ver. Mas é uma versão feia. Eu gosto mais de ser bonito
Assim como eu sou por dentro. Portanto não me julgue pelo o que eu sou por fora
Eu só sou o que sou por dentro graças ao que toco por fora
E fora dos limites do meu corpo bate um coração que não é meu
Faz parte do que sou por dentro e amo por fora
Essa é a minha melhor versão, a que te venera e te contempla
A que te bebe no escuro, apalpa no claro e sente falta a todo momento
A que te lê nas entrelinhas.
A que atravessa à nado essa sua paz vermelha
Se pendura firme nos teus fios rubros de cabelo
Morre no incêndio que é teu olhar.
Minha versão débil não se parece em nada com o cara da propaganda de toalhas que você adora
Nem tem os mesmos atributos dos príncipes tal qual previu Walt Disney
Essa versão morre a cada dia em que subsiste, não quero que olhe pra ela.
Minha versão canalha, é a versão que espera que tudo venha daí
Mas que arquiteta o que há de vir e sonha desse lado
Sonha contigo a todo momento
Quero a sua versão comigo.
Aleksandro Silva
Eu não sou, mas reflito Aquele que É!
A atualidade da questão “quem sou eu” é milenar. Assim como hoje em dia em sites de relacionamento e entrevistas de empregos, ela sempre rondou os questionamentos do homem.
Sócrates propôs: Conhece-te a ti mesmo; Decartes em seu Discurso sobre o Método, conclui: Se penso logo existo; já Platão e Aristóteles ao falar sobre o homem, relacionam corpo e alma, onde para um essa relação é acidental e para outro substancial. Ao discorrer entre esses pensadores, podemos notar que nenhum deles se define, entretanto, respondo perguntando: Onde se esconde o tal de sou?
Eu sempre expresso sentimento, digo o que gosto de fazer e destaco pontos de minha personalidade quando me coloco a descrever quem sou. Exemplo disso, é que gosto de estar entre amigos, me interesso muito pela humanidade, professo fé católica, gosto de comidas simples, considero-me uma pessoa calma, educada e honesta, sonho muito, tenho desejo de constituir uma família tradicional, e quando conheço alguém, faço questão de primeiramente apresentar o que presumo como fraco e negativo em mim, porque se esse descobrir algo de positivo e de bom na minha pessoa será apenas lucro para uma verdadeira amizade. Com efeito, todas essas informações não definem minha essência.
Discorrendo sobre o livro de Êxodo capítulo 3, versículo 14, deduzo não saber ainda quem sou, pois não conheço plenamente a substancia que está no eu que busco. Como eu posso ser se minha existência não é necessária, onde o mundo sem mim continua sendo o mundo, ou, como posso ser se para existir preciso do outro; até para sentar na cadeira que sento e calçar o calçado que uso muitas mãos tiveram que trabalhar?
No livro do Êxodo, descobrir que para mim basta fazer parte do reflexo daquele que me ilustra e se declara “EU SOU AQUELE QUE SOU” (o Deus de Israel). Ele sim existe por si mesmo e sua existência é necessária para todo universo.
Na tentativa do autoconhecimento, procuro refletir, pretendendo me encontra com o verdadeiro EU SOU e passar Nele e com Ele ser também.
Eu sou o anticristo do deus preconceituoso, vingador e odioso que abunda no cérebro dos fanáticos doutrinadores neopentecostais, por ausência absoluta do que deveriam trazer em seus corações.
Ato III: A Ira dos Céus e dos Homens
Eu sou o carrasco de minha própria alma,
Perdido no labirinto de meus medos.
Busquei justiça, mas encontrei dor,
E agora, o peso do julgamento me destrói.
Anneliese, tua inocência queima meus olhos,
E a chama que me acende é a vergonha.
Deverei continuar a cegar-me,
Ou abrir os portões da verdade, onde a luz e a sombra colidem?"*
O julgamento foi selado,
O fogo clama sua vítima.
E tu, Johann, és agora
Aquele que será julgado."
Em cinzas, todos nos encontramos,
No silêncio, todos cairemos.
Eu pensei ser o justo, o portador da luz,
Mas a escuridão me tomou, enfim.
"Nos ecos da minha justiça cega, descobri que o verdadeiro julgamento não vem do céu ou da terra, mas daquilo que sou incapaz de perdoar em mim mesmo."
Na minha frágil existência imersa no imenso universo...
Quem sou eu?
Um grão de areia...
Pó estelar...
Uma centelha de vida a vagar o infinito...
Quem sou eu?
Quem é você?
As vezes temos azar, azar no jogo, azar no amor, azar nas amizades e azar nas escolhas, eu sou azarada, errei no amor por não saber oque fazer, errei na amizade, por punir injustamente uma amiga, eu tive azar comigo mesma ao cortar os pulsos, errei ao fazer todas as escolhas erradas e azaradas que já fiz.
Eu sempre gostei de girassol.
É amarelo, traz alegria, esperança e lembrança de quem eu fui, sou e quero ser.
Sonhei com eles num buquê, com ele em vários buquês, em vários momentos.
Numa plantação correndo no vento, com alguém me olhando por dentro, deixando contento, lançando no vento cada espinho arrancando da minha alma.
Sonhei com girassóis no cabelo, acompanhados de beijos, de algum cortejo, como um soneto que o final é feliz, seguidos de um sim, com certeza da fuga do fim, pois afinal o amor é assim, imperfeito, intenso, um querer bem do seu bem, sempre pensando no além, vivendo o hoje por medo da incerteza da vida amanhã.
Um aconchego ao deitar, o medo de desapontar, a busca por amparar, cuidar e simplesmente amar... Juntos sonhar um sonho único a dois... Eu sonhei, sempre sonhei.
Você até pode falar que sou analfabeto, sim, pode falar. Porém, você não pode questionar por eu não entender a tua explicação. Você leu a mensagem na pedra, no entanto, você não conhece o desconhecido. Portanto, não peça para eu entender o que você não conheceu.
Se for pra eu lhe falar o que sou, será melhor você conhecer a minha história então você vai saber quem sou.
Hoje eu não desejo fugir a realidade serei o que sou, sou um templo do criador, sou um espelho no qual mim vejo sem nascara, sou um fraco buscando a força, um perdido procurando um caminho para quem está perdendo não a direção errada, sou um tolo na escola do sábio, a tantos propósitos na vida que eu não sei onde procurar, eu vou de encontro a realidade.
Eu me acostumei, mas não sou obrigado a viver uma situação oposto, se o fardo pesar demais, troco por outro adequado, não carrego o que não me convém nem por te nem por mim, não sou amarrado a ninguém.
Tem gente que diz eu sou de Deus tenho a minha salvação garantida, Deus está em todos portanto todos são filhos do criador.
Eu sou o tipo de cara que perdoa com muita facilidade, sigo em frente, pois não gosto de carregar comigo a infelicidade, também não guardo mágoa, mas isso não quer dizer que eu me esqueça daquela lágrima derramada... Quem me feriu no passado, não terá no presente a minha raiva, mas também não terá a minha presença constante, nem a minha divertida risada... Eu me afasto da dor, a mesma que por alguém foi causada, mudo de rumo, deixando fora da minha vida a pessoa indesejada, assim eu me reciclo e continuo a minha caminhada, mas agora com quem realmente merece fazer parte da minha jornada!
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