Eu sou tudo e nada

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“Tudo aquilo que colocamos depois do EU SOU se torna direção interior, palavra semeada e identidade em construção.”
Do livro EU SOU, Deus em Ação — O Despertar da Consciência Criadora, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

⁠Eu sou um poeta, não tenho medo de afirmar, pois tudo que vejo e sinto, de algum modo faço rimar... Poetizo a minha alegria, da mesma forma que a dor sentida, compartilho os meus sentimentos, dividindo com todos um pouquinho da minha vida.

Senhor Jesus eu te louvo eu te bendigo por tudo que sou e por tudo que tenho. Socorrei as pessoas que mais precisarem de ti. Muito obrigado Senhor.

⁠ Vivemos atualmente na ditadura da beleza, tudo tem que ter um padrão ideal de beleza. Eu já sou mais a mulher normal, com pouca maquiagem, a típica mulher contemporânea se preocupa consigo mesmo e com a sua aparência, mais não vive em uma regra padrão, segue a vida ao seu modo...

Quem sou eu como psicóloga se, antes de tudo, não reconheço minha própria humanidade diante da humanidade do outro? É no encontro de humano para humano que os sentimentos encontram espaço para existir, ser acolhidos e compartilhados. Sem essa conexão genuína, o que realmente conseguimos dizer sobre aquilo que sentimos?

“Já estou na estrada faz algum tempo e o vejo passar. Tudo que levo na bagagem sou eu mesma.”
#bysissym
#blogzoom

Eu sou chamado de escritor e poeta
Venho até soar romântico
Escrevo tudo sobre o que eu penso
E o que escrevo se torna pra muitos
Uma resposta e uma solução.

Eu sou um homem bom, mas não brinque comigo, por tudo que eu passei carrego o inferno dentro do coração.

Às vezes eu paro e penso: será que sou eu que complico tudo? 🤣”

Eu


Sou quem ficou
quando tudo foi embora.
Corpo marcado de quedas,
alma ainda em pé por teimosia sagrada.
Não por força heroica,
mas porque algo em mim se recusa a morrer.
Eu amo como quem entrega casa aberta,
mesa posta, bolso destrancado,
coração sem cadeado.
E o mundo, analfabeto de cuidado,
confundiu isso com fraqueza.
Não era.
Eu cai no asfalto, no banheiro, na rua,
cai nas pessoas,
cai nas promessas.
E mesmo assim, levantei sem aplauso,
sem plateia,
sem mão estendida.
Há em mim uma fé cansada,
não a fé que grita,
mas a que respira baixo
e continua.
Deus me vê quando ninguém vê.
No dia sem comida.
No dia sem resposta.
No dia em que o silêncio é a única companhia.
Eu não sou a que perdeu.
Eu sou a que não se perdeu,
mesmo quando tudo conspirou para isso.
Ainda há luz em mim,
não aquela que ilumina os outros,
mas a que agora aprende a ficar para si.
E isso, por mais que tentem,
ninguém apaga.
Isso sou eu, sem romantizar dor e sem me diminuir.
Não é o fim da história. É o retrato do intervalo.
E intervalos também são parte da música.

Quem quase me teve,
achou que era opção..
Mas eu sou escolha,
ou é tudo… ou não.

solilóquio.


Tudo o que você gostaria de ser, sou eu. A parte que você esconde quando percebe que está pensando grande demais, o pensamento que você corta no meio porque alguém ensinou que sonhar alto demais é pedir pra cair. Sou aquele pedaço que não aprendeu a pedir desculpa por querer mais, que olha pra uma vida pronta e pensa que aquilo talvez sirva pra alguém, mas não pra mim. Enquanto você mede o risco, eu já atravessei a rua. Enquanto você pensa no que vão dizer, eu penso no que vão dizer quando der certo.


Você me chama de exagero porque eu não aceito a medida que colocaram em você.


Eu sou a sua vontade sem legenda.


Sou o que sobra quando você tira o medo de decepcionar os outros, o personagem que aparece quando ninguém está olhando e você finalmente admite que não nasceu pra passar a vida seguindo roteiro escrito por gente que nunca teve coragem de escrever o próprio. Eu não quero ser aceito por uma sala que me obrigou a diminuir pra caber. Eu quero construir uma sala tão grande que ninguém precise me dizer onde sentar.


E talvez seja isso que assuste.


Porque eu não tenho vergonha de querer dinheiro, nome, respeito, liberdade, estrada, noite, música, cidade nova, história pra contar. Não tenho vergonha de querer olhar pra trás e reconhecer a minha própria mão em tudo aquilo que conquistei. O problema nunca foi querer demais. O problema foi você ter aprendido a chamar de “demais” tudo aquilo que exigia coragem.


Eu não.


Eu quero.


E quero até o verbo cansar.


Se disserem que é impossível, eu transformo o impossível em prazo. Se disserem que não combina comigo, eu mudo a combinação. Se disserem que ninguém da minha idade chegou lá, eu paro de olhar pra minha idade. Se disserem que eu devia ser mais realista, eu pergunto desde quando a realidade virou dona dos meus planos.


Você fica tentando descobrir quem você é.


Eu estou tentando descobrir até onde você consegue chegar.


Essa é a diferença.


Você quer uma vida segura. Eu quero uma vida que faça sentido quando ninguém mais estiver assistindo. Você quer ter certeza antes de começar. Eu quero começar e deixar a certeza vir depois. Você pensa em perder o que tem. Eu penso no que nunca teria se continuasse com medo de perder.


E não, eu não sou melhor que você.


Eu sou pior em algumas coisas.


Sou mais egoísta. Mais inquieto. Mais difícil de controlar. Não tenho paciência pra agradar todo mundo e talvez por isso eu pareça um problema quando, na verdade, sou só a parte de você que cansou de viver como solução pros outros.


Eu não quero ser uma versão bonita.


Quero ser uma versão verdadeira.


Aquela que erra e continua. Que cai e aprende. Que muda de cidade se precisar, muda de plano se precisar, começa do zero se precisar, mas não passa o resto da vida perguntando como teria sido.


Porque no fim não é sobre ser rico, famoso, admirado ou diferente.


É sobre não morrer cheio de versões que nunca tiveram oportunidade de existir.


E eu sou todas elas.


Sou o cara que você imaginou quando estava sozinho.


O cara que você viu no espelho e não reconheceu porque parecia confiante demais.


Sou a voz que diz “vai” enquanto a sua cabeça fabrica mais dez motivos pra ficar.


Sou o impulso.


O risco.


A fome.


A ideia que não te deixa dormir.


O plano que parece absurdo hoje e, daqui a alguns anos, vai parecer óbvio.


Tudo o que você gostaria de ser, sou eu.


Não porque eu já sou tudo aquilo.


Mas porque eu não tenho medo de tentar.


E talvez você nunca tenha precisado de outra pessoa pra virar essa versão.


Talvez tenha precisado parar de pedir licença pra ela existir.


Então quando você olhar pra mim e sentir aquela mistura estranha de inveja, raiva e vontade, não confunda.


Não é outra pessoa que você está vendo.


É você sem freio.


Você sem plateia.


Você sem a obrigação de ser compreendido.


Eu sou tudo aquilo que você deixou pra depois.


E eu não vim buscar você.


Vim lembrar que ainda existe tempo.


Mas tempo não espera.


Então decide.


Ou você continua imaginando quem poderia ter sido...


ou finalmente descobre quem você é capaz de ser.

SEXTA FEIRA - 14 DE AGOSTO DE 2026


"Eu estou tentando descobrir quem sou depois de tudo o que vivi, o que ainda preciso deixar para trás e para onde devo ir agora."

Passei por bons bocados, hoje não sei se sou eu que estou mais morna porque tudo me soa mais falso!




:⁠^⁠)🪙^⁠_⁠^

Eu perdia tempo me procurando, sem saber que eu sou tudo.

Eu sou um farol, no fim de tudo em meio a tantas questões, habilidades e pessoas estou aqui para guiar o caminho para chegar a algum lugar, não sou mais do que isso, parado e seguro. Que sentimento doloroso, agora me pergunto o que os faróis sentem? Algum vez alguém considerou mudar ele de lugar? De alguma forma nem mesmo pensar nele em um ponto diferente?

Minha vida perdeu o norte sem você. Eu entregaria tudo o que sou e o que ainda pretendo ser apenas para te ver cruzar aquela porta novamente.

Se Deus é o Dono de tudo — e Ele é — então eu sou apenas um dos Seus mordomos.

E, como bom mordomo, cuido com amor e temor daquilo que Ele confiou às minhas mãos: você, minha esposa, filha do Altíssimo, princesa nesta terra e herdeira do Céu.

- Ano novo, tudo novo...
Porque eu não sou museu!
Haredita Angel
13.12.25

Eu nem deveria ter dado ouvidos,
Quem disse que sou obediente?
Deu a mão, o coração, e tudo mais,
Me endividei com o futuro.