Eu sou tudo e nada

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tenho tudo, tenho nada...
tenho amor e não sou amada...
tenho respeito e não sou respeitada...
não tenho ódio e sou odiada...
não tenho raiva e sou apedrejada...
não tenho jugo e sou julgada...
não tenho crítica e sou criticada...
tenho atenção e não sou compensada
porque será que não sou nada...
será que é pagamento ou piada...
porque será que sou culpada...
um namorado que não me diz nada...
além de brigas e injustiças...
será que me odeia, ou será que sou amada...
tudo tenho e não tenho nada...

“Uma reserva de sonho contra tudo o que não é doce, sutil ou sereno. É o mais próximo da felicidade que podemos experimentar, sustenta Schianberg. Não sei que nome você daria a isso. Bem, não importa muito, chame do que quiser. Eu chamo de amor.”

E foi tudo tão lindo. Os dias foram todos perfeitos. Eu, você, tudo. Fizemos promessas e mais promessas, só não sabíamos que nunca iriamos cumprir. E eu não sabia que era tudo de mentira, tudo uma farsa. Eu acreditei, digo, acreditei em tudo que você disse e em tudo que eu sentia. Fui tola durante tanto tempo. E você se foi, sem ao menos se importar com o que eu iria sentir. Você seguiu a sua vida, não deve nem se lembrar de mim, já se passaram tantos anos. E todos os dias eu sento na varanda do meu quarto e observo a lua, como nós dois fazíamos juntos. Depois de você, eu passei a sentir mais, e foi horrível. Ah, eu senti tanto quando você partiu, lembro-me como se fosse hoje, você dizendo que não dava mais e que estava sufocado por meu ciúme doentio e totalmente desnecessário. Mais pra mim não era ciúmes, era cuidado mesmo. Cuidei tanto pra você não ir, mas você se foi do mesmo jeito, de nada adiantou o meu cuidado, foi só perda de tempo. Desculpe-me se eu nunca fui o suficiente pra você, se nunca te fiz feliz como você me fazia.
Eu adorava tudo em você, e quando digo tudo, é tudo. Eu adorava tuas manias, ate mesmo aquela irritante de ficar soprando o cabelo quando ele ficava atrapalhando tua visão. Adorava o teu cheiro, que me fazia viajar e parar em outra galáxia. Adorava quando você cantava, com aquela tua voz, tão desafinado mais ao mesmo tempo tão meu. Eu te adorava por completo, te amava também. Amava não, amo.
Mais do que adianta agora, você seguiu o seu rumo. E eu continuo aqui, parada, chorando e lembrando tudo. Porque eu não consigo ser como você, que esquece tão rápido de tudo? Porque eu não fui o suficiente pra você? Porque você fingia me amar, quando na verdade, estava comigo só por estar? Ah, você me dizia cada coisa linda, porque você tinha que dizer tudo aquilo? Hoje, tudo aquilo me dói sabia? Dói por tua causa, por você ter sido exatamente perfeito em uma hora e do nada mudar e decidir em embora. Se tu conseguiste me esquecer, eu vou tentar fazer o mesmo. Eu sei que mesmo não querendo, quando tu vais à tua sacada e vê aquela lua cheia, tu se lembras de mim. Mais, foda-se, agora é cada um por cada um. Eu por mim e você por você. Eu em busca da felicidade, e você em busca de outro alguém.

Inserida por annabenevides

"Eu não sou para posta no story do insta eu sou para guarda no coração "

Eu posso não ser uma pessoa bonita, mais eu sei que sou uma pessoa muito feliz por saber que posso conta contigo sempre... Por que você e o amor da minha vida a minha felicidade. E eu te amo mais que tudo, você e muito especial

"Sendo eu mesmo me torno misterioso aos olhos vulgares. Sou estranho para as pessoas que querem acreditar nas quimeras mais fantásticas e que se fascinam ao ponto de viverem ilusões. E das ilusões alheias não faço parte. Sou real, sem cor, sem sabor. Sou o melhor de mim mesmo pra mim mesmo. Não sou reconhecido, me percebem como uma representação criada e estranha à minha natureza."

Eu sou o mau é o bem.
Quem faz a historia.
Deus do meu próprio mundo.
O mundo aonde a morte e o fim do começo.

Meu amor é puro cálculo: eu sou y, você é x.

O que eu sou? Um festival de confusões e um turbilhão de emoções... Acho que só.

Sou como este poema escrito a lápis...
me deito em folhas brancas,
objeto de criação de um poeta
que sonhou um mundo imaculado

Tintas não me servem.
Limitam, eternizando até o que não é bom.

O carvão,
Ainda que carbonizado a madeira
matéria prima extraída de uma vida
apago com borracha.
É quando me refaço.
Ou me recrio

Estou comum vazio no peito,
vou me silenciar até passar este momento,
sou discursivo e extrovertido,
hoje no entanto apenas quero meu eu.

Quem sou eu... ou o que eu realmente sou, gosto e faço ou simplesmente sou, por que eu pratico, faço e uso impulsivamente, compulsivamente sem pensar por que existe. Quem sou eu isoladamente ou eu sou sempre pelo que caminho na cultura de massa, aliciado permissivo pelas propostas virtuais, pelas áudio-imagens oferecidas e engulo as propostas como produtos e subprodutos de consumo em meu tempo que me afastaram cada vez mais de minha particular identidade e singularidade.

Eu sou o que penso
Eu sou o que digo
Eu sou o que sobrou
De amores mal vividos
Sou canção,
Sou inverno, sou verão
A intriga e o perdão
Apenas consolo para o seu coração

Eu e ele

Eu amo, ele odeia
Eu sou calmo, ele nervoso
Eu sou presente, ele ausente
Eu sou tolerante, ele intolerante
Eu sou carinhoso, ele frio
Eu espero, ele avança
Eu conserto, ele quebra
Eu arrumo, ele bagunça
Eu ajudo, ele atrapalha
Eu educo, ele deseduca
Eu brinco, ele abusa
Eu converso, ele discute
Eu sou forte, ele fraco
Eu sou solidário, ele egoísta
Eu falo a verdade, ele mente
Eu quero o melhor, ele o pior
Eu desejo, ele inveja
Eu desabafo, ele lamenta.
Eu dou conselho, ele critica
Eu chego cedo, ele atrasa.
Eu trabalho, ele enrola
Eu sou democrata, ele ditador.
Eu sou de paz, ele de guerra
Eu sou vítima, ele opressor
Eu sou bom, ele mau
Eu sou inocente, ele culpado
Eu sou certo, ele errado
Eu sou perfeito, ele imperfeito
Eu sou eu, ele é ele.

Quer me descrever, diga apenas que sou um apaixonado por Legião Urbana e que sou um grande enigma.

Uma vez me perguntaram que tipo de pessoa eu sou, respondi que eu era 60% sanidade e 40% loucura, não foi o suficiente, pediram para que eu fosse mais exata. Intensidade eu me resumo à intensidade, ou gosto, ou não gosto. Meus olhos transparecem o que está dentro de mim, gritam com toda voracidade o que eu sinto, olhar no fundo deles é se perder em um véu da noite, escuro e sem estrelas, sem estrelas porque sou egoísta e guardo todas as lembranças boas e belas só pra mim, pois são as únicas coisas que realmente irá permanecer. Conviver comigo é como tentar sobreviver em uma ilha deserta sem mantimentos, a gente nunca sabe o que vai acontecer, tem que se estar preparado para imprevistos, uma hora está tudo bem, outra o mundo está do avesso. Eu estou do avesso. Não se aproxime de mim caso a sua intenção seja ir embora, ou soma, ou some. Você não vai conseguir ganhar o meu coração, se eu ainda tiver um e você fazer por merecer, eu o embrulho e lhe dou de presente, mas se você magoa-lo, quebra-lo, siga a sua vida, ele não costuma confiar duas vezes. Eu sou um livro sem fim, com começo e meio alternados, misturados, não é fácil me decifrar, me aceitar, me entender, me amar, me acompanhar, mas quem disse que seria fácil? O melhor de mim nem todos podem ver, mas o segredo está nos olhos, o melhor de mim se encontra nas brasas da fogueira fria que ele revela sempre que é intimidado. Sou céu e inferno, com o poder de perdoar, mas sem amnésia, sou anjo e demônio, mas sem o poder de lhe influenciar, sou o que poucos entendem, mas muitos querem ser.

Para criticar não me rebaixo sou o que sou e não o que acham!

Quem sou eu para julgar alguém. Mas quem é alguém para me julgar.

Preciso admitir, eu não sou de fácil convívio, nunca fui uma menina doce que agrada todo mundo, tenho temperamento forte e um gênio difícil, sou super protetora com quem amo, e ciumenta demais, não sei perder nem um par ou ímpar, mas também não desisto fácil. Gosto do meu lado apaixonado e romântico, mas quase nunca aparece. Eu tenho mania de estar sempre certa, e de apressar as coisas demais, quando sou calma pareço um monge, mas quando me irrito sou mais barraqueira que aquelas mulheres de reality show. Por fora sou forte como uma pedra, por dentro frágil como um vidro. Orgulhosa ao extremo, e honro meu título de rainha do drama. Não levo tudo a sério, mas quando levo eu dou valor. E sabe o que mais me assusta? É que ainda assim, tem gente que gosta de mim!

⁠Eu sou solitária por extinto, já me acostumei com isso.
Se eu estou em uma festa, procuro pelo lugar mais vazio, nas aulas, procuro a cadeira mais isolada de todos, no meu trabalho, entro em minha sala, faço meu trabalho e pronto. Enfim, eu não gosto de fazer muitas interações com os outros. Não sou velha, mas em toda a minha vivência, graças a minha observação, vejo o quanto algumas pessoas são vazias, falta algo dentro delas, eu não sei. Olho para um grupo, e sinto um enorme desinteresse em chegar e entrar no assunto. Eles conversam sobre coisas comuns, seguem todo um padrão e repelem toda aleatoriedade. E eu sou uma aleatoriedade.