Eu sou tudo e nada
Os meus Versos Intimistas
têm tudo de todos os Ipês
seja na Bahia ou no Espírito Santo,
Todas as vezes que olho
as suas fotografias está explicado
o porquê corri riscos e te amo tanto,
O meu sorriso e o meu pranto
nas minhas poesias sigo dedicando.
Versos Intimistas que têm
tudo da amada Piúna florescida
como poesia profunda
e mística de Goiás,
Sob as flores da memória
de um tempo que ficou para trás.
Meus Versos Intimistas
levam tudo da fé em Deus,
da confiança e na certeza
que tenho no meu país,
Porque amo imensamente
mesmo com os desafios
que oferecem a nossa gente.
Os seus olhos são
a fonte dessas
luzes e muitos mais
de tudo o quê
toca o coração,
Estamos nos braços
do amor e da paixão
na dança que segue
o ritmo da sedução.
O amor define tudo assim
como o Ipê-ovo-de-macuco
florescido em Minas Gerais,
Para você tenho os mais
lindos Versos Intimistas,
o meu aconchego e toda a paz.
Quando a gente pensa
que o mundo nos esqueceu,
que a espera é a sentença
é porque tudo está valendo
a pena para se tornar poema,
As tuas malas são as tuas
letras para te levar contigo mesmo
para perto, longe ou até para dentro,
Você é poeta e a História
está nas tuas mãos é você quem escreve.
Trago tudo do Cedro Rosa
eterno em mim
e da floresta ancestral
o meu jardim
da minha verdadeira Nação
de maneira igual
que dedico a espera
com os meus Versos Intimistas
do fundo do coração,
porque do amor e da paixão
só o tempo é quem dirá,
e por nossas mãos a rota
de como chegar se escreverá.
Sobre mim a inspiração,
a sombra do Cedro Branco
e tudo aquilo que inunda
os meus Versos Intimistas
com amor e paixão
em busca do caminho
para te fazer cair em tentação.
Espanto tudo que é ansioso
e depressivo olhando para o futuro, Porque ainda somos crianças
e podemos melhorar o mundo.
Quando os mais humildes
vão marchar nas ruas
é porque tudo falta e não
estão sendo escutados;
De cada quilômetro percorrido
deles sou os passos
destes pés pela vida cansados.
Sempre que calam, constrangem,
agridem, prendem e torturam
a mais frágil filha de Bolívar,
A mim me calam, constrangem,
agridem, prendem e torturam;
Não consigo estar calada
e do lado daqueles que ignoram
o fato até dos grupos de jovens
terem virado adultos armados.
Da greve de fome do líder
o quê me grita mesmo nos
ouvidos é o barulho do estômago
vazio dos mais humildes
que não têm a quem recorrer;
O sangue das minhas veias
correm nas veias deles
e não sou quem finge não ver;
Se não for insistir pela via do diálogo,
eleger a pior via jamais poderá ser.
(Não existe como inventar outro fazer).
Tudo aparenta
que o paredão
gritado pela
Assembleia
em protesto ao
autoproclamado
não soou no
sentido figurado,
Padece o povo
vítima do terrorismo
elétrico e com
o ânimo minado.
Para a surpresa
o valoroso
Tenente foi
injustamente
expulsado
porque defendeu
integralmente
a vida do General
e da tropa,
Ainda quero crer
que foi mais
uma falsa
notícia do jornal,
Não é possível
que ninguém
convença o poder
que a reconciliação
mesmo que tardia
é a melhor sentença.
Sei que falo além
do que deveria,
É porque quero
um mundo
pacificado,
sem o medo
como fio condutor
do controle social
e sem o vício
do pior como
caminho porque
só de ver isso
não tem me feito bem;
Afasta de nós
esse graal diabólico
que tumultua
e tem feito
do nosso psicológico
um espelho do Império.
Cada um conta
a História que quer,
e em nome do poder
acha que pode fazer
tudo o quê quer.
Quase não se
aceita a História,
porque não se
aceita a vida
como ela é,
e se negocia a fé.
Longe de ser
arremedo para
espalhar tal vazio,
quero é varrer
todo o receio.
Quase não se
respeita o arbítrio,
e o tempo de cada
um de aprender,
com partido ou
sem nenhum,
esse é o tal perigo.
Porque Escola
com opinião é
risco de Governo
com bom senso,
e isso mete medo.
Existem momentos
Na vida que não
Permitem que tudo
Seja a nossa maneira.
Liberta toda a poesia
Retida na alma llanera,
Retira os grilhões
Da gente prisioneira.
Sacode de si a poeira
Típica do poder,
Que afasta a gente
Que a ti lhe queira.
Revela a grandeza,
Busca na atitude
Reconciliada a tinta
Mais fina e dourada.
A tempestade passa,
Só não abra a mão
Da escrita honrada
Do teu nome
Na História da Pátria,
Fazendo livre
Toda e qualquer
CONSCIÊNCIA.
Chega um momento
que tudo o quê foi dito
a quem merece ouvir
não precisa ser repetido,
é melhor deixar o tempo
se encarregar de fazer
o papel de educar,
para que gente assim
não se sinta empoderada
para fazer ainda mais mal;
e a dor existencial
de ser ela própria não
castigar ainda mais
a quem não merece.
O anjo nas finas linhas
do destino ao povo assim
escreveu: "Não
esqueçamos
dos presos de consciência,
Não existem presos
de consciência de primeira
ou de segunda.
Todos sofrem o rigor
de pagar com a sua
liberdade de discordar
por suas idéias,
frente ao status quo;
quem não compreende
vai contra a história,
sobram os exemplos.
Lutemos pela LIBERDADE.".
Por saber que anjos
existem continuo a escrever os meus
poemas para lembrar que
as mil prisões políticas ainda
nesse século ao tempo resistem.
Nos versos reclamo
e falo de tudo um pouco,
O Esequibo de volta
tal qual a justiça
também faz falta,
Eu reclamo por prisões
injustas de um General,
de paisanos e uma tropa.
Falo de tudo, reclamo
e lamento profundamente
a tragédia feita contra
um dos últimos revolucionários
românticos deste continente:
o Professor Carlos Lanz
vive eternamente
no coração de toda a gente.
Doa a quem doer cada um
dos meus lamentos,
não estou aguentando ver
o sofrimento do velho
tupamaro e a indiferença
de quem tem o dever de fazer
o quê é leal, justo e humano
contra tudo o quê é arbitrário
e contra ele foi lançado.
Cada cena que vejo de um
povo quem vem sendo
dispersado me dói ver
um território escapulindo
pela lama da geopolítica
assediosa e ofensiva,
É em nome do Esequibo
que todos já deveriam
ter se encontrado, dialogado,
se perdoado e reunido,
E o tempo está passando
e não vejo um passo
a frente mais do que merecido.
E assim falando de tudo isso
os meus poemas da dupla
fronteira venezuelana e brasileira,
somente a mim pertencem,
No Appokailang-tepui
do Esequibo Venezuelano
os meus versos latino-americanos
com intimidade ali transitam
e nos outros onze tepuis habitam.
Não existe pós-verdade
tudo nesta vida
ou é verdade ou é mentira,
Devemos amar o Brasil
de verdade acima
de qualquer divergência
e todo os dias.
Só sei que o amor que
temos é dádiva
desta magnífica Pátria,
E o mérito deveria
ser em regra
para quem o merece.
A recíproca muito
além do Bicentenário
da Independência
deveria ser prática
diária por tudo aquilo
que fez com que
alcançássemos até aqui.
Só dizer que ama
o Brasil não é o suficiente
é preciso conviver
com quem pensa diferente,
E não atentar contra
os símbolos nacionais
e suprimir tudo o quê
nos fez e faz Pátria,
Preservando o nosso
idioma que é a maior
herança da antiga da Colônia
que nos permite
a unidade poderosa
que nos faz Pátria pacífica,
gigante e não devemos deixar perder.
Vesti-me dos pés
a cabeça no bom
estilo repleto
de Vyshyvankas,
Mesmo que ainda
vejo tudo indo
pelos ares junto
com os sapatos
das nossas crianças.
Insistindo em pedir
esperança para quem
sabe a manter onde
a mão não alcança,
E a nossa gente vive
sendo ilegalmente
pelo invasor presa,
julgada e torturada.
Nesta guerra que
tende vir a ser
prolongada e esta
tragédia por razões
óbvias anunciada
e que muitos fingiram
e outros tantos mais
escolheram não acreditar:
(de quem defende
o invasor prefiro para
sempre seguir afastada).
Não posso por instante
deixar o desespero
continuar me tomar
e tenho que aprender
o caminho de tranquilizar
mesmo em Zaporizhia
com mísseis instalados
em central nuclear,
A Guerra que começou
na Criméia é ali
que a paz há de se pactuar.
Chegamos neste Bicentenário
com tudo aquilo que fomos,
somos, seremos e sonhamos,
É preciso saber que somos
feitos de vinte e sete estrelas
que representam nossos vinte
seis Estados e a Cidade-Estado
onde fica a União que nos governa.
É essa a União que guia a nossa Soberania inequívoca
que nos faz esta Nação magnífica
de corpo, alma e coração
do Chuí ao Monte Caburaí:
Brasileiros são todos aqueles que
nasceram ou escolheram amar aqui.
No meu 'Brasil 200' e por todos
os séculos que estão porvir
nada deterá a liberdade
e a genuína felicidade de sorrir.
Entregando pistas
como quem te dá
bombons com a boca,
aos poucos entrego
tudo o quê para nós
nunca foi segredo.
Fingindo sempre
que não entendo
mantenho você preso,
porque sei quase
tudo ao teu respeito.
Enfeitiçando através
das minhas pistas
assim é perversão
doce para inquietar
dia e noite o coração
a vir me encontrar.
Domando assim
as manias de brincar
com o coração alheio,
no silêncio poético
construí o meu castelo.
Caminhando mesmo
sem pensar você virá
imparável porque sou
tudo o quê o teu instinto
sempre esteve a buscar
e o teu coração a sonhar.
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