Eu sou tudo e nada
O Homem pode viver em harmonia com o Meio Ambiente respeitando os limites e usufruindo de tudo o quê ele proporciona de forma judiciosa para que as riquezas naturais não se esgotem.
Entra Natal e sai Natal
tudo tem se repetido,
Ninguém sabe quando
terminam as penas
de cada preso político,
A responsabilidade
por cada reclamo poético
sempre vivo assumindo.
Por utopia insistente
venho pedindo este
e os próximos Natais
com elevado sentido
de ter nunca mais
na vida presos políticos.
Não quero um Natal
repetido: com tupamaro
histórico perseguido e preso,
com professor desaparecido
com heróis reprimidos
e com culto a incoerência.
O quê tenho escrito
serve para mim, para ti
e para quem quiser tirar
proveito toda às vezes
que deixamos esquecido
o nosso protagonismo
independentemente
do grau de importância.
Porque enquanto houver
uma tropa inteira presa
e um General injustamente
preso por pensar diferente,
Onde quer que estejamos
estaremos presos sem
mesmo com que percebamos.
O meu guarda-chuva
branco e vermelho,
é o poético pedido
onde tudo de atroz
tem sido semelhante
num mundo perdido.
A plataforma é unitária
e a agonia é coletiva
por cada prisão arbitrária,
E ali não há nenhuma
gente autoproclamada.
De como está o General
não sei de nada,
ele foi preso injustamente
e para a volta da liberdade
não há nem data marcada.
Como ele tem sido sufocada
é a tropa por cada segundo
que o tempo carrega
e a injustiça que não passa,
neste continente onde
a verdade tem sido silenciada.
Está a caminho no México
a próxima rodada
que além de mim coloca
muita gente esperançada,
firme quero crer que
a triste sorte pode ser mudada.
Peço perdão
à Venezuela
por tudo, tudo,
aquilo que não
tem perdão,
eles pisotearam
o meu coração.
O teu ar que
é o teu amor,
que é a tua
própria vida
pôde entrar,
e inúmeros
teus ainda não.
Não há mais
o quê esperar
a não ser
o tempo,
a tempestade passar,
e pedir pela tropa
e o teu General
a justiça libertar.
Quando vão parar
com a perseguição
aos tupamaros?
Eles estão dando
tudo de si mesmos
para a população.
Ocorreu mais uma
terrível injustiça
que de noite foi
a tempo corrigida
com o respeitável
líder tupamaro,
a data de hoje
não será esquecida.
Tenho em verso,
prosas e poesia
muitas histórias
para não deixar
das memórias
serem apagadas.
Quando vão parar
de negar a justiça
ao General que
continua preso
injustamente?
Será que vão
cumprir de fato
a medida cautelar?
Tenho consciência
que escrevo a esmo,
mas sinto que por
ele é tantos não
posso parar de falar,
a vida neste hemisfério
está de pernas pro ar.
Na noite que tudo
tem andado por um triz,
fique sabendo que
só tenho cara de banana
(ninguém me engana),
Tem gente que quer
forçar aparições
de outro mundo com
a imagem do General
que vem sofrendo
um longínquo tumulto,
Por intuição algo me diz
que querem brindar
com o quê há de muito
trágico o meu país
e o continente inteiro,
O jogo anda pesado,
e ainda bem que
consigo olhar para
o céu, me distrair,
e ter uma razão para sorrir:
a pioneira missão
tripulada para me divertir;
Pois ninguém sabe
quando a liberdade
para o General preso
injustificadamente
uma tropa inteira
ela para cada um haverá de sorrir.
Contando tudo
o quê se passa
por todo o lugar
vou mostrando
o autoritarismo
de todas as direções
capazes de prender
até injustamente
um General por
antever a urgência
da mensagem
de reconciliação
para o povo dele,
e recomendável
à todas populações.
Estamos num crítico
momento por aqui
neste continente
na Bolívia silente
um pedaço edênico
deste continente
que se transformou
num paraíso de golpes,
conspirações,
abusos e mil traições;
Todas capazes de trair,
matar e desaparecer
nos seus sete
pontos cardeais,
e até em um deles
de manter
sob cárcere duas
dezenas de militares,
e em outros tantos
praticar contra
quem os crítica:
falsos positivos
calúnias e difamações.
Não há como
embarcar
nesta pirada
aventura,
De levar tudo
a última
consequência
até mesmo
a palavra.
Discordar
não é ofensa.
Antes tarde
do que nunca;
É de noite
e cai a chuva,
Do teu
limite ético,
Tenho o físico,
E não o poético.
Se solidarizar,
não é ofensa.
Da viciante
convivência
agressiva
é preciso
buscar
se libertar.
Quer ajudar?
Não ofenda.
Sofreu e sofre
a juventude
diante das
nossas vistas,
Até no Chile
não anda
muito diferente,
O quê faz
sofrer a gente
não mais
deveria existir,
está transbordando
e severamente
vem me
assustando.
Não há como
não perguntar:
Como está
o General?
Se ele não
for libertado,
eu não vou aí
nem a passeio;
Falo mesmo
até você
me ouvir
e para
o mundo inteiro.
Eis a prosa de todo
o dia primeiro:
Quando vão
conceder a saída
soberana ao mar?
América do Sul
é poética profunda.
Tudo aparenta
que o paredão
gritado pela
Assembleia
em protesto ao
autoproclamado
não soou no
sentido figurado,
Padece o povo
vítima do terrorismo
elétrico e com
o ânimo minado.
Para a surpresa
o valoroso
Tenente foi
injustamente
expulsado
porque defendeu
integralmente
a vida do General
e da tropa,
Ainda quero crer
que foi mais
uma falsa
notícia do jornal,
Não é possível
que ninguém
convença o poder
que a reconciliação
mesmo que tardia
é a melhor sentença.
Sei que falo além
do que deveria,
É porque quero
um mundo
pacificado,
sem o medo
como fio condutor
do controle social
e sem o vício
do pior como
caminho porque
só de ver isso
não tem me feito bem;
Afasta de nós
esse graal diabólico
que tumultua
e tem feito
do nosso psicológico
um espelho do Império.
Saber que
falta luz e água,
tem me deixado
aterrorizada,
porque se tudo
falta ao povo,
a mim também
me faz falta.
Do General
injustiçado
e da tropa
perseguida
não estou
sabendo
mais de nada.
Como eu ainda
gostaria de crer
que o mundo
possível existe;
Não é fácil buscar
motivos para um
sonetário onde
sobra o silêncio,
e rende o tormento.
Existem momentos
Na vida que não
Permitem que tudo
Seja a nossa maneira.
Liberta toda a poesia
Retida na alma llanera,
Retira os grilhões
Da gente prisioneira.
Sacode de si a poeira
Típica do poder,
Que afasta a gente
Que a ti lhe queira.
Revela a grandeza,
Busca na atitude
Reconciliada a tinta
Mais fina e dourada.
A tempestade passa,
Só não abra a mão
Da escrita honrada
Do teu nome
Na História da Pátria,
Fazendo livre
Toda e qualquer
CONSCIÊNCIA.
Chega um momento
que tudo o quê foi dito
a quem merece ouvir
não precisa ser repetido,
é melhor deixar o tempo
se encarregar de fazer
o papel de educar,
para que gente assim
não se sinta empoderada
para fazer ainda mais mal;
e a dor existencial
de ser ela própria não
castigar ainda mais
a quem não merece.
O anjo nas finas linhas
do destino ao povo assim
escreveu: "Não
esqueçamos
dos presos de consciência,
Não existem presos
de consciência de primeira
ou de segunda.
Todos sofrem o rigor
de pagar com a sua
liberdade de discordar
por suas idéias,
frente ao status quo;
quem não compreende
vai contra a história,
sobram os exemplos.
Lutemos pela LIBERDADE.".
Por saber que anjos
existem continuo a escrever os meus
poemas para lembrar que
as mil prisões políticas ainda
nesse século ao tempo resistem.
Sem ver a luz solar
por nove meses,
Sem saber quando tudo
isso irá terminar
E não há jeito de saber
aonde está o Baduel,
E da mesma forma
quando sairá o Miguel,
mesmo não tendo a grandeza
do livro vinho tinto,
Eis poemas soltos
que como livros
São registros de mil
histórias para contar,
Po(ética) feita para
O ostracismo se incomodar.
Vesti-me dos pés
a cabeça no bom
estilo repleto
de Vyshyvankas,
Mesmo que ainda
vejo tudo indo
pelos ares junto
com os sapatos
das nossas crianças.
Insistindo em pedir
esperança para quem
sabe a manter onde
a mão não alcança,
E a nossa gente vive
sendo ilegalmente
pelo invasor presa,
julgada e torturada.
Nesta guerra que
tende vir a ser
prolongada e esta
tragédia por razões
óbvias anunciada
e que muitos fingiram
e outros tantos mais
escolheram não acreditar:
(de quem defende
o invasor prefiro para
sempre seguir afastada).
Não posso por instante
deixar o desespero
continuar me tomar
e tenho que aprender
o caminho de tranquilizar
mesmo em Zaporizhia
com mísseis instalados
em central nuclear,
A Guerra que começou
na Criméia é ali
que a paz há de se pactuar.
Tudo aquilo que
não gera direito
de restituição,
Não cabe lembrar
para ferir a alma
por provocação.
Reclamação é
dizer algo que não
está bom ou que
nunca esteve bom.
Provocação é ferir
a alma do outro
para cair no vazio
do banquete de ego
e perder a razão.
Prefiro sempre
reclamar porque
uma reclamação
pode ser a ponte
para a solução.
Longe de mim
fazer qualquer
tipo de provocação,
é preciso dizer
que o velho tupamaro
está chegando a exaustão,
é preciso dizer
que há uma tropa, um General
e paisanos em igual exaustão;
é preciso dizer que tudo
isso vem sendo reclamado
por causa de uma
cultura de forte repressão.
Há parte de um território
que virou zona em reclamação,
e muitos continuam fechar
as mentes, os olhos e os corações.
Pois no Ilu-tepui e nas estações
os meus versos latino-americanos
com intimidade ali transitam
e nos outros onze tepuis habitam.
Chegamos neste Bicentenário
com tudo aquilo que fomos,
somos, seremos e sonhamos,
É preciso saber que somos
feitos de vinte e sete estrelas
que representam nossos vinte
seis Estados e a Cidade-Estado
onde fica a União que nos governa.
É essa a União que guia a nossa Soberania inequívoca
que nos faz esta Nação magnífica
de corpo, alma e coração
do Chuí ao Monte Caburaí:
Brasileiros são todos aqueles que
nasceram ou escolheram amar aqui.
No meu 'Brasil 200' e por todos
os séculos que estão porvir
nada deterá a liberdade
e a genuína felicidade de sorrir.
Entregando pistas
como quem te dá
bombons com a boca,
aos poucos entrego
tudo o quê para nós
nunca foi segredo.
Fingindo sempre
que não entendo
mantenho você preso,
porque sei quase
tudo ao teu respeito.
Enfeitiçando através
das minhas pistas
assim é perversão
doce para inquietar
dia e noite o coração
a vir me encontrar.
Domando assim
as manias de brincar
com o coração alheio,
no silêncio poético
construí o meu castelo.
Caminhando mesmo
sem pensar você virá
imparável porque sou
tudo o quê o teu instinto
sempre esteve a buscar
e o teu coração a sonhar.
O nosso amor
cura tudo
e até os dias
mais duros
das nossas vidas,
Esta união íntegra
que construímos
como carbonato
celebramos juntos.
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