Eu sou tudo e nada
Nada é o que parece ser.
O mar de longe é azul, de perto é verde, por dentro, transparente. Aparentemente, tudo é diferente do que realmente é. Eis então o segredo para não julgar: em vez de olhar o mar de longe, mergulhe!
Ao meu redor, nada mais que escuridão, e desespero. A luz que vejo, não é a do túnel feliz, muito menos de uma boa alma carregando qualquer lanterna. A luz que vejo, ela simplesmente não existe. Nada mais, nada menos que ilusão. Talvez por ter tanta vontade de ve-la e poder enfim segui-la...
A morte é um breve instante de dor. Nada mais que isso. Então é impossível cumprir a minha vingança com uma coisa tão pequena como a morte.
A medicina em nada beneficia, se não liberta o corpo dos males; da mesma forma a filosofia não cumpre seu papel se não liberta a alma das paixões.
"Isso de amar sem esperar nada em troca, é bonito nos contos de fadas. Mas na vida real, um amor maduro exige um delicado equilíbrio entre dar e receber, pois tudo aquilo que não é mútuo, é tóxico." Bert Hellinger
Lembranças...
Nada me doi mais que aquilo que carrego comigo
essa descofortavel e profunda dor
que as pessoas insitem chamar de 'lembrança'
lembranças tristes que nao te
deixam esquer, nao te deixam viver
lembranças que apertam, machucam
tocam na ferida exposta pela vida
Mas as que mais doem sao as chamadas 'boas lembranças'
essas sao as q nao voltam mais, que so existem no verbo passado
e nao poderao ser revividas, retomadas, ressentidas
estao pra sempre recolhidas, guardadas, escondidas
ferindo mais, doendo mais, mais que qualquer dor
lembranças daquela pessoa tao presente que agora se faz ausente,
daquele tempo tao contente e que hoje melhor que nao se comente
e´ sentimento que hoje doi tendo sido bom ou ruim
As boas lembranças fazem chorar porque causam dor
mas porque tanta dor se foram boas?
lindas lembranças fazem chorar justamente por terem sido boas demais
e quanto mais intensa na época vivida maior se tornara´ a ferida
bons momentos foram aqueles... mas nao guardo boas lembranças
pois ainda que boas nao deixariam de ser meras "lembranças"
Não existe absolutamente nada mais devastador do que a morte. Ninguém acostuma, ninguém conforma nunca. A gente simplesmente segue a vida porque não tem o que fazer.
Você não é humana. Foi tão cortada, esticada e puxada que não sobrou nada. Jogou fora sua humanidade. É só pele, Cassandra. Só batom e pele.
Não estou mais interessado no que sinto
Não acredito em nada além do que duvido
Você espera respostas que eu não tenho mas
Não vou brigar por causa disso
Até penso duas vezes se você quiser ficar.
Não há dinheiro que compre a nossa paz de espírito, nada melhor do que uma consciência tranquila. Se formos pobres de bens materiais pouco importa perante a justiça divina, o que na verdade é relevante são os valores inerentes ao espírito. A nossa felicidade depende somente de nós, sejamos sábios escolhendo o bem, sempre!
Não se sinta constrangido por seus erros. Nada pode nos ensinar tanto quanto compreendê-los. Este é um dos melhores caminhos para se educar.
Não adianta nada alguém ficar dando lições de moral, se esse mesmo alguém não vivencia aquilo que fala.
Sobre a morte?
Sobre a morte nada conheço, não sei dizer.
Mas acho que a morte é esquecimento.
E quem parte continua vivendo
nas lembranças
e nos corações de quem fica.
Não saber.
Não há nada mais irritante do que respostas não-respostas.
Engarrafamento irrita, trânsito de sexta-feira, buzina ignorante, gente contraditória, fila que não anda, vizinho com rádio potente e nenhum bom gosto irrita.
Falta de educação, respostas atravessadas, atitude desnecessária, tudo isso. Mas nada mais desconcertante que um "não sei".
"Não sei" é termo que não vale, "não sei" não é resposta, "não sei" não é cabível. Falo daquele "não sei" inteligente e esperto não o desprovido de informação.
Aquele que é parente próximo do "talvez", vizinho do "pode ser", amigo fiel do "quem sabe".
"Não sei" não rende assunto, não dá chance nem esperança. Não dá audiência. É preguiça, provocação.
"Não sei" é arrancar as páginas de possibilidades e reflexões de um livro bom, é posição de impedimento, é tirar o corpo fora. Puro descaso, covardia. O boicote das justificativas. A alergia dos práticos. A úlcera dos ansiosos.
É ter todas as respostas guardadas, preparadas, apontadas e ainda assim se esquivar. Ter a mancha de um crime nas mãos e negá-lo.
"Não sei" é a fuga dos que não se comprometem. É vazio de sentido, tentativa frustrada de absolvição. Inconveniente, conservador, teste e tortura da paciência.
"Não sei", piada mal contada. Cretina, infundada. Se esconde atrás da sombra e do suposto respaldo das abstenções.
"Não sei" compactua com o "porque sim" e o "porque não" como escape de continuação do asssunto. Simbióticos e injustos. Tenta parar o trânsito da prosa, mas é atropelado pelas interrogações.
É a pressa e o pecado da língua insana, o tormento das personalidades combativas, o desespero dos descordantes.
"Não sei" é a negação do recurso. Não remete ao passado e não liga ao futuro, é a pedra no caminho da decisão, a pedra no sapato dos objetivos.
"Não sei" como comodismo, escolha mais conveniente.
Nada bobo o "não sei", bastante sábio. Um perigo, um abuso. Deveria ser censurado, abolido, abortado. Ahhh o "não sei"... descabido e desnecessário!
Responda "não sei" pra mim e prepare-se para o show de questionamento. Tenha certeza de sua resposta, de sua falta de posição. Esteja seguro e armado. Armado de argumentação.
Sem dor, como poderíamos reconhecer o prazer?
A existência do brócolis não afeta em nada o gosto do chocolate.
Então, nós todos somos importantes – talvez menos do que muito, mas sempre mais do que nada.
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