Eu sou tudo e nada
Isto é tudo o que essa grande empreitada humana de exploração espacial realmente é (...), uma migração animal, uma tentativa de sobrevivência.
O mundo tá parecendo um barril de pólvora prestes à explodir e jogar tudo pelos ares.
Não conseguiremos salvar o planeta com ódio, violência e armas nucleares.
Sistema sitiado sistemático
Desordenada antonímia regressiva
Gira tudo, todo o mundo
Em volta de um pedaço de papel
Conceito abstrato generalizado
banalizado
Ostentando utopia
Nem tudo o que você matutar pode ser falado. Seja
prudente antes de falar, procure falar somente
o que gostaria de ouvir.
Livro: O Respiro da Inspiração
Temos tudo para obter sucesso. Muitas vezes,
nossas palavras nos comprometem, ou seja,
falamos demais.
Livro: O Respiro da Inspiração
Na vida, tudo é relativo; estar certo não implica que os outros estejam, necessariamente, errados. Tudo
depende de seu ponto de vista e de onde você está posicionado para enxergar a situação.
Livro: O Respiro da Inspiração
Tudo é passageiro. Tenha em mente que as dificuldades também são temporárias; são apenas uma
fase pela qual atravessamos, não o fim da jornada.
Livro: O Respiro da Inspiração
*Obrigado por tudo*
Senhor Deus criador do céu e da terra, Criador de tudo que existe, dono da Terra e de tudo que nela vive, me coloco diante de Ti em reverência e confiança. Tu és o Guardião da minha alma, minha fortaleza em tempos de angústia e meu refúgio seguro. Que eu habite em Tua sombra, protegido pelo Teu amor, sabendo que, como o Salmo declara, mil podem cair ao meu lado, mas nada me atingirá, pois me escondo sob Tuas asas.
Hoje, eu também clamo a Ti, ó Leão da tribo de Judá, Vencedor sobre todas as batalhas. Teu poder é a força que rompe correntes e abre novos caminhos. Assim como venceste, ensina-me a vencer as dificuldades com coragem, a não temer o mal, pois Tu estás comigo e és maior que qualquer obstáculo. Que eu tenha pureza de mãos e coração para subir ao Teu monte e encontrar minha paz na Tua presença.
Que minha vida seja uma prova viva do Teu poder e da Tua fidelidade, e que a cada passo eu sinta o Teu amor me guiando. Em nome de Jesus, aquele que venceu e permanece no trono, amém.
Tive um sonho.
Vi uma pirâmide.
E a partir daí, tudo para mim parecia uma pirâmide.
O que não se parecia com uma pirâmide não se expandia e como muitos padecia.
Era um mundo estruturado em forma de pirâmide, que sempre crescia para cima, sempre pela base.
Vi a pirâmide crescer e ficar bem alta, com uma base forte e larga, porque tinha espaço, condições e material de sobra.
Parecia que cresceria eternamente, mas, depois de muito tempo, percebi que ela havia parado de crescer. Parecia sem brilho, suja e desgastada.
Não havia mais espaço. A pirâmide estava gigante e começou a se desfazer, vi o que havia sido empregado em sua construção sendo retirado e usado para demolir o que ainda estava sólido: a parte de cima.
A pirâmide diminuía de altura à medida que a base se desfazia por si só, quase que naturalmente.
Do pó voltando ao pó.
De repente, a pirâmide rachou em duas partes: a parte de cima e a parte de baixo.
A parte de baixo se fragmentou em diversas outras partes.
A parte de cima, no entanto, permaneceu intacta, enquanto as partes de baixo rapidamente se transformaram em outras pirâmides menores.
Essas novas pirâmides menores não tinham a mesma robustez e brilho da pirâmide original.
Elas permaneciam sempre embaixo, enquanto a parte de cima permanecia no alto.
E o ciclo se repetiu, e se repetiu, e parecia se repetir indefinidamente.
As pirâmides de baixo eram diferentes, feitas de materiais e recursos que eu nunca tinha visto e não compreendia. Um mundo novo e estranho.
E cada nova pirâmide que surgia era única, nunca igual às anteriores.
Algumas dessas pirâmides de baixo não sabiam da existência da pirâmide de cima, ou talvez não se lembrassem, porque tudo era muito grande e durante a ruptura, tudo parecia se perder.
As pirâmides de cima, entretanto, conheciam e controlavam as pirâmides de baixo.
Ainda não sei o que foi isso.
Depois pensei em colmeias, formigueiros... Não sei dizer, parecia alguma sociedade de inseto ou animal que não existe.
Enfim, só pura imaginação em sonho.
Às vezes, dizem que o tempo é o bálsamo que tudo cura, o remédio para as feridas que carregamos no peito. Mas, na solidão das horas em que o silêncio fala mais alto, descobri que o tempo, por si só, não apaga marcas; ele as suaviza, as coloca em um canto, mas não as dissolve. São nossas próprias mãos que moldam a dor, que a transformam em algo menos cortante.
Talvez o segredo esteja na distração, em ocupar a mente e o coração. Cada momento em que me lanço em algo novo, cada projeto ou desafio que abraço, sinto a dor diluir-se aos poucos, como o eco distante de uma tempestade que já passou. Não é que a ferida desapareça, mas ela perde o peso, a urgência. Oculto a dor na pressa dos dias e na beleza dos detalhes que encontro, como quem aprende a sorrir ao recordar uma lembrança doce que já foi amarga.
Nesse caminhar, percebo que não é o tempo, mas a arte de seguir em frente, de recomeçar em meio ao caos. Descubro que a cura não é um destino, mas uma jornada.
Colorir-se,
mesmo quando
tudo ao redor
insiste —
desbotar-se.
Escolher sempre
que o momento
de desbotar-se
para construir
novas cores,
fique invisível —
ao exterior.
Há força,
há transformação
e há coragem
para manter-se
vibrante
e ainda assim,
reconstruir-se
silenciosamente —
em plena sabedoria
e ato de renovo.
Possibilitar,
apesar de tudo
à voltateimar —
em desalentar,
que os olhos
descortinem
o fascínio,
do toque suave
de cada gotícula,
que traz consigo
a promessa
de broto —
e vida abundante.
Seja dor ou alegria, tudo o que acontece em nossas vidas é temporário.
É preciso permitir-se viver, mas com a consciência de desejo profundo em verdadeiramente degustar a vida.
Não falo em viver tudo intensamente, escolhendo uma vida hedonista onde a liberdade esconde um desequilíbrio moral.
Mas é preciso degustar com propósito, uma vida sem propósito faz-nos perder o verdadeiro sentido do ser humano.
Ser instrumento de Deus.
Quarto da bagunça
Tudo foi amontoado, como um quarto da bagunça e que toda vez em que abrimos esse quarto para guardar mais uma emoção, mais forte precisamos segura-las para finalmente conseguir fechar a porta.
Nem tudo está predestinado
Nem tudo é destino, já que temos um arbítrio.
Quase tudo é transitório e passageiro, exceto as promessas de Deus.
Talvez não devamos chorar pelo passado,mas alegrarmos com tudo aquilo de bom que ele nos presenteou até o momento em que deixou de ser,os momentos bons devamos sempre agradecer a quem nos proporcionou , mesmo que não o faça mais,porque não há força que desfaça o passado,, o que houve de bom sempre deva ser remanescente para que o hoje nos afague e abrigue-nos da melhor forma possível,a vida nos convida pra viver à cada amanhecer com tudo novo, o velho é por nossa conta e jogar todo o passado no mesmo balde é jogar sua vida no lixo,visto que o presente fica muito mais interessante e motivador com as lembranças boas do passado,a vida é indefinida por ser evolutiva e sempre nor proporcionará com um talvez.
O insipiente presume que tudo quanto observa, ouve e pensa é digno de ser manifestado, acreditando que suas impressões não carecem de qualquer filtro ou ponderação. Em contraste, o sábio compreende a importância da moderação e da prudência, reconhecendo que nem todo pensamento merece expressão e que, por vezes, o silêncio é mais eloquente que a palavra. Assim, ele escolhe criteriosamente o que dizer, atento ao impacto de suas palavras e ao valor da sua própria idoneidade. Esta postura permite-lhe manter o respeito e a confiança alheia, pois não se deixa levar pela impulsividade, mas sim pela razão e pela temperança.
Lisboa, 11 de Novembro de 2024
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