Eu sou o q sou Mesmo Caindo me Levanto Sempre
Faço um apelo a todos para que combatemos a cultura da burocracia enraizada em nosso país. Mesmo na pandemia, quando devemos evitar aglomerações e promover o isolamento social, vemos as mais diversas entidades privadas (bancos, em especial) e órgãos públicos burocratizando procedimentos e obrigando presença pessoal, além dos sempre inúteis reconhecimentos de firma e cópias autenticadas.
Mais difícil do que livrar o Brasil da burocracia é tirar a burocracia de dentro do brasileiro #chegadeburocracia
"Não existe nada de novo abaixo do céu, mas mesmo assim continuamos nos surpreendendo com as pessoas."
Lamia.
Pois é, o brilho dos olhos dele nunca mais foi o mesmo depois que Lamia dobrou a esquina pela última vez.
Afinal, quem era? A última árvore sem sombras, sem dúvida. Borboletas buscavam um motivo para voar. Suas unhas apertavam sem dó suas mãos até marcá-las e deixar o sangue concentrado.
- Volte! - Susurrava a noite, enquanto dormia. Será que nem em seu sono tinha a paz de esquecê-la?
Lamia não era paz, aliás, ela era tudo menos paz. Mas ele não queria esquecê-la, ele só queria que ela estivesse ali. Ele queria ser o Cavaleiro da Esperança, o Cavaleiro da Esperança saberia o que fazer.
Idéias e conceitos eram como molas em sua sanidade. Trem desgovernado o definia melhor. Sem ponto e sem rumo. Ele era um repertório de músicas tristes e repetitivas. Sorria um sorriso de canto de boca, tentando sifarçar sua tristeza e sendo sempre mal-sucedido.
Lamia? Estava longe. Foi embora numa madugada fria, cansada de tantas brigas sem resolução. Não era vilã, só se esgotou e tirou seu time de campo. Ela estava distante e talvez se estivesse perto, ele não daria tanto valor.
Será que ele pedisse pra ela voltar enquanto ela dobrava a esquina essa história não teria um final feliz?
É da natureza humana sonhar com as coisas do alto, o pleno vôo e querer o perfeito, mesmo se erguido sobre raízes podres.
Se o mentiroso, fosse inteligente, mesmo que de vez em quando, diria alguma verdade, para que quando mentisse, as pessoas acreditassem nele.
O povo brasileiro é tão fantástico que, mesmo levando paulada sobre paulada, continua acreditando em dias melhores.
A dama que visitou o inferno,era tão fria ,que ao passar por ele,o mesmo congelou,era uma luz diferente,que o submundo clareou,cabelo de fogo sagaz,astuta bem mais que o próprio dominador de lá,que o próprio teve que se de render aos seus encantos, gritando pelos quatros cantos,que entregaria a majestade,ouce-me bem,respeitai essa beldade,e quero ver quem tem coragem,de ela não obedecer,seus fios vermelhos,são como fios cortantes,sua voz como trovão,que ao suave tom,faz você se curvar,a dama que visitou o inferno, transformou o feio em belo, até aonde as flores foi morar🔥
Contanto que esteja contente, você pode dizer que está vivendo uma vida boa, mesmo que não seja plena.
Ouça diligentemente o seu coração,
guarda-te e se alegrará consigo mesmo.
A alma e o espírito estarão em paz
e o amor prevalecerá.
O drama de um escritor é ser condenado por aquilo que escreve, pois mesmo quando o assunto que ele aborda não é direcionado a leitores específicos, haverá sempre algum leitor, principalmente amigos e familiares, que interpretarão suas escritas como se fossem escritas direcionadas para eles, uma cutucada, uma indireta etc., o que na verdade nunca o é. O escritor recebe somente a inspiração, e o leitor absorve para si através da leitura com as vestimentas de suas consciências.
Às vezes precisa doer de um jeito para você não se permitir passar pelo mesmo processo novamente. Porém, deve cuidar para que isso torne um ícone de superação e não um trauma.
Quando você presta mais e atenção em si mesmo e menos nos outros, misticamente entende como você é grandioso e tudo passa dar certo na sua vida. Olhe menos a grama do outro e cuide mais da sua...
VERDE OLIVA
É de fazer tremer, os lusíadas e a Ilíada, até mesmo "o banquete".
O conto que ouvi sobre um povo protegido, pela lei e por cadetes.
De uma terra fértil e longínqua, de léguas que não acabam mais.
Que fora invadida e saqueada, perturbaram a ordem, roubaram a paz.
Nuvem densa de insegurança, povo angustiado, mas destemido.
Se organizaram para expulsar o bandido, que dizia que o povo, já tinha perdido.
Um grupo seleto que em outro tempo, já havia derrubado, rebeldes e imorais.
Apelidados de onça, camuflados, coturno, boina, os generais.
Era a última esperança de resgate, dos princípios e valores.
Pois a terra estava minada, geraram métastases, os tumores.
E se mantinha assim aquela povo, com confiança e uma fé constante e muito viva.
Exigindo quimioterapia, gritando em alta voz: onde estais oh verde oliva?
Eu pergunto se nessa cidade, com tanta gente, que só de olhar já se fica tonto.
A cidade é real, há lei lá, o povo é protegido, ou tudo é mesmo um conto?
Tenha personalidade própria, mesmo que muitos não aprovem a sua intrepidez e determinação em ser autêntico...
Nem me importo mais
Me contento com este olhar.
Mesmo tendo muito de esquecimento nele, mas, sabe? não me importo, ele me traz quase um segundo de lembranças suas. Basta isso!
Quase já nem me recordo de você, mas esses olhos enxergaram além do tempo adormecido e brincaram de felicidade, talvez de outras vidas. Nem sei em qual tempo estou, me perdi no seu olhar. Ivo Terra Mattos (Elena do filme nuovo cinema paradiso)
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