Eu sou o q sou Mesmo Caindo me Levanto Sempre

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Hoje eu entendo que a maior dor não é a morte.
É o que a gente deixou de dizer enquanto havia tempo.


A partida de um pai não leva só um homem.
Leva conselhos que ainda seriam dados, abraços que ainda seriam necessários, olhares que diziam mais do que palavras.


A gente cresce achando que nossos pais são eternos.
Que sempre haverá um amanhã para conversar, para perdoar, para agradecer.


Mas a vida não espera nossos acertos emocionais.


E quando parte…
fica o silêncio.
Fica a lembrança.
Fica o “se eu tivesse dito”.


Hoje eu aprendi algo que dói, mas ensina. Eita pesado !!


Valorize enquanto respira.
Abrace enquanto está quente.
Perdoe enquanto a voz ainda responde.


Família não é perfeita.
Amigos falham.
Nós falhamos.


Mas a ausência é definitiva.


Não espere um velório para reconhecer valor.
Não espere um leito de hospital para dizer “eu te amo”.
Não espere a perda para entender a importância.


A vida é frágil demais para orgulho.
Curta demais para indiferença.
Imprevisível demais para deixar amor guardado.


Se você ainda pode ligar para seu pai, sua mãe, seu amigo…
Ligue.


Se pode resolver algo…
Resolva.


Porque depois da partida, o que fica não é o dinheiro, não é o status, não é a razão.


O que fica é o amor ou a falta dele.


E isso ecoa para sempre.


By Evans Araújo.


Em memória de Raimundo Edmundo leite

No campo de batalha pessoal está o meu eu que joga sujo e o outro eu que joga limpo...a única competição digna de minha atenção.

Se uma mulher não pode me oferecer
uma vida melhor do que a que eu já
tenho sozinho, é melhor eu continuar
solteiro.⁠


____Sim__
Boa noite
😴

Não existem avisos para os últimos momentos. Se houvesse, eu teria segurado o seu abraço por mais alguns minutos, teria ignorado o relógio e dito, com todas as letras, o quanto você era o centro do meu mundo. Mas a vida não oferece esse roteiro; ela simplesmente acontece e, às vezes, nos deixa para trás com as mãos cheias de "depois" que nunca chegarão.
Dói perceber que o que mais me machuca não é apenas a sua ausência, mas o silêncio que ficou entre nós. Guardei tanta coisa achando que o tempo era infinito, que teríamos outras manhãs, outros cafés e outras chances de consertar os erros pequenos. Agora, me vejo revisitando nossas memórias como quem tenta encontrar uma saída em um labirinto, procurando o instante exato em que eu deveria ter feito diferente.
Essa sensação de algo inacabado é um peso constante. É uma saudade que não tem para onde ir, um fim que não faz sentido porque não teve um ponto final, apenas reticências.
Escrevo isso não para pedir que volte, mas para libertar o que sufoquei aqui dentro. Quero que saiba que, mesmo no silêncio, você foi importante. Que cada palavra que deixei de dizer agora se transforma nesse desejo sincero de que você encontre paz, onde quer que esteja. Estou aprendendo a carregar esse vazio sem deixar que ele me destrua, transformando a falta do seu adeus na minha própria maneira de seguir em frente.

Eu finalmente entendi que não adianta insistir onde não há espaço para mim. Amar por dois é um esforço solitário que só traz cansaço. Estou parando de lutar contra a realidade: você não sente o mesmo, e tudo bem. Dói aceitar, mas dói ainda mais continuar esperando algo que nunca vai voltar. Sigo em frente agora, levando comigo a certeza de que fui verdadeiro do início ao fim.

Eu não posso te facilitar, diz o senhor: ao tomar escolhas difíceis, viverá experiências única em torno do caminho destinado, sua identidade, origens, a essência da consistência melhora na visão do plano elaborado, o mundo é vivo explorando as suas maravilhas.

Dói perceber que, enquanto eu mergulhava fundo, você talvez estivesse apenas molhando os pés na superfície. É um tipo de solidão estranha descobrir que as memórias que eu guardo como tesouros, para você, podem ter sido apenas instantes passageiros, descartáveis. Fica esse gosto amargo de notar que eu fui imenso onde você escolheu ser pequena.
​Mas eu me recuso a me arrepender da minha intensidade. Amar com verdade nunca será um erro; o erro seria endurecer o coração e fingir que nada daquilo existiu. O que eu senti foi real, foi vivo e foi meu. Se você não conseguiu — ou não quis — sentir na mesma medida, isso diz mais sobre os seus limites do que sobre o valor do meu afeto.
​Hoje a ausência ainda machuca, mas eu sei que a dor é passageira. Com o tempo, esse peso vai se transformar apenas na prova de que eu sou capaz de entregar o meu melhor, sem reservas. Eu sigo com a consciência limpa de quem soube amar de verdade, mesmo que tenha sido para alguém que preferiu não sentir nada.

Hum... Hum... Hum...!!!
Você me surpreende.
As vezes não me da prazer.
O que você quer que eu faça.

O sabor do vinho está na sua boca.
Você deita, eu participo de sua sedução.
Seu prazer, seu jogo.
Olhos fechados pra te pegar.

Onde quer que eu vá...
Seja longe ou perto.
Você esta perto de mim.
O que você quer que eu faça.

O sabor doce amargo do seu beijo.
Você me surpreende as vezes me da prazer.
Fico pensando em nós dois.
Você é assim um sonho para mim.

Quando a noite chegar.
Você fica comigo?
Se a lua for à única fonte de luz.
Não, eu não terei medo.
Apenas fica comigo.

Se o céu for cinza, não tenha medo.
Desabar e cair nos seus braços.
As montanhas caminham rumo ao mar.
Não, eu não vou derramar uma lágrima.
Apenas quando você ficar fique comigo?

Sempre que você estiver em apuros, fica por mim.
Ah! fique comigo?
Oh! Você não vai ficar agora?
Fique comigo?
Então vai embora!

Tem uma música dentro de mim
G
Que eu tento calar, mas não tem fim
Am
Ela cresce, me toma sem pedir
F
Quando eu vejo, já fez eu sentir
C
É chama viva, não dá pra esconder
G
É como um grito querendo viver
Am
Se eu me entrego, eu volto a ser
F G C
Tudo aquilo que eu nasci pra ser
Helaine machado

Entre aplausos que não são meus
e silêncios que ninguém vê,
eu caminho por dentro de mim
tentando não me perder.
É estranho ser comparado
como se a vida fosse igual,
como se o tempo de cada um
obedecesse um mesmo sinal.


Helaine machado

Sapinha
Me chama de sua sapinha…
mas cuidado com o nome que escolhe,
eu não pertenço — eu conduzo.
Sou o veneno doce
que você pede em silêncio,
o erro que você insiste em provar.
Exijo respeito
mesmo quando a pele grita,
porque o meu jogo
não aceita distração.
Eu me entrego…
só o suficiente pra te prender,
e recuo
quando você acha que venceu.
No meu toque mora o perigo,
no meu olhar, a sentença:
você não me tem —
você me deseja.
E é isso…
que tempera a nossa relação.
— Helaine Machado

Chiclete
Não me culpe por ser chiclete,
é simples assim:
quando eu escolho alguém,
eu quero estar por perto.
Grudo no tempo,
no cheiro,
na presença.
É desejo, talvez no cio da entrega.
mas não confunda isso
com falta de controle.
Eu sinto — e sinto inteiro.
Mas não venha me moldar,
ditar meu jeito,
minha roupa,
minha forma de existir.
Aqui tem vontade,
mas também tem limite.
Tem entrega,
mas exige respeito.
Porque até quando você me chama
de sua cachorrinha,
sou eu quem escolhe ficar.
— Helaine Machado

Entre o Risco e o Toque
Eu gosto do risco…
ele percorre meu corpo como um sussurro lento,
amar nunca foi simples —
é pele chamando pele no silêncio do momento.
Dizem que não é nada…
mas meu arrepio desmente qualquer razão,
carinho em mim vira chama acesa,
um toque já vira confissão.
Eu caminho devagar no perigo,
saboreando cada sensação,
não me dou por inteiro de imediato…
eu deixo faltar… pra aumentar a tentação.
Meu olhar te prende sem força,
minha boca promete sem falar,
sou livre até no desejo…
e sei exatamente onde tocar.
Se vier… venha sem pressa,
sinta o ritmo que eu quiser te dar,
porque eu não vivo de metades…
eu faço o instante… te marcar.


Helaine machado

Pele, Risco e Liberdade
Eu gosto do risco…
ele desliza em mim como um segredo proibido.
Amar não é simples —
é desejo aceso em silêncio contido.
Dizem que não é nada…
mas meu corpo sabe quando é real,
carinho na minha pele vira chama,
um toque já diz muito mais.
Não me entrego por pouco,
nem me perco em qualquer intensidade,
eu provo devagar o perigo…
saboreando cada verdade.
Meu olhar não pede — convida,
minha presença não implora — conduz,
sou livre até no desejo…
e é isso que me traduz.
Se vier, venha inteiro,
sem medo do que pode acontecer,
porque eu não amo raso…
eu faço sentir… sem dizer.
Helaine machado

Ninguém me ensinou a viver,
não veio guia, nem roteiro,
nem um mapa dizendo
onde eu deveria pisar.




Helaine Machado

Eu esqueci que amar é viver,
me perdi no peso do sentir.
A dor do meu corpo transborda,
inunda o que há em mim.
É um silêncio que grita por dentro,
um cansaço que não quer cessar,
e no meio de tudo isso
eu esqueço de me amar.
Helaine machado

Me afoguei no mar…
mas fui eu quem escolheu descer.
Quis sentir cada correnteza
rasgando o que eu fingia ser.
Nas águas me perdi — sim,
mas não foi fraqueza, foi decisão,
porque mulher que se enfrenta
não teme a própria imensidão.
Meu corpo não pede licença,
minha alma não sabe recuar,
sou fogo que aprende no toque
o próprio jeito de queimar.
Minhas curvas não imploram,
elas sabem o que são,
carregam força e desejo
como um grito em combustão.
Helaine machado

Os sonhos só acabam quando deixamos de acreditar.
Eu acredito que meus sonhos nunca irão morrer

Antônia,
por que fostes
se perder?
Eu que não dependo
de ti
mas infeliz
á bons
e indiferentes olhos;
Me chama,
me ama,
me perturba,
com ou sem torpor
da ganância típica
de um jovem sonhador.