Eu sou o Homem Certo pra Voce
O segredo estar em olhar para dentro de si, se conhecer, saber e poder dizer eu sou isso, se é boa ou ruim, dizer com destreza, só assim se encontra a verdade conhecendo a ti mesmo, não é seguindo homens, escritos, mas seguindo a si mesmo, seguindo o que emana de dentro do seu coração.
Se conseguires conhecer a ti mesmo conhecerás a verdade que liberta.
Eu sou aquilo que faço
E sou aquilo que vai além dos meus atos
Eu sou aquilo que falo
E também sou quando me calo
Sou aquele que diz de mim
Mas sou também aquilo que digo do outro
Sou aquilo que vejo
E sou meu olhar, me olhando
Sou aquilo que penso e aquilo que nunca pensei
Sou o que me conheço
E sou também o que me descubro
Sou aquele que vive e aquele que morre
Que lembra que é lembrado
Que sabe que foi inesquecível
Mas que esqueceu...
E foi também esquecido por alguém
E alguém que já esqueceu de si mesmo
E alguém que alguém nem conheceu
Sou aquele que erra e que acerta
Que sonha acordado e sonhando
Sou carne e alma ao mesmo tempo
Tenho nome e sou inominável
Sou homem e sou inomemnável
Sou aquele que chora
E aquele que ri
Sou aquilo que sou
E o que não sou
Diz também de mim
O que eu sou
Sou melancólica,
às vezes pura,
às vezes sedutora.
Minhas fases escuras
contaminam os outros:
ficam tristes,
se enojam de mim.
E eu pergunto:
que mal eu fiz
por ser assim?
Eu sou o vento, a correria sem fim,
Mil ideias na mente, dançando pra mim.
Um ser atentado, que a vida me chama,
E você, meu amor, é a minha calma.
Enquanto eu pulo, quebro e invento,
Seu olhar me serena, me traz o alento.
Um sorriso que acalma, um abraço que é lar,
Você me entende, me ensina a amar.
Não me julga, me aceita, me faz florescer,
Com esse seu jeito que me faz querer
Ser melhor, ser mais calmo, mas sem perder
A essência que me faz, Alessandro ser.
E no fim do dia, quando tudo acalma,
Seu amor é a paz que repousa na alma.
O atentado e a calma, num laço sem par,
Nosso amor é a força, que nos faz continuar.
Não temas, porque Eu sou contigo; não te assombres, porque Eu sou o teu Deus; Eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça.”
Resiliência é caminhar mesmo quando os ventos sopram contra.
Não é ausência de medo, mas certeza de que Deus sustenta.
Ele não abandona, Ele fortalece.
E quando as pernas já não aguentam, a mão d’Ele te levanta.
Quando vc se vê sobre o mar da vida...
Há dias em que não é o mundo que me engole — sou eu que me afundo em mim.
A superfície parece perto, mas é como vidro: vejo o sol lá em cima, sinto o calor à distância, e ainda assim não consigo atravessar.
Seria simples nadar, se o peso não estivesse costurado nos meus ossos.
Seria fácil pedir socorro, se a voz não se dissolvesse antes de chegar à boca.
E assim fico, boiando no sal da minha própria tristeza,
enquanto os outros, da praia, acenam como se fosse só mais um mergulho.
Dizem para nadar até a areia, mas não sabem que a areia já não existe para mim.
Que a ideia de “voltar” é tão distante quanto um porto que nunca conheci.
O mar é fundo, frio, e tem o mesmo nome que eu.
E no silêncio submerso, percebo:
às vezes não é que a gente queira se perder.
É que o cansaço de tentar se salvar
parece mais letal do que simplesmente deixar-se afundar.
Ao olhar pra esse mundo... Tentando ver o mundo com o olhar de Deus ( nem sou digna disso) mas, eu estaria enojada, esgotada, arrependida de fazer algumas pessoas conforme a minha própria semelhança.
Aí, eu volto e penso! Não temos capacidade de ter o olhar de Deus, pois somos humanos e só Deus é o único que em meio a uma criação caótica, ainda consegue ter amor, piedade e misericórdia!
Uma coisa sei... Jesus hoje é o nosso advogado de defesa, Ele é amor. Perdoa e tem misericórdia!
Mas quando Ele se tornar juíz, Ele passa ser a própria justiça, ou seja, fogo consumidor! Aí eu quero ver!
O inferno pode se levantar, mas eu não sou apenas um sobrevivente. Eu sou mais que vencedor por meio d’Aquele que me amou primeiro.
Eu sou grato a ti meu Deus tanto pelas "potencialidades intrínsecas" quanto como pelas "graças imerecidas".
Contos sobre mim parte 44 - A beleza do envelhecer…
Sobre quem eu sou, de marcas latentes, forjado em batalhas, com choro e dores, sorrisos que atraem, certeza de ir quando não mais quero ser, solitude de mim e do que quero fazer, sou cheio de graça, sinceros abraços, sou tido por muitos de poucos eu sou, nascente poente, ouvir o som das águas e aqui me encontrei.
Sobre quem quero ser, não mais água ardente, um pouco de tudo, não tudo de vez, quero andar entre as águas, cria brio e coragem pra nascer e crescer, quero ouvir som de pássaros, andar em seus braços, jamais perecer, a paz das montanhas, amores me ganham e vim pra vencer. Vencer meu passado, vencer o outro lado, vencer, só vencer, e aqui já me basta, se lá estarei, terei a certeza de que entre belas as feras desceu e eu flor que nasce, desboto entre laços pra ser cor de vida, naturalidade me encontro em meus passos pra ser quem eu sei.
Sobre quem eu fui, não sei, não recordo, só sei que discordo, pois, não o quis ser, encontro outro mundo, desvio, vagabundo, ali não sou eu, a fé me abraça e eu todo dela sou feito de luz, prazer que me toma, cintila, retoma, me enche de risos por ter bem crescido sabendo que sou, quem eu quero ser, mas, profundamente quem fui não me lembro, se fui já não sou e isso me basta, pra ter um abraço “do eu que tornou”, de tudo um pouco, calado, translouco, fadado e romântico, me torno galante sem lembrança alguma do ser que eu fui.
Márcio Ribeiro
AMADA, EU SOU PRETA!
Ainda outro dia…
Uma pessoa me perguntou:
— Eli, onde ficam escondidos esses pretos e pretas tão bonitos (de ver, claro — mas eu não me vestiria assim, nem colocaria meu cabelo desse jeito!) que desfilam no Ilê Aiyê?
Não os vejo no nosso dia a dia!
Respondi:
— Estão aí, amada, no seu pré-conceito.
É nele que se escondem os pretos que você não vê.
Precisa rever seus conceitos, só então os verá.
Os pretos estão nas ruas da sua cidade natal,
que transpira ancestralidade africana,
mas você não reconhece.
Eles estão no reflexo do seu espelho,
porque se não conhece sua história,
não sabe quem é.
Estão na forma como você me olha
porque entre “amigos” o preconceito é disfarçado,
mas a verdade sempre escapa.
Os pretos estão nas crianças que brincam na rua,
(os “pivetes” do seu bairro periférico);
nos homens que chegam cansados do trabalho
(os “peões”, “marmiteiros”);
nas mulheres que fazem milagre no mercado
(a guerreira que compra o que dá, com o pouco que tem);
nas mães solo e seus filhos
(os “moleques” que o mundo já julga).
Estão nos jovens da periferia, mortos a todo instante
trabalhando ou não, sempre rotulados como marginais.
Nos moradores de rua, sem assistência, sem resistência.
Nos trabalhadores, explorados pelo capital.
Nos estudantes que enfrentam um sistema educacional desigual,
lutando pelo direito de aprender
e pela reparação que vem em forma de cotas.
Estão também nos empresários e nos esportistas
que abriram brechas nas muralhas do racismo,
que resistem e existem.
Somos todos nós, brasileiros e brasileiras
nascidos dessa diáspora afrodescendente.
Mas muitos ainda escolhem negar,
se escondendo atrás de conceitos limitados,
sem consciência da própria história,
sem saber quem são.
Hoje, essa pessoa me evita…
Mas eu sigo.
Pretamente.
Felizmente.
No meu caminho de preta.
"Ilícito"
Queria te pedir desculpa,
e ser o que queria.
Sei que no fundo, eu não sou,
mas não falamos disso.
Mas é que, na realidade,
o meu sangue é sujo,
e não são todos que aceitam isso.
Mas porque, desde pequenininho,
respiro desse ar,
vivi de tudo,
entendo as coisas apenas pelo olhar.
É que esse fardo de louco
sempre andou comigo.
Sempre tive ciência de que
não são todos que aceitam isso,
mas essa angústia que sinto
nem é sobre isso.
É por te olharem mal
ao te ver comigo.
E, pra falar a verdade,
eu não gosto disso,
te ver mal,
e eu ser o motivo.
Te amo tanto,
sinto e sei que você é diferente.
E pelo fato de, indiferente das ocasiões,
você sempre me entende.
Eu te daria o mundo,
e você sabe disso.
Só não quero ser o motivo
do seu acabar.
Por isso que eu repito,
desculpa.
"Amor"
Vejo amor como um monstro,
e eu sou apenas um soldado,
vice-versa a gente se encontra,
e nem sempre ele quer papo.
Lembro, que na nossa primeira luta,
sai derrotado.
Por ter sido desnorteado,
pensei que havia perdido.
Mas sempre que me recordava dessa batalha,
retia um sentimento contínuo.
Por mas que me sentisse indigno,
sabia que aquele final era incerto.
Voltei me encontrar com ele,
e dessa vez fiz certo,
apanhei feito bastardo.
Porém conquistei
o que tanto havia almejado.
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