Eu sou o Homem Certo pra Voce

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Que eu seja meu abrigo em um tempo em que ninguém quer mais ser

⁠Para ajudar efetivamente o outro, devo entender o que ele entende. Se eu não souber disso, meu maior entendimento não será de ajuda para ele... a instrução começa quando você se coloca no lugar dele para entender o que ele entende e da maneira como ele entende.

Eu não peço perdão e tbm não perdoo ninguém, só me faço de besta para pegar a pessoa no erro novamente!
Perdão é uma forma de fechar os olhos aos erros dos outros e aos seus próprios.

Eu vou sempre agir assim, falo o que acho é não costumo mentir ou esconder algo para agradar ninguém!

Onde eu chego, faço amizade, conquisto o afeto das pessoas a ponto de me pedirem pra voltar, sei entrar e sei sair de qualquer lugar, muita gente me odeia pela forma como outras me amam, mas ainda assim, sempre tive mais gente por mim do que contra mim!

“Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome.” (Perto do Coração Selvagem, 1944). Essa afirmação de Clarice traduz uma busca que não se contenta com o óbvio: é o desejo por algo que ultrapassa a calma aparente e rompe os limites da palavra. Quando pensamos em “emocionado”, percebemos que sentir é um gesto de libertação, um rompimento das barreiras sociais que tentam conter a alma e escondem sua vulnerabilidade.


Vivemos em uma época em que a eficiência se tornou medida de valor. A calma é exaltada como virtude, enquanto a emoção intensa é vista como desajuste, quase um erro contra a racionalidade. Nesse cenário, trocar a alma pela calma significa abrir mão da autenticidade, transformar o sentir em fraqueza e aceitar a serenidade como padrão imposto, mesmo que isso nos afaste de quem realmente somos.


Ao sufocar a emoção, o indivíduo se distancia de sua essência mais profunda. Clarice, em A Paixão Segundo G.H., mostra que o encontro com o indizível é doloroso, mas inevitável para compreender a própria existência. A calma pode oferecer estabilidade, mas também pode anestesiar, apagando o brilho da intensidade e transformando a vida em repetição sem surpresa, em rotina sem poesia. (@R_Drigos)


Pensar sobre essa tensão é admitir que viver exige equilíbrio. A emoção não deve ser reprimida, mas acolhida como parte inseparável da experiência humana. A calma, embora necessária em certos momentos, não pode se tornar prisão. Entre alma e calma, o desafio é permitir-se sentir sem se perder, encontrar intensidade sem descontrole e reconhecer que a vida se constrói justamente nos contrastes que nos atravessam.

Eu conquistei coisas que muitos só conquistariam com o dinheiro dos pais.

Realidade


— Pai, posso pintar o patinho de verde?
— Não, meu filho.
— Mas, pai, eu queria que ele fosse verde.
— Mas não dá, filho.
— Por que não dá?
— Porque não é real.
— Mas eu quero que seja real, pai.
— Filho, isso nunca vai ser real, tua ideia é irrealista.
— Mas o que devo fazer então, pai?
— Aceitar e pintar o patinho de amarelo.
— Mas dói e é difícil.
— Não importa, isso é real, você deve aceitar.
— Mas eu não quero aceitar.
— Você deve.
— Então não quero ser real.
— Você não pode deixar de ser real.
— Que saco.


O filho, então, que gostava de desenhar e imaginar, decidiu ser real e, então, futuramente viria a se tornar empresário. Foi infeliz, mas foi real.

Semente


um dia eu plantei
com a esperança de que
aquilo que eu havia plantado
um dia, enfim, viesse a crescer
e esperei, em silêncio, em fé,
no tempo calmo daquilo que
não nasce no instante,
mas no cuidado
até que um dia,
cresceu

O PORTA-VOZ


Onde quer que eu vá, meus lábios não cessarão de falar deste amor e da salvação.
Eu sou mensageiro, porta-voz do Senhor; seja em terra estranha ou aqui, falarei deste amor.


Onde quer que eu vá, farei soar no infinito a mensagem de amor, deste amor bonito de Cristo, o Senhor, que no alto da cruz Ele demonstrou.
Onde quer que eu vá, seja em terra estranha, distante daqui, falarei deste amor que vivo a sentir; de Cristo sou porta-voz, não posso me omitir.


Eu não vou me calar, Cristo me ordenou: ide ao mundo e pregai a mensagem de amor.
Eu sou mensageiro, porta-voz do Senhor; seja em terra estranha ou aqui, falarei deste amor.


Onde quer que eu vá, farei soar no infinito a mensagem de amor, deste amor bonito de Cristo, o Senhor, que no alto da cruz Ele demonstrou.
Onde quer que eu vá, seja em terra estranha, distante daqui, falarei deste amor que vivo a sentir; de Cristo sou porta-voz, não posso me omitir.


Cícero Marcos

Eu fico pensando como, às vezes, ainda somos ignorantes… com os outros e até com nós mesmos.
Como ainda é comum ver pais tentando prender os filhos, em vez de deixá-los voar. Sim, faz parte ensinar o certo e o errado, mostrar caminhos, formar caráter com amor, respeito e limites. Mas a gente não pode esquecer de algo essencial: filho a gente cria pro mundo, não pra si.
Porque chega um momento em que aquela criança cresce. E quando cresce, ela passa a ter suas próprias opiniões, seus próprios sonhos, seus próprios caminhos. E ninguém tem o direito de decidir por ela o que é viver “certo” ou “errado”.
A verdade é que a gente tem pouco tempo aqui. Pouco tempo pra viver, pra sonhar, pra sentir felicidade de verdade.
E mesmo assim, as pessoas insistem em rotular.
Se alguém estuda, trabalha, corre atrás de um diploma, é motivo de orgulho. Mas se outro alguém escolhe viver mais leve, viajar, sair, curtir, logo é julgado.
Se um jovem decide focar na carreira, tudo bem. Mas se ele vira pai ou mãe cedo, parece que “acabou a vida”.
Mas quem decidiu isso?
Quem disse que existe só um jeito certo de viver?
Cada pessoa tem sua própria história, seu próprio tempo, seu próprio jeito de crescer. Tem gente que encontra felicidade construindo uma família cedo. Tem gente que encontra felicidade conhecendo o mundo. Tem gente que precisa se perder um pouco pra depois se encontrar.
E tá tudo bem.
A vida não é uma fórmula. Não é uma linha reta.
Eu sei como é cansativo viver nessa cobrança de “tem que estudar, tem que trabalhar, tem que vencer”. Eu vivo isso. E por isso, eu nunca vou julgar quem escolhe ser feliz do seu próprio jeito.
Porque no fim… todo mundo aprende. De um jeito ou de outro, a vida ensina.
Alguns se perdem, e isso entristece. Mas muitos se encontram no caminho. E é isso que importa.
Então, pra quê tanto julgamento?
Pra quê tantos rótulos?
No final, todos nós vamos para o mesmo lugar. A gente nasce, cresce, vive… e um dia parte. E com o tempo, quase tudo se apaga.
Então por que não viver da forma que faz sentido pra você?
Por que não aproveitar a sua própria vida?
É isso que eu penso.

A vitrine do eu, uma sala de espelhos, várias imagens, bonitas, distorcidas...


No centro, o verdadeiro eu, se perde...

⁠Eu vejo em tudo que me cerca a mão de Deus.

Enéas Carneiro

Nota: Trecho de palestra em 1999.

MABUJES




No deserto quando eu era menino
Uma voz bem ao longe sussurrava
Que a verdade não estava no destino
Mas em cada passo que eu dava.


Cresci sobre dunas de areia
Aprendi com a observação
Segui a luz que clareia
Na candeia da intuição.


Vi homens brigando por certezas
Que julgavam ser a única verdade
E outros chorando de tristeza
Por terem confiado em falsidades.


Não estão no fim da jornada
As respostas que tanto procuro
Elas estão nas várias pegadas
Que deixo nos longos percursos.


E a voz que me chama
É o outro eu que reside
No âmago das entranhas
Que minha mente não atinge.


Vi impérios desmoronarem
E o poder deixar os poderosos
Vi pessoas se digladiarem
Por conceitos religiosos.


Servi sem esperar recompensas
Ouvi opiniões contraditórias
Aprendi sobre os pais das crenças
E sobre personagens da história.


Mas foi no templo do silêncio
Que encontrei as respostas
Aos muitos questionamentos
Que pesavam em minhas costas.


A luz que o peregrino
Anseia encontrar
Só estará no destino
Se lá ele a colocar.


O viajante que junta azeite
Nos trajetos que permeia
No destino encontra deleite
Ao ver brilhar sua candeia.

Limpe o vidro do espelho
Até que ele consiga
Revelar o ser mais belo
Que seu interior abriga.


E caso ele se quebre
Não interrompa a viagem
Porque o que ele reflete
Vai além da sua imagem.


Ele exibe o outro eu
Que sua essência ilumina
E que o liga a Deus
Por ser centelha divina.


Não no fim, mas no caminho
Está a chance de redenção
Para quem nos pergaminhos
Anota sua evolução.


Se a noite roubar as cores
Das flores que você plantou
Deixe o sol devolver às flores
As cores que a noite roubou.


Seja guia e inspiração
Para quem caminha a esmo
Porque no fundo todos são
Peregrinos de si mesmos.


Eduardo de Paula Barreto
02/04/2026

VC É MEU SANTUÁRIO 💯%


O único lugar onde o barulho finalmente morre
Onde eu não preciso ser nada além disso aqui seu color seu abraço
Essa baixinha aqui meia torta e cheia de falhas não sou perfeita mais terto muito ser mais
Obrigado por ser meu canto sagrado meu tudo
No meio dessa zona toda
Sem pose sem legenda


❤️SÓ NÓS ❤️

"Eu não tenho inimigos."⁠

Das coisas pelos quais eu me sinto vivo
Uma família
Um amor
Um desafio
Uma fé.

Eu te amo como o mar ama a lua
sem tocá-la nunca, mas puxando o mundo inteiro
para mais perto de si.

Há em você uma espécie de silêncio
que me envolve como um segredo antigo,
é um lugar onde tudo em mim encontra repouso.
Como se o tempo, cansado de correr,
se deitasse no teu ombro
e aprendesse, enfim, a respirar.

Quando penso no teu nome,
ele não vem como palavra
vem como vento atravessando janelas abertas,
como cortinas dançando sem motivo,
como um arrepio que não pede explicação.

E ainda assim,
há algo em você que pesa.
Não como dor,
mas como as ondas do mar à noite
densas, profundas, inevitáveis
carregando histórias que ninguém ousa traduzir.

Te amar é isso:
um equilíbrio impossível
entre leveza e abismo.

É caminhar sobre a linha fina
onde o céu encontra o oceano,
sem saber se estou subindo
ou me afogando.

Mas não importa.

Porque se for para me perder,
que seja em você
como o vento se perde no horizonte,
como o mar se entrega à escuridão
sem jamais deixar de voltar.

Eu te amo, Izabelly
Eu quero te amar, mesmo que me custe o meu tudo
Bem, eu não tenho nada, mas me custaria esse nada
Talvez minha vontade de amar, meu amor por você
Mas acho impossível eu perder essa vontade de te amar, sabe?
Então eu não perderia nada, mas ficaria faltando algo
O seu amor, eu não posso perdê-lo
Talvez eu nem o tenha, bem...
Se for assim, eu sou um poeta morto
Um assasinado pelos próprios poemas
Corroído pelo próprio remédio
Um vázio onde reside o seu nome
O que é irônico, já que com seu amor, eu me sinto vivo
Amor que apenas existe em mim mesmo
Mas que mal tem? Eu vivo em amores platônicos
Eu me iludo fácil. Sou uma pessoa emocionada? É claro e com certeza!
Quebrarei muito a minha cara com o amor
Mas eu não me importo, se ele vier de você
Se for você, que seu amor me despedace, me quebre em mil pedaços
Com o coração quebrado, eu ainda te amarei
Eu falo tudo isso, mas no primeiro "não" que você me der
Eu não tentaria novamente, então
Não diga não para mim, dê desculpas
Minta para mim, diga que eu sou uma pessoa incrível, que o problema não sou eu, é você
E eu diria: "impossível, é impossível o problema ser você, meu amor"
Então deixarei de te amar, pelo seu bem
E pelo meu bem, eu morreria todo dia
Para que morto, eu não precise amar àquela a quem me faz viver

Maldito seja eu pelos meus pecados.
Tão distante da perfeição estou que, ainda assim, destruo-me todos os dias, na esperança de, ao menos um dia, alcançar um ponto em que exista em mim o mínimo de fé para acreditar que posso ser santo.
Mas, como esse dia tarda, continuo a me destruir — dia após dia, noite após noite.
E, a cada amanhecer, reconstruo-me… apenas para, mais tarde, destruir-me novamente, repetindo esse ciclo até o fim da minha vida.


Vinicius Monteiro Tito