Eu sou o Homem Certo pra Voce

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Carpe Diem!

Estive notando que, somos seres mecânicos, vivemos numa eterna mecanicidade, acordamos, fazemos sempre as mesmas coisas, vamos ao banheiro, lavamos o rosto do mesmo jeito, ligamos o botão no automático e nem observamos o que fazemos ou como fazemos.
Nem nos damos conta de que A VIDA PASSA RÁPIDO, e já passou da hora de acordar e aproveitar ao máximo cada momento que ela nos oferece.
Observe-se!
É muito mais cômodo continuar a ser sempre uma vítima, vítima de si mesmo, da vida, das circunstâncias.
Abra seus olhos e comece seu dia observando-se, concentrando-se em tudo o que fizer, procure respirar fundo muitas vezes e aproveitar cada momento que a vida te oferece, sinta sua vida!

"(...)Não fuja de si mesmo, enfrente-se. Conheça-se,preste atenção em si mesmo,não nos outros. Fui dominado pelo que os outros poderiam dizer ou pensar de mim;a opinião alheia era um fantasma a rondar em torno de mim. Paguei muito caro, sofri e gerei sofrimentos, não faça o mesmo. Procure a liberdade que as suas verdades oferecem e lembre-se de não aprisionar ninguém em seus julgamentos. Cada um de nós é um ser humano singular da criação. É um livro inédito,um romance inesquecível e deve ser amado e respeitado tal qual se apresenta. Se faltam condições para erguer alguém que não sejamos os que o derrubam."

"O veneno das cobras é usado como remédio há muitos séculos, mas é preciso saber escolhê-las, usar e descartar. Crie uma cobra e não reclame de morrer envenenado por sua picada."

“Para nós,
todo o amor do mundo,
e mais um pouco.”

Apresento a vocês os melhores votos para o ano novo, como se costuma dizer. Por que "novo"? Ele é como a lua, entretanto, quando termina recomeça. E esse ponto de término e de recomeço, talvez pudéssemos colocá-lo em qualquer ponto, a diferança da lua, que foi feita, como todos sabem e como uma locução familiar o recorda, à intenção de não importa quem. E há um momento no qual a lua desaparece, razão para declará-la "nova" depois. Mas quanto ao ano, e para muitas outras coisas e, em geral, o que chamamos de "real", ele não tem um começo estabelecido. Entretanto, é necessário que ele tenha um, a partir do momento em que foi denominado "ano", em razão da demarcação significante do que, para uma parte desse real, definimos como ciclo. É um ciclo não completamente exato, como todos os ciclos no real. Mas, a partir do momento em que o apreendemos como ciclo, há um significante que não cola interiramente com o real. Nós o corrigimos falando, por exemplo, de ano grande a propósito de uma coisinha que varia de ano em ano até fazer vinte e oito mil anos. Em suma, se recicla. E então, o começo do ano, por exemplo, onde colocá-lo? E aí que está o ato. [...] Um ato é ligado a determinação do começo, e muito especialmente, ali onde há a necessidade de fazer um, precisamente porque não existe.

Quando a humanidade, subjugada pelo temor da delinqüência, se tornar louca por efeito do medo e do horror, e quando o caos se converter em lei suprema, então terá chegado o tempo para o Império do Crime.

⁠Antes de enxergar no outro uma deficiência, aplauda sua eficiência.

Nosso Jardim é um cemitério clandestino,
Somos dois lírios sem comunhão, fora do ninho.
Se bem quis assim o irrefutável Jardineiro,
Resta-nos chorar o que soa trágico: nosso destino!
Lamentos maiores guardaremos aos dias que virão...

O final da análise consiste na queda do sujeito suposto saber, e sua redução ao advento desse objeto 'a', como causa da divisão do sujeito, que vem ao seu lugar. Aquele que, fantasmaticamente, joga a partida com o psicanalisando como sujeito suposto saber, a saber, o analista, é aquele (o analista) que vem, ao termo da análise, a suportar não ser nada mais que este resto. Esse resto da coisa sabida que se chama objeto 'a'.

O ato psicanalítico é, evidentemente, o que dá esse suporte, autoriza a realização da tarefa psicanalisante. É na medida em que o psicanalista dá a esse ato sua autorização, que o ato psicanalítico se realiza.

⁠Ele volta, sempre com promessas vazias,
Olhares furtivos, repletos de agonias.

Ela sonha com um lar, onde a confiança é real,

Mas a imaturidade dele transforma tudo em carnaval.
Amor não é só chama; é também proteção,

E no labirinto das dúvidas, ela busca uma direção.

Se ao menos ele visse, que a verdadeira aventura,

É ficar, é amar, e enfrentar a vida com ternura.
Mas ele é vento, que não se pode segurar,

E ela, um porto, que não pode esperar.
Entre insegurança e paixão, um dilema triste,

Um amor que se perde, onde a certeza não existe.

⁠Há vida no amor, há vida na criatividade, na compreensão de seu
íntimo. Pois desta maneira poderá transbordar o seu amor. E apenas
transbordando o seu amor poderá amar o próximo.

⁠A razão pela qual muitas pessoas temem os relacionamentos é que o
amor nos deixa vulneráveis. O risco de sofrer é o preço que pagamos
quando estabelecemos um relacionamento de outras pessoa

"Si vis pacem para bellum" , e pode ser traduzida "se quer a paz, prepare-se para a guerra".

A Bossa-Nova é linda e delicada como o Japão !...

"É bem verdade que ninguém sabe exatamente de onde vem essa vozinha chamada consciência, mas algumas pessoas acham que ela é a voz do coração."


Trecho do livro "O que é correto?" de Etan Boritzer e Graham Sale

Inserida por bridahmistica2

As pessoas acham que criando problemas, elas conseguem nos botar pra baixo ou acabar com o que temos. Coitadas, mal elas sabem que isso tudo só nos motiva mais ainda e nos torna mais fortes.

Inserida por bownierfraugh

...Às vezes recebemos grandes lições de quem nem imaginamos. As prostitutas ficam como sempre, esperando por algo melhor para suas vidas. Quem sabe um dia serem reconhecidas como gente.

Inserida por SidneiEclache

...Se os grandes nomes da literatura nacional começassem a escrever hoje, teriam muita dificuldade para publicar suas obras, pois não é somente a capacidade de fazer um bom livro que conta. O mercado literário no Brasil é cruel com os novos talentos. É preciso muito mais do que uma boa história, é preciso sorte, muita sorte

Inserida por SidneiEclache

- Amar é uma forma de viver. Podemos escolher sofrer ou amar. Sem amor em nossos corações a vida parece com uma árvore seca, que não produz frutos, simplesmente extraímos da vida os prazeres que a ilusão nos oferece, mas nosso interior é pobre e ressequido. Quem não ama vive em solidão, e isso é triste, mas aquele que ama se regozija até na companhia de um animal. Muitos vivem cercados de pessoas, em festas e folguedos variados, entretanto, são tristes e solitários, porque não descobriram a capacidade que têm de amar. Regalam-se com o que a vida oferece, saciam todos os sentidos ilusórios e amanhecem vazios e doentes no dia seguinte, pois seus espíritos ainda não despertaram para uma vida mais além.

Inserida por Epena