Eu sou assim Completamente Indefinida
Por que o rótulo de mãe solteira? Já ouviram falar em pai solteiro? Não né! É apenas um homem
Sou mãe! Sou mulher! e meu status de relacionamento não define quem sou
Sou a fortaleza que desmorona na solidão
Com conselhos consigo abrir sorrisos
Esta é melhor forma de gratidão
No meu vazio já preenchi lacunas, tendo sempre uma solução
Procurada nos momentos tristes, como se fosse a salvação
Um peso de responsabilidade
Que diminui o tempo de me encontrar
Vem em mim tamanha necessidade
Por um tempo me afastar
Pode ser por dias, horas ou segundos
É certo que vou voltar.
Meus Cinquenta
Ah, meus cinquenta
Tenho a experiência
Não sou mais traída pela inocência
Sou eu, empoderada na coerência
Ah, meus cinquenta
Vejo a vida com novo olhar
Tenho fé e esperança a me guiar
Caminhos continuo a trilhar
Ah, meus cinquenta
Deveras mais seletiva
É o que me ensinou a vida
Estou feliz, sou muito agradecida
Ah, meus cinquenta
Agora me aguenta
A experiência me afugenta
De tudo que não me acrescenta.
Elenir Cruz
O visitante
Sou hóspede nesta terra
Como um bom visitante
Trago paz em meio a guerra
Aqui estou de passagem
Quero deixar lembrança
Que fique uma boa imagem
Respeito, amor e confiança.
Sou de Minas Gerais, mas, pelos muitos anos de vivência no Espírito Santo, e enorme afinidade, considero-me mais capixaba do que mineira. E confesso que estou perplexa com esse sotaque do personagem "Maria da Paz", nada a ver. Esse sotaque não existe. Capixaba não tem sotaque. O capixaba tem gírias, mas não é caracterizado por um sotaque.
Não sou mais do que o reflexo daquilo que vivi até hoje, em várias esferas da vida. Portanto, sou um ser inconcluso, inacabado, em constante mudança, e até a minha morte serei aquilo que me tornarei a cada dia, a cada instante, sempre fundamentada na minha própria essência.
Suave como uma pluma, forte como um trovão
Sou brisa que toca a face,
silêncio que acalma o chão,
mas carrego em mim o eco
de um antigo trovão.
Caminho leve nos campos,
como quem dança no ar,
mas meus passos têm raízes
que sabem onde pisar.
Falo com voz de esperança,
sussurro feito oração,
mas guardo no peito o grito
de toda libertação.
Não sou só flor nem espada,
nem só ternura ou razão —
sou amor que não recua,
sou fé, sou transformação.
Sou luz que rompe a névoa,
sou sombra em contemplação:
suave como uma pluma,
forte como um trovão.
Suave como uma pluma, forte como um trovão
por Alex Zanute Dias
Sou feito de silêncio e tempestade,
de calmaria e contramão.
Carrego no peito a leveza do amor
e nos olhos, o peso da superação.
Já fui vento que acaricia
e também vendaval que desaba.
Já fui lágrima escondida no lençol da noite,
mas também riso que renasce na alvorada.
Minha voz pode ser sussurro
que embala a alma em oração,
mas também é clamor que rasga os céus
quando a dor transborda o coração.
Sou feito da ternura que acolhe,
mas também da força que não se curva.
A vida me ensinou a ser pluma no ar,
mas também aço na luta mais dura.
Não sou frágil, nem pedra bruta.
Sou flor que brota em chão rachado.
Sou fé que se ergue após o abismo,
sou grito de quem foi calado.
Suave como uma pluma que dança,
mas quando é preciso,
forte como um trovão
que acorda o universo adormecido.
Sou livre: já não me resta nenhuma razão para viver, todas as que tentei cederam e já não posso imaginar outras.
Francamente, não sou muito de festas, pois não suporto conversa fiada.
As pessoas pensam que sou jogador. Nunca joguei na vida. Para mim, jogador é o cara que usa caça-níqueis. Prefiro ser dono de caça-níqueis. Ser a banca é um negócio muito bom.
Não seria quem sou se não fosse a solidão da cela. Seria mais fútil, mais frívolo, mais superficial.
Em minha vida, descobri que sou muito bom em duas coisas: superar obstáculos e motivar gente boa a fazer o seu melhor.
O que hoje sou, o lugar em que me encontro — a uma altura em que já não falo com palavras, mas com raios — oh! Como então estava ainda longe disso! — Mas eu percebia a Terra prometida — em nenhum instante me enganei sobre o caminho, o mar, os riscos — e o sucesso! A grande tranquilidade no prometer, a feliz visão em direção a um futuro que não há de ficar em simples promessa! — Aqui cada palavra é vivida, profunda, íntima; nem faltam coisas dolorosíssimas, havendo palavras que propriamente sangram. Mas um vento de grande liberdade sopra sobre tudo; a própria ferida não age como objeção.
"HOJE LIVRE SOU"
A cada bordoada, um novo aprendizado. Descobri, que a amizade não é comprada, que o gostar não é ser usada. O senhor me libertou e hoje livre sou! Demorou muito para eu entender quem "eu" era. Hoje eu prefiro a solidão amada a muitas amizades mal intencionadas. O amor imperou e hoje livre sou.
