Eu sou assim Completamente Indefinida
Respeitam o que eu fui, como se eu tivesse congelado no passado. Mal sabem que hoje sou mais afiado e mais firme.
Eles fazem pouco
mas falam demais
Tentam de tudo
pra dizer que não sou capaz
Isso eu superei uns anos atrás
Se tu não é tão bom
mano pq tu não faz?
(Ouro)
Eu sou como uma tonelada de dinamites, minha felicidade destrói qualquer inveja. Explosões que iluminam os céus, alegrias que transbordam diante aos olhos de quem ver. Os que não vêem, apenas sentem. Sinta a felicidade explodir em você, somos indestrutíveis, as vezes até radioativeis. Nossa alegria de um modo bom infecta as pessoas. Até mesmo os mais brutos choram diante tremenda felicidade. Comumente a fome de uns são os vícios de outros, minha fome é de ser cada dia mais feliz... e a sua?
Eu sou âncora que afunda as pessoas para sua realidade verdadeira, sou o pesadelo e a insônia que impede elas de sonharem com coisas que não se realizarão.
Ass: Vida...
sou uma sobrevivente pelos cuidados e abandonos. Abandonos do eu...se seguisse todas as minhas ilusões eu morreria há muito tempo. A verdade é que o meu eu me envenena aos poucos e preciso abandonar-los todos os dias para sobreviver em minha existência querendo o eterno.
Contatos imediatos
Fragmentado, eu canto
E sorrio, eu sou um verso
Em cada esquina das minhas emoções,
Sangria madrugada a fio,
Teus dentes me trituram
Num sorriso irônico,
Anseio a insanidade
Para te ver varrendo a lua,
Sonhar e desejar contatos imediatos
Num beco da tua rua,
Mas, o que me resta é o atlântico,
Sou pirata de barcos de papel ,
Em batalhas memoráveis
Contra um capitão gancho,
Naufrago derrotado sem nem poder dizer- te amo
Mas as esmeraldas, as pérolas esse tesouro
Teus olhos e teu sorriso
Prometem batalhas inesquecíveis
Numa aventura eterna
Por mares nunca dantes navegados...
ILUSTRES SEM LUSTRES
Sou neto do bisneto do Coelho Neto
Eu também sou ilustre
Sem lustres no meu teto
A lamparina é minha inspiração
Conheci a neta da empregada
Da bisneta da Princesa Isabel
Conheci D pedro ll,
Segundo rufino Balacobaco
Que plantava fumo e fabricava tabaco
Sou primo do agripino
Criado cheio de mimo
Que falava fino e e tinha má rputação
Duques e Barões de Coimbra
Vendiam laranjas e abacaxis
Nas esquinas da Chatuba
E falavam da invasão inglesa em portugal
Descendentes da burguesia lisboeta
Viviam de quitandas e padarias
Nas periferias da baixada fluminense
Oferecendo laranjas e tangerinas
Ou pães e sonhos
Aos que um dia foram colonizados...
Escrever agora é um hábito
É como tomar café com pão pela manhã...
eu sou metódico, sistemático...
talvez umpouco enigmático...
mas o que fazer com tanta sensibilidade
o que fazer com tantas possibilidades
o que fazer com a cidade
na palma de minha mão
o que fazer com o deserto
no olhar da mulher
eu bebo o meu café
e como o meu pão...
Se acham que eu sou inteligente, não sou!
Se acham que sou sábio, não sou!
Sou apenas um louco que sonha em sonhar com um sonho utópico, onde este sonho não seja sonhado nas mentes de pessoas normais, pois, não sou um ser normal. Eu sou apenas eu, simplesmente eu sou eu, e, sendo eu, sou um ser singular. Por isso, não se espante com minha singularidade!
“Você não tem raiva de mim, você tem inveja, mesmo Eu não tendo nada, sou tudo que você imaginou ser.”
“Eu sou desprovido de inteligência por não entender ou você é desprovido de inteligência por não saber explicar?”
