Eu sou assim Completamente Indefinida
Isso não tá dando mais crt, eu tentei te entender msm que isso me machucasse, me machucou bastante ver vc falando de mim como se eu fosse um brinquedo que vc brincava e depois que enjoava jogava fora mais eu acho que vc esqueceu que eu tenho sentimentos, eu gosto bastante de ti mais gostar de vc é doloroso, slla eu achava que vc estava sentido o msm que eu mais eu percebi que não, que vc só queria ficar cmg quando as outras n estavam disponível,e eu n sou um objeto que vc usa usa e depois descarta não, eu acho sempre foi fácil pra você mentir, me olhar nos olhos da forma que você olhou e msm quando eu te perguntei a vdd vc mentiu?Você me fez esperar por dias por você,msm eu sabendo que isso n ia dá crt eu me arrisquei mesmo sabendo dos riscos
Mesmo eu sabendo dos mais traumas, pois eu esperava que você fosse diferente, mas você não era diferente dos outros mais uma vez eu quebrei a cara,As lembranças ctg foram mt bom eu nunca vou esquecer o jeito que vc me tratava, os beijos, as caricias, a forma que você me olhava nos olhos, a forma que vc me elogiava, a maneira como você me tocava, só eu senti isso?,nunca teve um significado pra você? Não posso mais fazer algo assim,pq já fui mt machucada e não quero passar por isso dnv,pois me arriscar da forma que fiz por você, é algo que não quero repetir, não vale a pena,Vou tentar esquecer tudo sobre você, não vale a pena, mas aqui estou eu para te agradecer pois poderia ter sido pior. Então, muito obrigado por tudo🤍
O ontem.
Certa vez o ontem veio me perguntar, se eu o vos lembrava dele, e eu vos lhe respondi, que sim, me lembro muito bem de você, ontem.
O que seria das nossas lembranças se não houvesse o ontem, para vivenciarmos o hoje, ou por assim dizer, o presente.
Nunca se esqueçam, que será sempre necessários lembrarmos do ontem, para vivermos o hoje.
Pois sem as lembranças do passado não somos ninguém, bem como não teremos identidade.
O que seria da nossa história se não houvesse o ontem, para vivermos o hoje, ou por assim dizer.
Pois aprendemos isso nas escolas, em uma matéria chamada história, vocês concordam comigo?
Então eu vos pergunto?
O que seríamos de nós hoje, meros mortais, sem o ontem pra contarmos das nossas histórias e prosas, e termos hoje um mundo conectado.
O que seria de nós se não houvesse o ontem para ser contado hoje.
Dizem quem vive de passado é museu, mas o que seriam deles, se não houvessem o ontem para termos história para serem contada hoje, estou certo disso.
Me respondam?
A minha resposta é bem simples e singela.
Viveremos do ontem sempre, para termos o que contar hoje.
Pois o ontem foi passado mas lembrado, o hoje é uma dádiva de Deus por isso chamamos presente, o amanhã se chama futuro e com isso uma incógnita, pois nunca saberemos do dia do amanhã, pois o amanhã a Deus dará.
Que o nosso Senhor Jesus Cristo ilumine e abençoe todos vocês.
Fiquem com Deus.
Fábio Solla.
Tenho que ser a melhor.
Tudo já acabou, mas eu continuo.
Me esforço sem precisar, só para ego aumentar.
Ninguém se esforça, todo mundo não liga.
Tento sair porém estou presa aqui não consigo parar, no topo sempre tem que estar.
Não há ninguém me pressionando, além de eu mesma.
Essa auto cobrança não para,
Tenho que ser a melhor em tudo para me sentir feliz, é um ciclo vicioso sem fim.
*E se Eu Morresse Amanhã*
E se eu morresse amanhã,
Será que o mundo notaria?
Ou seguiria sua jornada,
Sem uma pausa, sem uma lágrima derramada?
Mas e se eu morresse amanhã,
O que deixaria para trás?
Talvez lembranças, talvez saudade,
Ou apenas um vazio, sem mais.
E se eu morresse amanhã,
Será que viveria plenamente hoje?
Valorizando cada momento,
Antes que o tempo me leve, sem desculpa.
Então, se eu morresse amanhã,
Que minha vida tenha sido vivida,
Com amor, coragem e verdade,
Até o último suspiro, nesta jornada tão querida.
dá pena se despedir
de tudo o que poderia ser
e eu nunca hei de saber
formas outras de existir!
…
a pena é ter que morrer
e não conhecer o meu fim.
Na alvorada, ao sol nascente, eu medito,
Sobre o amor, que outrora florescia tão bonito,
Mas agora, envolto em sombras, desfeito,
Por uma traição, que no peito, ferido, foi feito.
Gravada em segredo, a nossa voz, lamenta,
Um vínculo outrora forte, agora se arrebenta,
Onde outrora havia confiança e afeto,
Resta agora o vazio, o lamento, o desafeto.
Oh, como as rosas murcham em meu jardim,
E o canto dos pássaros soa triste, sem fim,
Pois a traição obscureceu o céu azul,
E o amor, que outrora brilhava, agora é nulo.
Por isso, ergo-me em meio à escuridão,
Com lágrimas nos olhos, e no coração,
Decido, nesta aurora melancólica e fria,
Encerrar esta história, que um dia foi minha.
Leve consigo as lembranças, os vestígios do que foi,
Pois não há mais lugar para nós dois, aqui, sob este céu,
Que seja livre, que siga seu caminho sem mim,
Pois neste adeus, encontro a paz, enfim.
Às vezes eu me esqueço que a
terra e a raíz têm familiaridade
com a força da natureza e que
embaixo de qualquer concreto
existe uma infinidade de terra vermelha
poderosíssima
da cor do sangue que
corre em minhas veias
sob a pele
Às vezes eu me esqueço da importância
da história viva dos pés
da trajetória dos passos até o
destino almejado
afinal um caminho só é caminho
se alguém passar por ele
senão será sempre
só mais um pedaço de chão
inveja
eu invejo eles
eu invejo aqueles cabelos
eu invej... aqueles olhos
eu inve... aqueles físicos
eu inv... aqueles braços
eu in... aquele peitoral
eu i... aquelas vozes
eu... aquela altura
e... aquela popularidade
... aquela habilidade
aquela disponibilidade
aquela velocidade
aquela facilidade
aquela inteligência
aquela beleza
eu invejo aqueles homens
Eu perdi qualquer motivação de vingança.
Quando descobri que eu posso "vingar" .
Usando a força da dor para transmutar, brotar, florescer, fluir e inspirar.
"Escrevo a ti, minha amada, outras palavras além de 'eu te amo'. Quero lhe dizer que és minha data de nascimento, pois quando te vejo, me sinto vivo."
Lil Nan - Cacheada
Se for contar quantas vezes eu chorei
juro que um milhão de vezes desmoronei
eu não tô sóbrio tô viajando entre as estrelas
se vou voltar pra casa não tenho certeza
esses otário tenta fazer tua cabeça
no final a gente ver quem tinha clareza
ninguém te ama mais do que eu
é uma pena que teu amor por mim morreu
O teu olhar é fantástico
por tu eu sou fanático
como ela pode me mudar assim?
sou só um rapper solitário
tentando ficar intacto
enquanto tu me destrói pedacin por pedacin
amor não chore por mim
amor não chore por mim
eu prefiro ficar na minha sozin
e quando bate a saudade por tu eu lembro o quanto eu perdi
amor não chore por mim
amor não chore por mim
eu prefiro ficar na minha sozin
e quando bate a saudade por tu eu lembro o quanto eu perdi
A "POSSE" DOS LIVROS
De nada vale a inteligência adquirida pelos livros?
Quando eu desmereço a leitura aos "deslivrados",
Quando os impeço ou os escondo da História escrita,
Quando lhes impeço do protagonismo da escura cor.
Não aprender a compartilhar as fontes da construção
É não abstrair da evolução o intelecto, a real lição.
É ilusão pensar-se como sábio, intelectual ou mestre,
Comprimido pela avareza e a condição da ignorância.
Sabedoria é abstratismo, depósito, mas não é refúgio!
É verbo, mergulho, navegação, não culto a si mesmo.
Por vezes, inversa, desobedecendo as normas de ser,
Voa livre das folhas, para além, nem sempre escritas.
Ah se os meus livros saíssem todos voando por aí!
Ah se viesse um tempestuoso vento forte, a tempo.
Um vento desses que com descaso causam o caos!
Que açoita o ego, ou as folhas do limoeiro ácido.
Ah se visse um vento intruso, rabugento e mal criado,
Capaz de "livrar" os "meus livros" do pueril cativeiro!
Prisões, "minhas posses", insanidades, "meu apego",
Levando-os aos lugarejos "desmerecidos e opacos".
Ah se esse vento me deixasse, sem "ter meus livros"!
Jogando-os todos sobre as minhas carrancas tristes!
Dando-me lições abstratas, inversas, desconhecidas,
Mostrando-me as faces atrofiadas pelo meu egoísmo.
Ah se esse vento viesse sem avisar-me de seu tempo!
"Livrando-me" ante as crenças, os apegos e os muros.
Entulhos que aprisionaram-me ao abismo da ilusão,
Impedindo-me a refrigeração dos mundos externos.
Ah se esse tempo chegar e causar o caos nos livros!
Isso seria literalmente um atentado, um "livramento"!
Seria como uma recomposição, uma composição!
Talvez eu saberia lutar, mas não faria o contra-tempo.
Talvez eu sentiria prazer, por uma estranha liberdade...
A "minha liberdade"; por não ver "meus livros presos".
Talvez a liberdade dos livros me causaria inveja, dor!
Libertando-se, libertam outros seres, outros livros.
Alguns contos ou poesias não existiriam à revelia,
Sem que o vento causasse um caos nos incipientes.
Os livros vêm com o caos, a sabedoria vem depois!
Os livros sopram o vento, o tempo cristaliza os livros.
(Pedro Alexandre).
Do que adianta pedir?
Do que adianta implorar?
Você nunca mais vai voltar.
E eu, como o tolo que sou,
vou esperar.
