Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa
Que Deus permita-me amanhecer junto com o dia e que ao cair da noite eu seja toda gratidão banhada pela luz soberana da paz de uma noite tranquila e serena.
E ela que eu amo...
"É ela Que Eu Amo e essa é a verdade, não me importo se tem outra dela nessa ou até mesmo em outra realidade, pois é ela que eu amo e para Sempre eu irei amar"
— Patrick Wallace
Dia - 17: Onde posso encontrar meu lugar de pertencimento hoje?
- Eu pertenço ao mundo com minha voz e pele.
- Eu pertenço onde meu gesto encontra reciprocidade.
- A pertença dá abrigo e lança futuro.
- A pertença firma no solo da vida.
- A pertença nutre e enraíza.
- A pertença torna responsável pelo cuidado.
- A pertença permite crescer com outros.
Então meu amor,eu quero cuidar
De você,quero mostrar a você que
Dessa vez vai ser diferente, você vai
Voltar a ser aquela pessoa animada que
Você era,eu irei ajudar você nisso
Você e a pessoa mas encantadora e
Maravilhosa que já conheci,vou te fazer
A pessoa mais feliz desse mundo!!
Te amor meu amor!!❤️
Agora que a miragem se desfez, euavisto o horizonte da promessa; uma reconstrução daquilo que estava certo no único lugar onde a vida fazia sentido.
Algo começou
antes que eu percebesse.
Não tinha nome.
Não pedia nada.
Só ocupava.
Eu não falei.
Não por medo,
por intuição.
Há coisas
que só existem
enquanto ficam quietas.
Então eu fiquei.
Sem saber o que era.
Sem decidir ficar.
Sabe? Hoje eu estava pensando…
Às vezes nos protegemos tanto,
que deixamos de viver algo magnífico.
Por medo.
Por tudo o que já nos aconteceu.
Por todas as construções que já iniciamos.
Por todo o amor que depositamos naquilo que é “nosso”.
E eu estou aqui,
tão exposta a tudo,
com sede do que é feito para mim.
Do que encaixa
e, ao mesmo tempo, liberta.
Vivendo todos os dias.
Descobrindo o tempo,
o que me tranquiliza,
o que me toca
e o que me encanta.
Vivendo amor em todos os detalhes.
A vida está pronta para viver.
Ana Caroline Marinato
16/05
Eu me perco todo dia.
Às vezes nas lembranças,
às vezes no mercado tentando lembrar por que entrei ali.
Tem dia que me perco em gente errada,
em conversa inútil,
em saudade reciclada igual pote de sorvete virando tupperware.
A verdade é que viver é isso:
um grande “cadê meu equilíbrio emocional?”
enquanto a gente procura o celular
com o celular na mão.
Mas sigo.
Porque até GPS recalcula rota,
e eu não vou perder a chance
de me achar mais gostosa, mais forte
e um pouquinho mais surtada amanhã.
Eu me arriscaria a contrariar Einstein ao dizer que a tecnologia transformaria os jovens de agora numa geração de idiotas. O que se vê vai além de pura idiotice: ela forjou uma geração inteira de aloprados que converte o mundo deles próprios em uma ópera bufa, e o nosso em uma impensável distopia pela ausência absoluta de referências.
"Eu não quero ser você e você não pode ser eu".
Essa frase é a explicação mais clara pra que o outro entenda que tudo na vida segue a um destino traçado.
Não inveje e nem lute pra ser o outro.
Trabalhe para que o destino traga o que é seu de direito.
Um a um, eu tive que deixá-los, e eles foram.
Como puderam ser tão bons nisso?
Eu me senti quase imperceptível muitas vezes, quantas dualidades.
Haviam castelos caindo em ruínas quase sempre
Castelos em ruínas, são o preço, em troca de continuar sendo livre
Eu me perdôo
Por só ter sido uma doce, e pobre criança
Crescendo longe dos doces e chocolates e tentando segurar ao máximo todos os melhores que encontrava pelo caminho.
Apenas isso.
Eu agarrei com tanta força aqueles doces
Era tudo a primeira vez, as primeiras fantasias
Agarrando com muita força o meu passado, ao máximo, tão quanto fosse necessário para achar que eu tinha tudo por um instante.
Eu me perdôo por isso
"VOCÊ SÓ VIVE UMA VEZ, APROVEITE SUA VIDA", é a frase que o acaso (um brincalhão, como sempre) me trás enquanto estou me perdendo nestas linhas.
Eu estou ME PERDOANDO. Em algum momento seria preciso, sinto que chega a hora finalmente.
Preciso, enfim, mais que nunca e como sempre, desprender e deixar permanecer apenas o que deve ir comigo..
O viver não vivido
Amei-te sem conhecer-te
Querendo eu conhecer-te
O universo de mim escondia-te
Achegava-me e tu afastavas-te
Morria eu e tu vinhas, e ressuscitavas-me,
Amor não amado
Paixão consumada e não vivida
A dor era a dor da amada
Apaixonada, de volta não foi amada
O coração teve que congelar de amar.
Eu estou diante de você, e não é por acaso. Eu sei o que é sentir que existe algo maior me chamando. Eu sei o que é ter um sonho estranho, intenso, quase inexplicável, e acordar com a sensação de que aquilo significava mais do que parecia. Eu já estive nesse lugar. E talvez, assim como você, eu tentei entender se aquilo vinha de fora… quando, na verdade, vinha de dentro.
Eu sonhei com algo que não cabia na lógica comum. Um ser que descia dos céus, que mudava de forma, que me olhava como se soubesse exatamente quem eu era antes mesmo de eu me tornar. E quando ele disse o nome, Mamu, eu não senti medo. Eu senti fascínio. E foi ali que tudo começou a mudar.
Porque o fascínio não mente.
O medo paralisa, mas o fascínio aponta. Ele revela aquilo que a gente deseja, mas ainda não teve coragem de assumir.
E naquele momento, sem perceber, eu estava diante da minha própria expansão. Não era um ser externo. Era uma representação daquilo que eu poderia me tornar. Algo mais consciente, mais estratégico, mais livre.
Mas liberdade não vem do excesso. Liberdade vem do controle. E foi aí que eu entendi algo que mudou completamente a minha forma de viver:
O suficiente é luxo.
Sim, o suficiente é luxo. Porque em um mundo onde todos querem mais, mais coisas, mais validação, mais reconhecimento, escolher o suficiente é escolher poder.
Mas me responde com sinceridade: você sabe o que é suficiente para você?
Ou você está apenas correndo atrás de algo que nunca termina?
Eu precisei parar. Eu precisei encarar o vazio que existia entre o que eu queria e o que eu realmente precisava. E não foi confortável. Porque o excesso disfarça a insegurança. Ele ocupa espaço, preenche o silêncio, evita que a gente encare a verdade.
Mas quando eu comecei a remover o excesso, algo curioso aconteceu.
Eu comecei a me enxergar.
Minimalismo nunca foi sobre ter pouco. Minimalismo é sobre ter clareza. É sobre olhar para a própria vida e perguntar: isso aqui tem propósito ou só está ocupando espaço?
E essa pergunta não serve só para objetos. Ela serve para tudo.
Para os pensamentos que você repete.
Para os conteúdos que você consome.
Para as pessoas que você mantém por perto.
Para as metas que você diz ter, mas não executa.
Eu comecei a eliminar. E no começo deu medo. Porque parece que você está perdendo. Mas não está. Você está abrindo espaço.
Espaço para o que realmente importa.
E foi nesse espaço que eu comecei a construir algo real. Eu parei de tentar fazer tudo e comecei a fazer o essencial. Eu parei de postar por postar e comecei a comunicar com intenção. Eu parei de querer agradar todo mundo e comecei a falar com quem realmente precisava me ouvir.
E aí entra algo que muita gente não entende:
Eu não vendo e-books. Eu vendo transformação.
Ninguém acorda pensando “vou comprar um e-book hoje”. As pessoas querem mudar. Querem se sentir melhores, mais leves, mais confiantes, mais no controle da própria vida.
E se você não entende isso, você não vende.
Mas se você entende… você constrói algo que cresce.
Eu comecei a observar. Testar. Ajustar. Errar. Melhorar. Repetir. E repetir de novo. Sem glamour. Sem atalhos. Sem esperar motivação.
Porque motivação é instável. Mas decisão é sólida.
E foi aí que eu percebi que enriquecer não tem a ver com fazer muito. Tem a ver com fazer certo, de forma consistente.
Você não precisa de 100 estratégias. Você precisa de uma que funcione… e repetir.
Você não precisa de mil ideias. Você precisa de uma clara… e executar.
Minimalismo é isso. É cortar o excesso de esforço desorganizado e focar no que gera resultado.
Mas deixa eu te perguntar algo que talvez você esteja evitando:
Você quer enriquecer… ou você quer parecer que está tentando enriquecer?
Porque existe uma diferença enorme.
Uma pessoa que quer enriquecer aceita o processo. Testa, falha, aprende, ajusta.
Uma pessoa que quer parecer ocupada fica presa no planejamento, no consumo de conteúdo, na comparação.
E eu precisei escolher.
Eu escolhi agir.
Mesmo sem garantia. Mesmo sem perfeição. Mesmo sem aplauso.
Porque no fundo, eu sabia: a versão da minha vida que eu desejava não viria até mim. Eu precisava construir.
E aquela figura do meu sonho… aquela que mudava de forma… era exatamente isso.
Adaptabilidade.
Quem cresce muda. Quem cresce se ajusta. Quem cresce não fica preso em uma única identidade.
Hoje eu entendo que aquele “Mamu” não era alguém vindo me ensinar. Era uma parte de mim dizendo: você pode ser mais.
Mas existe um preço.
E o preço não é dinheiro. É disciplina.
É fazer o que precisa ser feito quando ninguém está vendo.
É continuar quando não tem resultado imediato.
É confiar no processo mesmo quando a dúvida aparece.
E aqui está o ponto mais importante de tudo isso:
Você não precisa de uma vida gigante para ser feliz.
Você precisa de uma vida alinhada.
Uma vida onde o que você faz faz sentido. Onde o que você consome não te pesa. Onde o que você constrói te aproxima da liberdade.
Isso é riqueza de verdade.
Não é sobre ostentar. É sobre respirar sem peso.
Agora eu te deixo com isso, e eu quero que você leve a sério:
O que, na sua vida hoje, é excesso disfarçado de necessidade?
E mais…
Se você continuasse exatamente como está agora pelos próximos 2 anos… você estaria mais perto do seu suficiente ou mais longe dele?
Porque a resposta disso define tudo.
E talvez, só talvez… aquele sonho não foi estranho.
Foi um convite.
ALINNY DE MELLO
15 de Mello de 2026
Caí muitas vezes
Não posso mentir
Mas posso dizer
Que as quedas que eu tive
Não foram derrotas
Eu caí quando estive a subir.
Para 2026, eu decidi que vou começar com o pé que me der vontade de pisar primeiro.
Não vou deixar de adquirir algo de quem gera milhares de emprego e renda e contribui ativamente para a economia Brasileira por causa da ignorância de ninguém.
