Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa
Da primeira vez chorei demais
Da segunda vez nem lembro
Por que foi que eu não quis voltar
Pro começo do que nem vi?
Pro começo do que nem sei
Porque começou
Partida
E o trem partiu,
então eu vi o seu rosto pela última vez,
por toda minha vida tenho guardado esse momento.
“ela tem um dom,o dom do encanto
eu penso nela qualquer hora e em qualquer canto.
às vezes me sinto triste e sozinho no meu canto
mas um simples sorriso que ela dá,melhora qualquer dia preto e branco”
Todos me magoaram em um certo período, e eu não demonstrava, porque era doloroso não ter alguém para contar.
RENOVO (soneto imperfeito)
Quisera eu o dissabor fosse menor
que os dias tivessem só harmonia
acalmando meu coração tão aflito
e na convicção ter dito: obrigado!
Quisera ser no fado um reto caminho
de suavidade, além do fatal conflito
necessário pra evoluir na infinidade
do, porém, e portar afeto bem intenso
Quisera que o imenso dom do viver
na magia do é e ser, encantasse
pra eu mergulhar nas glórias da fé
E assim, como errante e reles mortal
no final, o ardor da esperança restar
e todo dia, fosse, renovo neste amor!
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Julho de 2016
Cerrado goiano
"Eu mudei... e talvez você não mais me reconheça, porque quem você conheceu foi forjado nas guerras, e delas carrego somente as cicatrizes, lealdade e honra."
Somos iguais...
Somos todos iguais...
Eu, vc, o mundo...
Padrão? Padrão de quê??
Pra que? Todos somos alma..
Todos somos coração...
Eu respiro o mesmo ar que vc...
Todos merecem respeito...
Somos carne..Somos humanos..
Num mundo preto e branco...
Ha quem nasceu pra ser colorido..
E que mal a nisso?
#todoscontraopreconceito..
As vezes eu só preciso respirar...
Tomar um ar...
Sei lá as vezes esse mundo me sufoca..
Esse padrão que não é meu...dilacera a alma...
Queria poder mostrar realmente quem sou eu..
Sorrir se tiver vontade..
Chorar até soluçar se preciso for...
Vestir o que eu quiser..falar o que eu penso..
Mas são muitos dedos apontados..
E pouquíssimas maos estendidas...
Mas nada vai me intimidar..
Sou tempestade em um mundo de calmaria..
BEM E MAL (soneto)
Tal qual gente que vive sem pressa
na correria do tempo, eu vou assim
e nessas de ter-me um, nesta peça
atuo um dia de cada vez, até o fim
Na alta complexidade que não cessa
a turves rompida pela luz do camarim
da vida, reluz o amor que ele expressa
tingindo o cetim do afeto na cor marfim
Sou feliz! É como minh'alma confessa!
Na tristura, a remessa de sorte pra mim
é paz, pois, tenho na verdade, etc e tal...
Então, na falsidade que nada a impeça
a pureza do amor sempre é um clarim
proclamando que o bem vence o mal...
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Agosto/ 2016
Cerrado goiano
rastro
onde passamos
alguns deixam vaidade...
outros deixam pegadas, eu...
deixo poesia e amizade...
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano
Não era que eu desse valor à minha existência; era mais uma questão de ter um desejo insaciável de me forçar a abraçar tudo o que ela pudesse oferecer.
Não precisa ter medo de mim. Nem de ninguém aqui, enquanto eu estiver com você.
A viajante do tempo, Outlander
- O que quero perguntar é... isso é comum? O que acontece entre nós, quando eu toco em você, quando você... se deita comigo?
- Frequentemente, acontece algo parecido. Mas, não. Não, não é comum. Não faço a menor ideia do porquê, mas não é. Isso é... diferente.
A viajante do tempo, Outlander
Há coisas que eu não posso contar a você, ao menos não por enquanto. E não lhe peço nada que não me possa dar. Mas o que eu lhe pediria é que, quando realmente me contar alguma coisa, que seja verdadeira. E eu prometerei fazer o mesmo.
A viajante do tempo, Outlander
O meu coração adormece quando eu ouço você
Os meus dedos se perdem no calor
O meu peito arde quando você vai
