Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa

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Eu, perversa? Imagina, sou apenas uma amante de reciprocidades

Quer saber de uma coisa?
cansei de mentiras, as pessoas pensam que eu não percebo? Não sou tão idiota quanto pareço ... Amores que na verdade nem são tão verdadeiros. Que me fazem sofrer mais do que sorri. E por fim , eu desisto de tudo isso e agora.. Vai ser do meu jeito! E se disserem que eu mudei,vou dizer: E não me arrependo disso. Afinal de contas, já passou o tempo de me preocupar com o que as outras pessoas pensam ao meu respeito, não importa mais, Não mais.

Eu sou muito importante para os meus invejosos, pois sem mim, eles não teriam inveja.

Eu sei que seus olhos estão em mim, mesmo sem estar. Eu sei que sou algo perfeito pra você, mesmo que você ainda não tenha notado. O que temos é raro, eu te admiro e você não vive sem mim, só não sabe disso. Eu até poderia te fazer ver o tempo que estamos perdendo brincando de ser amigos. Já perco tempo demais pensando em você e no que você anda fazendo, eu sei que você em algum minuto pensou em mim, mas no fim sempre sabemos que há uma outra pessoa pra te roubar o pensamento, né?

Eu sou toda errada, mas dá certo!

Quem sou eu?
Nem eu mesmo sei.
Mas...
Quem é vc?
è...
Você também não sabe.

ESSÊNCIA SÓCRATES

Eu não era eu,
até saber quem eu sou.
Eu não tinha vida,
até saber que a sabedoria é imortal.
Eu não era nada,
até saber que sou aprendiz da vida.
Eu não sabia nada,
até saber da minha ignorância.
Minha falta de saber,
apreciou meu único conhecer.
A enigmática existência,
enricou a alegria de meu aprender.
Não saberei, sabendo de tudo;
não conhecerei se não refletir;
não sei, contudo quero pensar
E pensando eu aprendo que não sei.
Sendo apenas abundante do universo;
sendo apenas resto de ideias;
sendo apenas eu, na ignorância do mundo todo.

EU SOU

Eu sou o outono e o inverno,
Eu Sou do Arco-Íris o amarelo,
Eu sou do sonho, a razão,
Eu sou apenas, um coração.

Eu sou do espaço, a dimensão,
Eu sou o novo e o velho,
Eu sou do amor, a busca,
Eu sou da busca, o começo,

Eu sou do começo, o medo
Do medo, o recomeço,
Do recomeço, o fim
Muito além de mim.

Eu sou um espelho ao avesso,
Sou um rabisco inacabado
Um rascunho de um desenho que o destino não terminou.

Eu sou eu. Você é você.
Eu não estou neste mundo para atender às suas expectativas.
E você não está neste mundo para atender às minhas expectativas.
Eu faço a minha coisa.
Você faz a sua.
E quando nos encontramos.
É muito bom.

Eu sou o frio que te leva ao cobertor e sou o calor que te leva à nudez.

Intolerante, inconstante, impaciente... o tormento sou eu ou minhas interações?

Decifra-me.

Eu sou a areia da ampulheta,
O tempo que se vai e não se aproveita,
A água que escorre entre seus dedos,
A vida que definha pelo esquecimento.

Eu sou a areia da ampulheta,
O sonho mal dormido que não teve fim,
O abandonado trocado pelo q é cômodo,
A erva daninha em seu jardim.

Eu sou a areia da ampulheta,
A criança abortada por falta de amor,
O silêncio do inocente perante a dor,
As mentiras ditas na cama ao calor.

Eu sou a areia da ampulheta,
Apenas complicação para sua vida,
Guardado em um canto de uma gaveta,
Deletado como mensagem não lida.

Eu sou a areia da ampulheta,
Metade confuso e complicado,
Metade alegria e tristeza,
O certo para o errado,
O errado para a certeza.

Simplesmente...
Eu sou a areia da ampulheta.
Ou decifra-me!
Ou por favor,
Simplifique e me esqueça.

Eu queria pelo menos por uma hora não ser eu, porque eu sou uma idiota, faço tudo ao contrário, não existe ser humano mais desajeitado que eu. Penso uma coisa, falo outra; Sinto uma coisa, demonstro outra. Estou aos poucos me tornando uma pessoa fria e calculista, que aparentemente não dá a mínima para as outras pessoas.

Eu não sou devoto de nenhuma grife. Eu não professo a minha fé no altar das aparências. Eu sei que me falta brilho e glamour, mas será que um traje criado por algum guru da alta costura teria o poder de suprir as minhas carências? Já ouvi dizer que alguns pedacinhos de pano recobrindo estrategicamente a pele, têm o poder de elevar a auto-estima de pessoas vazias de si mesmas. Só o jeitinho particular de cada um não basta, é preciso uma fantasia feita sob medida para que as pessoas possam disfarçar suas imperfeições, tapear olhares e se sentirem as mais especiais no meio da multidão.

Sou um estúpido que não sabe diferenciar um item de boutique de um adereço hippie confeccionado na beira da calçada. Quando ouço falar em Victor Hugo, penso logo naquele cara que dizia que “Não há nada como um sonho para criar o futuro. Utopia hoje, carne e osso amanhã”. Pois é... Eu também não sei quem foi Louis Vuitton, Dior, Calvin Klein, Hugo Boss; Gucci, Versace, Armani, Chanel e muito menos o que eles pensavam a respeito da vida. Sou apenas um boêmio ignorante e um poeta démodé totalmente ofuscado pelas palavras costuradas pela minha caneta.

Sei que eu deveria aprender um pouco mais sobre as últimas tendências da moda, mas eu sou tão distraído pra essas coisas, e o modismo é uma febre tão passageira que, quando eu penso que um determinado figurino está no auge, na verdade, já virou cafonice há muito tempo. A moda faz de mim um eterno prisioneiro do passado e o meu armário é um museu cujo acervo é incapaz de despertar a inveja dos meus semelhantes.

Sou um tipo assaz desinteressante, a ponto de nem ter que me preocupar em tirar as minhas máscaras toda vez que eu volto pra casa. A minha cara é ter a mesma cara todos os dias. Temo que para ser notado seja necessário que eu me transforme numa vitrine viva, mas a passarela da minha vida é bucólica demais, e apenas se resume na rotineira alternância dos dias se vestindo de noite e das noites se despindo sob a luz do dia. Talvez eu devesse conhecer mais a fundo a alma dessas grifes e marcas por detrás das quais as pessoas se escondem para se sentirem mais seguras de si, mas o que pode valorizar mais a existência de um homem: a marca da sua roupa ou o legado das suas idéias? Não sei... Eu nunca tive etiquetas informando do que é feito o meu coração.

Não existe um logotipo capaz de definir melhor a pessoa que sou do que as minhas próprias atitudes. Eu sou assim, como me vêem. Sou um símbolo de mim mesmo e defendo sem hipocrisia as cores que eu escolhi, e não as que querem me vender. Eu não gosto de expor a minha figura ridícula antes do último gole, mas adoro mostrar ao mundo tudo aquilo que eu gostaria de ter sonhado durante as minhas solitárias noites de insônia. Adoro medir as consequências dos meus atos, planejar os meus passos, me colocar no lugar dos outros e não me acomodar com aquilo que me incomoda. Para mim, calar-me diante de qualquer injustiça é como andar nu – me dá vergonha.

Reconheço que me falta panca na hora de fazer pose para o mundo. Mas o que eu posso fazer se eu nem sei no que os deuses da moda querem que eu me transforme para que eu possa atrair mais atenções? Será que nos livros que eu leio eu vou conseguir encontrar respostas que me façam compreender o que as pessoas pensam a meu respeito? Creio que não. De certo eu serei estigmatizado para sempre como um reles artigo de promoção.

Mas esse é o meu jeito: simples assim, raso jamais. Muitos dirão que eu não tenho estilo e nem charme, mas quero deixar bem claro que tudo que existe de mais fashion em mim, só quem faz parte da minha vida é capaz de enxergar. Este é o meu jeito de me mostrar ao mundo, e nada em mim é feito de retalhos. E se eu tenho alguma beleza que valha a pena ser exaltada, ela estará escondida muito além das roupas que eu visto e poderá ser encontrada aqui: desfilando faceira bem no fundo de mim.

Fome machuca, mas eu o quero tanto que mata.
Pois eu sei que sou uma bagunça que ele não quer limpar
Tenho que desistir, pois essas mãos tremem demais para segurar.
Fome machuca, mas morrer de fome funciona quando custa demais amar

Só às vezes eu queria sumir pra bem longe e desaparecer por alguns segundos do vulcão que sou eu, pra quem sabe ter calma por um só segundo, e não sentir tanta coisa à flor da pele, pra não queimar.

Eu não sou de falar muita coisa, o meu silêncio faz isso por mim.

Eu não escuto o que a verdade diz,

Apego-me ao impulso da paixão,

Sou cego pra tudo o meu coração não quis,

Esta loucura é minha única razão.

Desenho nas nuvens tuas formas,

E quando o céu esta limpo; vôo até te encontrar,

E tua ausência me sufoca,

Mas só quando estou ao seu lado é que fico sem ar.

Eu não aceito o que realmente aconteceu,

Escondo-me no passado que foi feliz,

Não tenho agora o que era e é meu,

Dói olhar de lado e não te ter aqui.

Me insinuo para o seu retrato,

E na moldura na vejo resposta,

Fico aqui imaginando que de fato,

Que só me resta sonhar agora.

Eu sou tão confusa que me perco em mim. Costumo sofrer demais por coisas pequenas e me surpreender quando deveria me descabelar e desesperar. Acho que fui feita ao contrário, o pedaço céu é inferno e vice-versa. Antes minha mania era de fechar todas as portas e janelas, não deixar que ninguém pulasse os muros e fizesse parte da minha vida, e hoje ? Hoje eu quero que venham correndo e entrem por onde puder, cansei de perder tempo me fechando em mim, sonhando só pra mim. Vem vida nova, vem vida boa!