Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa
Não sou conhecedor de tudo nem muito menos o dono da verdade, mas também nunca finjo sentimentos para agradar ninguém;
Sou o amor de Saron onde nunca envolveu quais queiram os sentimentos, mas outrora fui às rosas de Adônis que tanto se fez lírios dos vales;
Serei as certezas de Sócrates e as inspirações de Aristóteles para falar-te as verdades do meu coração;
Pois o meu amor não provém somente de meu coração e sim das minhas atitudes que tanto se fazem proveitosas aos olhos de quem me assiste;
Sei que sou um tanto exagerado com o meu amor sonhador que nunca saiu do pensamento para adentrar em um coração;
Mas ainda não sei se estou marcado para conhecer o amor de verdade e não viver um relacionamento inventado nas mentiras;
Fui dominado pelo o amor que você tem pela vida e isso me contagiou de tal forma que sou teu no mais lindo sentimento;
E só por uma noite quero viver essa sua felicidade morar em teu coração e te exaltar com carinhos singelos que te digna pelo o que é;
Será que sou desse mundo que tanto me disponho para compreender o nosso sonho que me esconde a certeza de quem não sabe amar;
Sou um apaixonado carente de amor, carente de atenção e talvez ferido no coração, com a dor que não se cala e que não para, só quero viver e não temer para deixar de sofrer e enfim sorrir e a felicidade conhecer;
Sentir a brisa no rosto, trazendo-me a certeza do que seja verdadeiro sendo merecedor pelo o que devo ganhar;
Vi a frustração levar minha esperança, feito bala de “762”, tendo privação quando sou lembrado, um alivio para me tirar de sena para viver sem dignidade;
Minhas escolhas foram de dar o meu coração, mas errei em viver se perdendo em aprender dizer a Deus com certo medo de viver;
O orgulho do povo é a perda de algo bom para desespero da nação para manter a descrição de forma hipócrita;
Sei que preciso de muita coragem para provar quem realmente sou e do que sou capaz, pois as minhas diferenças são entendidas como complicadas;
Em um mundo que se move nem sempre ao meu favor que escrevo a minha vida da melhor forma da simplicidade e do amor;
E facilmente é compreendida pelo coração, quando se há interesse a essa imensa loucura no dever que a consciência te impõe;
Insisto em te ensinar o caminho de volta para que você perceba de que sou o único homem que te aceita como é, com todo o seu temperamento desigual;
Mas me julgo denominador de seus sentimentos que sempre me deixam sem ar quando tento desviar da sua rota apaixonante;
Sou o desejo que te cerca querendo invadir o seu corpo em prazer insano e satisfatório, para que você se situe no querer e pelo que sonha em fantasiar;
Sou o pecado proibido, porém gostoso e desejado por suas entranhas em sua intimidade que se faz inocente as minhas intenções;
Ser ou não ser não é só questão de opinião é questão de atitude em querer e ser, mas se importando em viver;
Sou julgado o tempo todo, sou maltratado e ignorado, escondem verdades e me oferecem mentiras e ilusões, porém, contudo isso eu ainda continuo de pé e vivendo para a frustração alheia;
A ignorância fala em tom de ironia! Venho da impaciência, porém sou forte e insuperável... E a sabedoria responde a ignorância! A palavra me define pela suavidade de entender o que o vento é capaz;
Não me desdenhe, não me critique, pois sou tão quente quanto o sol e ainda posso ser tão frio quanto à lua, mas de uma coisa te garanto que um dia te farei muda...
Sou a escolha errada de um verso vivo mal-entendido, porém verdadeiro escrito em algum instante por qual quer filosofo não menos importante;
Posso ser a fúria do acalento que se mostra pelo silêncio cortante que emite a pureza da inocência... Ah as tuas manhãs de felicidades me inspiram para escrever a tua história;
Desejo ser o teu sorriso mais perfeito que já se desenhou em tua face e com a definição de gostoso...
Não sou escravo de nenhum coração... Tenho a minha liberdade sem domínio algum para que não caia ao chão...
Enfrentar-te-ei com minhas próprias virtudes que no qual represente a força que tenho... Quase me fiz acreditado em sentimentos falsos que se mostraram como verdadeiros;
Sou melodias simultâneas no qual se equilibra em acidentes sentimentais... Acidentes sentimentais! Como pode ser acidente dois corações que se encontram?
Então se tornaria mórbido os sentimentos dos seres ilusórios, por quê? Pra que? Valeria a miséria do coração...
O coração não se alimentaria de vertigens ou solidariedade passiva com intenções subjetivas;
Só hoje!... Só por hoje, quero ler seus olhos famintos e perceber que sou a maior causa da sua insônia, dos teus pensamentos maliciosos... Ah me diga que tanto te desatino...
Quero sentir os teus suspiros... Ao lembrar-se da minha pegada que com atitude, te mostra todo o meu prazer;
