Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa

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Poucos ainda sorriem e olham nos olhos.

Mulher nem sempre te dá mole por que está a fim de você, na maioria das vezes é para ter opção.

Vamos nos encontrar? - Já nos encontramos. Inclusive, já nos perdemos.

É como um anjo que veio me dar harmonia nesses dias meio remotos, o sorriso é tão aberto, me transmite tanta paz, é como um vento forte e gostoso no rosto da gente… É, eu amo ele profundamente.

Pior que a minha presença é minha memória.

Deve ter algum processo em andamento dentro de mim, querendo explodir de alguma forma.

...quando voltei percebi que não era mais o mesmo, mais que todos a minha volta ainda pensão que sou...

E se tudo isso que você acha nojento for exatamente o que chamam de amor?

A maioria dos homens preferem pensar que mulheres estejam pensando o que eles querem que estejam pensando.

Era como o vento. Ardia na pele, feito tivesse sal. Tinha sal, esse vento que não era vento.

No mar revolto das opiniões alheias
Navego a nau firme das minhas próprias convicções.

‎Mas tudo bem, estou calmo e ponderado, embora a vontade seja de agredir algumas pessoas, dizer meia dúzia de verdades e sair pisando duro. Mas não vou fazer nenhuma loucura.

Meu corpo está morrendo. A cada palavra, meu corpo está morrendo. Cada palavra é um fio de cabelo a menos, um imperceptível milímetro de ruga a mais -uma mínima extensão de tempo num acúmulo cada vez mais insuportável.

Cada não saído de meus cristalinos dentes equivale a dois, dez, duzentos sins, but not now.

ah se pudesse ver a si mesmo assim, carregado, insuportável de amor, de tanto amor, de puro amor.

Somos o resultado das escolhas que fazemos ao longo de nossa existência.

O simples me faz rir, o complicado me aborrece.

Virava as páginas lentamente, há muito tempo antes, e não me surpreendia nem me atemorizava pensar que muito tempo depois estaria da mesma forma de mãos dadas com um outro eu amortecido — da mesma forma — revendo antigas fotografias. Mas o que me doía, agora, era um passado próximo.

As palavras traem o que a gente sente.

E exigimos o eterno do perecível, loucos.