Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa
Eu sou aquilo que acredito ser, fluindo livre do peso da culpa, desprendido da dor, amo existir vivendo na ação o reflexo dos meus desejos, pois os escolhi com o amor que tenho pela minha singularidade, sabendo-me dono e responsável pelo meu agora, vou construindo uma vontade impecável, dessa forma não sou vítima das minhas próprias reações. Enquanto isso vou lançando as sementes do meu querer no terreno fértil da minha própria imaginação. Me encontro pronto e disposto a alcançar aquele pedacinho reluzente de tempo chamado OPORTUNIDADE!
EU AINDA
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Eu ainda sou aquilo que você queria ser...
Eu ainda sou o veneno que você queria beber...
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Eu ainda canto, encanto, danço... faço tudo por merecer...
Eu ainda sei o que sente e, o que deve fazer...
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Eu ainda ando na estrada da sombra com minha lanterna de amor...
Eu ainda sei colocar redes para dormir e descansar sem ardor...
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Eu ainda conquisto o mundo com meu sorriso, seja onde for...
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Eu ainda nasci no dia que inventaram o amor...
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Eu sou a pele serena da alma morena que tem seu valor...
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Eu sou aquilo que DEUS busca... sou criança... sou adulto... sou sonhador!
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(Cristiano de Campos)
Vamos marcar um dia pra tomar uma cerveja e você falar mal de mim na minha frente.
Não roube os meu desejos mais secretos. Deixe-os guardados e calmos no canto que os escondi. Deixe os meus suspiros e arrependimentos em tranqüilidade aparente. Não é a hora exata? Não somos exatos! A exatidão me aborrece. A compreensão me deprime. Sua solidão me enlouquece.
... mas não é ruim a gente ir entrando nos poços dos poços sem fim? A gente não sente medo? A gente sente um pouco de medo mas não dói. A gente não morre? A gente morre um pouco em cada poço...
E tudo é natural, basta não teres medos excessivos – trata-se apenas de preservar o azul das tuas asas.
Não era mais ele: ela amava alguém que não existia mais, objetivamente. Existia somente dentro dela.
Encho a cara sozinha aos sábados esperando o telefone tocar, e nunca toca. Sofre horrores mas continua do bem, sempre inventando histórias com final feliz. Tenho medo de já ter perdido muito tempo. Tenho medo que seja cada vez mais difícil. Tenho medo de endurecer, de me fechar, de me encarapaçar dentro de uma solidão – escudo. E à noite eu ainda te espero, mesmo quando sei que você não virá, só para ter saudade.
Reduzi tanto meus sonhos, minhas fantasias, minhas esperanças. Ando espantado com o tempo. O tempo é a única coisa terrível que existe. O tempo que passa e leva de arrasto, aparentemente aleatório, a juventude nossa e dos outros. Não é amargo, é apenas real.
Ficar perto, abraçar de vez em quando, sentir saudade, gostar um pouquinho. Mas amar não, amar nunca, amar não serve pra mim. Prefiro assim!
