Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa

Cerca de 333109 frases e pensamentos: Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa

⁠O Terapeuta tem uma formação em si, e a certeza que cada pessoa, precisa viver à sua história.

Cada pessoa desempenha um papel no mundo, como uma célula ou um neurônio ocupa no corpo humano.


(Eric Schwitzgebel)

Pode-se esperar mais obediência de um cavalo açoitado do que de uma pessoa com o orgulho ferido.

Se você ora muito e ama pouco, acabará se tornando uma pessoa religiosa. Mas se você ama muito e ora o suficiente, logo se tornará um ganhador de almas.

⁠Somente uma pessoa generosa pode tolerar os que são diferentes.

⁠O fracasso mostra o tipo de pessoa que somos.

⁠A unidade da localidade proíbe a qualquer pessoa estabelecer uma outra igreja numa localidade, se uma igreja local já estiver sido aí estabelecida.

⁠Vencedor é a pessoa que consegue atingir os seus objetivos.

⁠O poder da escolha é o maior poder que uma pessoa possui.

Aquele que ora verdadeiramente é uma pessoa que não somente vai a Deus com frequência, mas também cuja vontade frequentemente encaixa-se na vontade de Deus. ⁠

Uma pessoa com caráter é um livro aberto. Todos podem ler!⁠

⁠A economia de Deus não é fazer de você uma pessoa de sucesso, é fazer uma pessoa a imagem de Cristo.
frases cristãs 7

Não morra de inveja da minha pessoa, pois não quero ser acusado de (invejassino).

✎ᝰ. Você vai perdoando, acreditando na mudança do ser humano e nas boas intenções das pessoas, e vai colocando a culpa no tapete que eles te puxam. 🚿⊹ ࣪ ˖🕰️୭˚. ᵎᵎ🗝️

“Nem toda pessoa que passa pela nossa vida veio para ficar — algumas vêm apenas para fechar um ciclo que a gente não teria coragem de encerrar sozinho. Elas chegam, bagunçam, ensinam, ferem ou curam… e vão. Não por falta de valor, mas porque a missão delas não era permanecer — era nos transformar.”

O interior de uma pessoa falsa é o exterior de uma pessoa mentirosa.

O brilho de um sorriso, é reflexo de uma áurea iluminada, de um coração alegre e uma pessoa abençoada!

⁠Talvez não haja falta de sentimento mais tacanha e equivocada que a pessoa acreditar que só ela tem sentimentos.

Tente ser ao menos um pedacinho daquilo que a vida tem de mais charmoso, uma pessoa surpreendente. Não faça promessa, faça surpresa!⁠

___________________________________
A pessoa acredita que o Cristianismo distorce a natureza de Deus ao tratá-lo como algo externo e separado do ser humano, exigindo arrependimento. Para ela, Deus não é um ser que cobra ou compete, mas sim uma presença interna — a própria vida dentro de cada pessoa. Por isso, entende que não faz sentido esperar o retorno de Jesus Cristo, pois Ele já estaria presente em todos.
__________________________________


Não! Absolutamente não!


A sua colocação parte de uma premissa equivocada e, portanto, conduz a uma conclusão igualmente equivocada.


O Cristianismo não coloca Deus como concorrente do homem — isso é uma interpretação distorcida, superficial, que ignora dois mil anos de construção teológica, filosófica e moral. O que o Cristianismo faz, na verdade, é estabelecer uma hierarquia ontológica: Deus como princípio absoluto, e o homem como ser finito, limitado, em processo.


Quando se fala em arrependimento, não se está afirmando que Deus “precisa” de algo — isso seria um absurdo lógico! Deus, por definição, não carece de nada. O arrependimento é uma necessidade humana, não divina. É um mecanismo de consciência, de ajuste moral, de reconhecimento da própria falibilidade.


Portanto, inverter isso — dizer que o Cristianismo ensina que Deus depende do homem — é não compreender a estrutura fundamental da própria doutrina.


Agora, quanto à afirmação de que “Deus já habita em nós” — sim, há correntes teológicas que abordam essa dimensão interior, essa experiência subjetiva do divino. Mas transformar isso em negação de toda a transcendência divina é reduzir o absoluto ao psicológico. É confundir experiência interna com totalidade metafísica.


E mais: afirmar que Jesus Cristo “nunca voltará” porque “já vive em nós” é uma interpretação específica, não um consenso. O Cristianismo histórico — das suas bases até suas principais tradições — sustenta uma distinção clara entre presença espiritual e realidade escatológica.


Misturar esses planos é, no mínimo, uma simplificação perigosa.


O que está ocorrendo aqui não é uma refutação do Cristianismo, mas uma reinterpretação pessoal — legítima, sim — porém apresentada como verdade universal. E isso, do ponto de vista lógico, não se sustenta.


Se há algo que precisa ser preservado, é a coerência: ou se discute a doutrina como ela é, ou se admite que se está propondo outra coisa.


Porque, no fim, a maior responsabilidade intelectual não é concordar ou discordar — é compreender corretamente aquilo que se pretende criticar.