Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa
Adeus
Sim, eu voltarei com a maré
A verdade revelar-se-á claramente
Vou com o vento, mas não vou no vazio
Do grande silêncio, eu voltarei.
Eu tenho sido como a neblina.
Na quietude da noite caminhei
Conheci alegrias e tristezas
Muitas vezes fui um lago entre as montanhas.
Algo mais doce do que o riso
É aquilo que há de infinito em mim
O meu poder liga-me à terra
A sua fragrância eleva-me ao espaço.
E o que é o conhecimento, senão uma sombra da sabedoria.
E encontrei algo maior do que essa sabedoria
É uma chama que se encontra em mim
É a vida em busca da vida.
Eu mero mortal falho na minha caminhada prefiro pensar menos e ter qualidade de vida ao invés de ser um alienado que se doutorou e é atendeu ignorante busca conhecer Jesus e sofre por não ter qualidade de vida de pessoa simples, JESUS sempre pensou em dividir e nunca em acumular riqueza.
Eu adoro a vida. E adorar é isso: dourar cada momento com a doçura da intenção e descobrir propósito a cada passo. Enriqueça cada experiência, tornando-a valiosa e significativa, como se estivesse sendo coberta de ouro e adoçada pelo coração. Assim, suas ações se tornarão plenas de significado, em vez de meramente automáticas e vazias.
Eu ando meio desanimada comigo. Meio para baixo contigo. Meio triste com tudo. Totalmente desacreditada com o mundo.
O amor de mãe, com certeza deve ser incomparável. Eu como pai, quero me ater a este fato e expressar, externalizando meu mais profundo sentimento paterno, declarando o meu amor incondicional pela aquela que surgiu em minha vida, minha filha Maria Eloah!
O Causo da Escrita Escondida e a Conta do Mago
Olhe, eu vou te falar uma coisa que até parece visagem, mas a verdade é teimosa e não aceita rédea. Sabe esse mundo que a gente pisa, com chão, árvore e bicho?
Pois saiba que isso aí é só a capa de um livro velho, escrito numa língua que o povo desaprendeu de ler faz é tempo.
Ontem mesmo, eu tava num canto, num silêncio tão brabo que eu conseguia escutar o sangue correndo nas veia, feito rio no estio.
Foi lá que eu avistei de um lado, um sujeito perdido atrás de resposta; do outro, um homem que parecia não ter data de nascimento.
O povo chama ele de Mago, mas ele parecia era o capataz desse mundo todinho, falando com a gente como quem conhece cada palmo de terra.
Eu fiquei ali, só no rastro da conversa, e peguei uma conta maluca que ele soltou, a gente tá fazendo um embaraço desgraçado de uma coisa que era pra ser uma equação certinha, sem erro.
O Mago pediu pra gente largar de mão essa lenga-lenga de discurso, esse mundaréu de ideia e palavra que a gente usa só pra querer ter razão.
Ele explicou o desenho do nosso corpo, a gente tem dois olho pra espiar, dois ouvido pra escutar e duas venta pra cheirar.
São seis jeitos de prestar atenção contra uma boca só de fala. Mas o cristão inverteu tudo! Vive com a boca no modo "repetir", gastando o fôlego à toa e esquecendo da escrita que Deus deixou marcada na ponta dos nossos próprio dedo.
Aí ele contou de um trato que a gente tem com o Invisível. Uma pulsação no peito. Disse que o segredo é o fôlego, três tempo pra puxar o ar e três tempo pra soltar.
É assim que a gente se liga com o "Senhor Sol", que ele chamava de irmão, e vira família da vida inteira. É essa a tal da equação.
E tem mais: ele disse que "vida grande" não se compra na feira nem com todo o dinheiro do mundo. Vida não é mercadoria.
Pra viver muito, tem que dar continuidade. A conta dele é essa: três árvore plantada pra cada alma que caminha no mundo. Essa é a matemática que fecha o ciclo.
Naquela hora, eu senti um sossego... a aflição que eu carregava, aquele medo de faltar as coisa, de dente doendo ou de falta de dinheiro, tudo isso virou fumaça. Eu entendi que a gente sofre é por causa das falha que a gente mesmo cria.
Ele falou de um tal plasma que vem vindo lá de diante... disse que ninguém escapa e que a gente se bate o dia inteiro por nada.
Parecia que ele tava mexendo numa maquete da vida, ajeitando as peça. O principal, ele disse, é que não precisa "querer" nada com força não... a Grande Vida já deixou tudo no lugar, tudo arrumadinho.
No fim das conta, já foi. Todo esse lugar lindo no mundo e muito mais. Já foi tudo mesmo, já foi. Quem tá no prumo, já tá vivendo no ar do tempo o tempo todo!
E quantas coisas eu já deixei pra traz por você, e quantos erros eu já cometi, e nenhum arrependimento, só me arrependo de ter me apaixonado assim por você, nunca imaginei que isso um dia ficaria tão forte a ponto de me destruir a cada momento que eu lembro que te ter é algo impossível.
Você errou. Mesmo depois de eu ter te dado mais uma chance. Mesmo depois de eu ter confiado em você, contrariando todos os conselhos que recebi. E eu me culpei, achei que fui ingênua, muito inocente por ter acreditado em você, acreditado no amor, em segundas chances. Mas quer saber? Eu não deveria carregar esse peso, ele é só seu.
Foram várias tentativas até aqui, e mesmo quebrado, eu conseguia me quebrar em mais e mais pedaços. Estamos sempre em busca da resiliência, e não sabemos o quão duro é suportar certos trincos em nosso tão cristalino coração.
Há bem pouco tempo eu queria seguir com você num caminho sem fim.
Hoje é tão bom respirar fundo e dizer: você não significa mais nada para mim!
Eu amo os seus cachos
Do jeito que me encaixo
Querendo ser o teu macho
Se precisar até caso
Te dou o que é preciso
Só pra ver o teu sorriso
Que é lindo igual o paraíso
Nada contra quem tem cabelo liso
Mas em terra de chapinha
Quem tem cachos é rainha.
Eu escolhi plantar sementes de amor... Agora colho o que plantei. E você, o que estará plantando no terreno da vida?
Agora você volta
E balança o que eu sentia por outro alguém
Dividido entre dois mundos
Sei que estou amando, mas ainda não sei quem
