Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa
Hoje, no dia do abraço, eu ganhei
aquele abraço apertado da saudade.
Uma abraço que quase me sufocou.
Aquele que colocar as mão sobre mim, para me governar, é um usurpador, um tirano. Eu o declaro meu inimigo.
Não é certo que Deus atenderá todos meus pedidos, mas sei que quando eu estiver me sentindo só, Ele não me negará seu consolo.
A minha vida eu faço do meu jeito. O problema é que tem outras pessoas fazendo do jeito delas também, atrapalhando a minha.
Menina, foi incrível conhecer você, é como se eu tivesse que te entender, lembrar de um passado quase tão distante, é como se eu já te conhecesse antes 🎵💗🍃
Distraída, ainda escuto tua voz sussurrando meu nome com a boca semi fechada, enquanto eu, ofegante, sentia cada uma das notas do teu perfume q já se confundia com o meu e inundava o espaço com um cheiro todo novo, um cheiro todo nosso ....
Blog Coexistêcia Cotidiana
E se eu morrer?
E se um dia eu morrer? Será que você irá sentir minha falta? Lembra de quando você se importava comigo? Vivia me perguntando como eu estava, puxava os mais assuntos comigo, mesmo que eu falasse com você por apenas 5 minutos, isso fazia com que brotasse um sorriso no meu rosto pelo dia todo. Agora eu me vejo aqui desamparado, sentindo a sua falta. Você sumiu por uns tempos, deixando com que eu ficasse com um vazio em meu coração, senti sua falta. Chorei por longos tempos sem que você ao menos soubesse o que se passava comigo. Mas depois desse tempo você volta a falar comigo, como se nada estivesse acontecido, mesmo sem querer, você me magoou muito. Não quero que fale comigo porque a morte pode estar bem próxima de mim, pois isso não me fará bem. Quero que tudo seja como antes, que você seja aquele amigo que fale as coisas mais idiotas do mundo, mas que me faça rir e quando eu chorar, saberei que é você aquele que eu poderei contar minhas alegrias e tristezas. Mas por favor, se eu morrer hoje. Eu te pergunto: será que você vai sentir minha falta? Será que você irá sentir a mesma falta que eu sinto de você quando eu me vejo distanciado de você? Eu fico feliz quando eu falo com você, tentando puxar um assunto qualquer, com medo de estar te incomodando, e você responde. Mas seria legal se a gente invertesse as coisas e você passasse a falar mais comigo, pois sem dúvida alguma isso me faria muto feliz! Mas cuidado que eu posso morrer a qualquer momento. Então pense: E se eu morrer? Sentirá minha falta?
Como dizer eu te amo para quem usa e abusa de mim, não me dá valor nem à distância um fim? Apenas digo: não importa, pois te amo mesmo assim...
Às vezes, eu penso que uma música diz tudo que eu queria dizer pra alguém. Então, sem conseguir reunir coragem ou palavras minhas para ir até ela e me abrir, eu guardo. Guardo as coisas que queria falar, as poucas letras que se formaram na minha cabeça e qualquer sentimento que por um segundo tenha me enchido e me motivado. E isso não acontece poucas vezes. Até porque, não sei que dom é esse que as canções tem de traduzir o que sinto.
Já fiz uma playlist inteira só com formas de dizer “Eu te amo”.
Poderia até ficar nas músicas. Ou nas músicas de amor. Só que, em várias outras ocasiões, já me peguei lendo livros, vendo fotos, decifrando obras de arte e muitas delas, de alguma maneira, traduziam alguma coisa dentro de mim. Estranho isso. Um professor de português, certa vez, disse que eu não sabia me expressar muito bem, mas que meus olhos gritavam o que eu queria. Então, o segredo para deixar algo fluir nas minhas redações era apenas fazer com que os olhos “transbordassem para o papel” tudo o que queriam dizer.
Nunca consegui ser assim. Aliás, dar vazão aos meus quereres, desejos e vontades sempre foi algo complicado. Primeiro, porque eu não gostava de impor nada a ninguém. Segundo, porque tinha medo que a opinião dos outros em relação a algo que eu sentia poderia ser ruim. O que eu aprendi nisso tudo? Bom, que perdi várias oportunidades de falar algo e me posicionar. E, também, que a opinião dos outros não deveria ser tão importante assim. Mas eu preferi continuar colecionando palavras ao invés de distribuí-las.
Queria arrumar alguém para trocá-las, como figurinhas. Alguém pra conversar mesmo.
Assim, bem mais do que perder chances de me fazer ouvir ou declarar o que sentia, fui me guardando. Da vida, do amor, do mundo, de tudo. Aquilo que não se sabe dizer, agora sei, não será dito. Entretanto, o que pode ser colocado pra fora e que ajuda a levar uma vida melhor, precisa parar de travar a garganta e se afogar em covardia. Como toda teoria, eu ainda não tenho ideia de como fazer isso na prática.
Tão mais fácil colecionar palavras que não tenho coragem de usar.
Às vezes é tão mais fácil calar.
…
E vai continuar sendo assim: Você lá, eu cá.
Sinceramente, essa relação de dúvidas está me consumindo aos poucos. Me dilacerando. Isso porque você sempre está voltando.
Quer ficar? Fique logo. Senão, vá embora.
“Hoje eu resolvi chorar. Chorei por tudo o que eu já fui. Por tudo que eu sinto e por tudo que eu sou. Chorei pelo tempo perdido e pelas coisas que não ficaram. Chorei pelas sementes que eu plantei, mas que não germinaram. Chorei pelos erros cometidos e pela vida que eu sonhei, mas que não consegui realizar. Chorei pelos amores que morreram e por aqueles que nem nasceram. Chorei pra tentar afastar o medo e com as lágrimas que eu derramei, o meu coração poder lavar. Chorei e pedi aos céus baixinho para que me desse conforto. E como resposta, ele chorou comigo. Mostrando para mim que mesmo no fim eu não estaria sozinho.”
Ainda que a dor insista em ficar,
Ainda que a tristeza queira ser companheira;
Ainda que eu não entenda a vida.
Mesmo assim eu irei sorrir, pois sorrir é a cura da vida.
Minha intensidade não permite que eu seja metade. Prefiro assim. Sofrer por ansiedade, morrer de saudade, sentir de verdade.
O atentado à minha vida me deixou com cicatrizes e deformações. Mas asseguro a vocês que eu nunca estive tão fortalecido!
Eu teria sido feliz por tê-lo como amigo, chefe, tio, avô, até mesmo (embora mais hesitante) como sogro. Mas justo como pai você era forte demais para mim.
Se há uma coisa que eu aprendi em todo esse tempo trabalhando com crianças, se eu pudesse reduzir esses anos a uma única revelação, seria esta: elas são extraordinariamente resilientes. Conseguem resistir à negligência; conseguem sobreviver ao abuso; conseguem suportar, e até prosperar, no que faria os adultos colapsarem como guarda-chuvas.
Parece para mim que se você e eu temos que escolher entre duas maneiras de pensar e agir, nós devemos lembrar que vamos morrer e tentar viver de forma que a nossa morte não traga nenhum prazer para o mundo.
