Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa
Eu posso evoluir a cada dia. A pessoa que eu fui ontem, talvez não seja mais eu, e hoje sou uma versão melhorada de mim mesmo!
Sim eu tenho dupla personalidade, pois sou uma pessoa que você vê e julga, e outra que você conhece e adora.
Sou romantica, sou sensivel, mas posso me tornar realmente uma pessoa sem coração. Se eu gosto, eu realmente posso fazer de tudo pela pessoa, mas só quando vejo que realmente não estou sendo incoveniente e otária. Sou uma pessoa sonhadora, por mais que alguns sonhos já tenham se desfeitos com o tempo. Gosto de video-game, animes, doramas, series, ler realmente me faz viajar e escrever me liberta. Não vou dizer que podem confiar em mim, só digo que odeio errar 2x e faço de tudo para que isso não ocorra. Posso ser tímida, anti-social, bravinha de verdade e realmente muito perigosa… mas tenho um coração bobo. Sou carente, manhosa, dengosa... tenho uma imensa necessidade de ser cuidada, assim como a de cuidar.
Tenho minhas crenças e minhas 'doenças'… no fim, só sou uma garota comum atrás de Paz!
Que sou eu?
Sou uma pessoa
como outra qualquer,
que busca ser feliz,
que acredita nos
sonhos, que ri, que
chora, que sofre,
que cai, que tem imperfeições…
Mas que apesar de tudo continua
vivendo e aprendendo, continua
acreditando no amanhã, em dias
bonitos, em pessoas felizes, em
uma humanidade pietosa…
E assim vou vivendo, um dia de cada vez,
procurando tornar-me alguém melhor. Essa sou eu!
O Poeta
O Pessoa disse que o poeta
é um fingidor, e sim, eu sou!
Eu finjo meu amor, finjo histórias
e escondo a minha dor.
O poeta reclama, grita, briga
nunca chora!
O poeta mente, é irônico
e sempre se isola.
Dizem que o poeta é
desumano.
Outra característica que
que apenas lhe torna
mais humano.
Eu sou do tipo de pessoa que sabe a hora de se retirar. Sou extremamente sensitiva e sinto medo das minhas intuições. Sei quando não sou bem recebida em algum lugar, mesmo que a pessoa insista pra eu ficar, sei que faz por educação. Sinto quando o ambiente é pesado, me dá sono e tira minhas energias. Pessoas que só falam das outras e tem o dom de fuzilar com ofensas os outros, além de esbanjar mentiras, eu prefiro ficar distante mesmo tendo um carinho muito grande por elas. Meu sexto sentido me assusta às vezes e procuro não andar mais com a teimosia, assim me machuco menos.
A única pessoa neste mundo que pode me julgar sou eu mesma. Conheço meu passado. Sei por quais caminhos percorri. Conheço meus erros e as razões que me fizeram errar. Ninguém, absolutamente ninguém sabe das minhas dores e muito menos conhece minhas cicatrizes. Portanto, não aceito lição de moral dos outros.
Não sou uma pessoa fria, mas eu acho que quando as pessoas se importam demais, elas tem o direito de criar suas barreiras para não se decepcionar com pessoas pequenas.
“Não confunda minha bondade com fraqueza. Eu sou uma pessoa como todas, mas se alguém mexer comigo, ele irá se lembrar de mim”
Sou...
Eu sou a sombra de alguém que eu nao reconheço
dentro da pessoa que dizem que eu sou.
Sou o silêncio no meio de palavras não compreen-
didas...
Sou a diferença no meio te tantas coisas iguais.
Sou a imagem de alguém dentro de um espelho que
não há reflexo!
Sou a mulher dentro de uma garota.
Sou eu quem não sabe amar?! Ou é em meio de tanta
solidão vivida pelos outros que eu aprendi a esquecer!?
É que, no meio de tanta gente, eu sou a única pessoa diferente. E eu não tenho vergonha disso, tenho vergonha que, nesse mundo, tenha tantas pessoas que não se vivem, seguem modinhas inuteis sem nenhuma razão...
Não, eu não sou uma pessoa fria e sem sentimentos. É que no passado eu amei muito um certo alguém que me deixou em pedaços. E hoje em dia eu só escolho bem com quem eu vou dividir o restinho de sentimento bom que restou em mim.
Eu sou sim a pessoa que some, que surta, que vai embora, que aparece do nada, que fica porque quer, que odeia a falta de oxigênio das obrigações...
Eu sou do tipo de pessoa mais difícil de lidar, a pessoa que você entende uma hora e, depois de algumas palavras você já não entende mais. Sou errante, sou errado, sou “o erro” de tudo, não consigo socializar muito bem com as pessoas, mas me apego fácil perante dois dias de uma boa conversa. Desmorono por dentro por coisas fúteis que não afetam uma criança de 9 anos. Esse sou eu, difícil de ser, de conviver, de viver.
Não confunda minha simplicidade com simploriedade. Eu sou uma pessoa como outra qualquer, mas se me fizer de idiota, vai se lembrar de mim para o resto da vida.
Sou diferente das outras pessoas que eu conheço. Eu não olho primeiramente o corpo da pessoa e me atraio, eu me encanto pelo som da risada, pelo jeito de andar, de falar, pelo gosto musical. Eu amo quando a pessoa fica sem jeito, acho tão fofo. Eu me preocupo sempre em conhecer bem a pessoa, eu tento reconhecer quando ela está triste sem ela precisar dizer, eu tento completar a outra, eu tento fazer com que ela se sinta melhor. Eu dou amor, porque eu quero receber amor, mas isso vem com dores, algumas pessoas não sabem simplesmente retribuir.
E eu sou do tipo de pessoa que sempre confere duas vezes se a porta está fechada,aquele tipo de pessoa insegura,que começa a dançar com outras pessoas na rua até dar o passo pro lado certo.Pessoas que por isegurança,ou até mesmo por proteção,não confiam por inteiro.Pessoas que se importam,mas dificilmente demontram.
Eu sou uma pessoa horrível,
De aparência, atitudes,
Jeito de ser, enfim,
Tudo mesmo.
Mas sou um paradoxo,
Pois também sei ser belo,
Quando falo, quando sorrio,
Quando sinto.
Amizade, amor
E tantas outras coisas
Capazes de mudar um ser humano.
