Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa

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Lá dentro cabem sonhos de todos os tamanhos. Mas não cabe muita gente. Todas as pessoas que estão dentro dele não estão por acaso. São necessárias.

Com a faca da nostalgia do longe cravada fundo no peito. Às vezes dói, mas logo passa também.

Ele me desperta sentimentos i-na-cre-di-ta-vel-men-te ternos.

Penso em você apesar de não sentir sua falta e muito menos sua presença. Penso em você porque sinto um vazio, que eu não sei do quê.

Quando tudo, sem ele, é nada.

Vê se ri um pouco. Tenho aprendido que tudo tem jeito, o tempo é remédio pra tudo, vivendo e aprendendo. Por aí.

Pena que as grandes e as cucas confusas não saibam amar. Pena também que a gente se envergonhe de dizer, a gente não devia ter vergonha do que é bonito. Acho que é bom a gente saber que existe desse jeito em alguém, como você existe em mim.

E me pergunto se, quem sabe um dia, na hora certa, nosso encontro pode acontecer inteiro.

Me devolve seu sorriso?

Como um filtro, um filtro seletivo, vão ficando apenas as coisas e as pessoas que realmente contam.

Então, de repente, sem pretender, respirou fundo e pensou que era bom viver. Mesmo que as partidas doessem, e que a cada dia fosse necessário adotar uma nova maneira de agir e de pensar, descobrindo-a inútil no dia seguinte - mesmo assim era bom viver. Não era fácil, nem agradável. Mas ainda assim era bom. Tinha quase certeza.

Não deixe que o amor te faça desistir de uma boa amizade, você sabe.

Mas ando me sentindo assim bem machona, acho que seguro o que rolar.

Caio Fernando Abreu

Nota: Trecho de "A Jacqueline Cantore".

Aumente o volume. Ou desligue para sempre, você me entende?

E Deus continua sussurrando: "Não desista, o melhor ainda está por vir".

Não aquele que me complete, mas aquele que me some, que me acrescente.

E porque o mundo, apesar de redondo, tem muitas esquinas.

Caio Fernando Abreu

Nota: Trecho do livro "Ovelhas negras" de Caio Fernando Abreu.

Tenho sido feliz, mas sempre penso em você.

Odeio dois beijinhos, aperto de mão, tumulto, calor, gente burra e quem não sabe mentir direito.

Primeiro a chuva, depois o arco-íris. Se acostume, a ordem é essa.