Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa

Cerca de 334223 frases e pensamentos: Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa

"Vamos prestar atenção nàs lições que a vida nos proporciona, e delas tirar o melhor proveito. Elas têm função educativa e disciplinar, nos ajudando a moldar a nossa personalidade, nos tornando mais humanos, mais sensíveis e, ao mesmo tempo, mais sábios e fortes interiormente." Perazza.'.

"Meu pensamento viaja pela estrada de minha mente como um carro de corrida desgovernado..."
Perazza.'.

__________________________________

ESCOLHA O SEU CANDIDATO PELO QUE ELE NÃO DISSER


SE ELE DISSER QUE É PURO
SERÁ DO TIPO QUE SÓ FICA EM CIMA DO MURO.

SE ELE SE DISSER VIRGEM, ACREDITE SE QUISER,
DEPOIS DA ELEIÇÃO ELE JÁ NÃO É.

SE ELE DISSER QUE É O CANDIDATO DE DEUS
SERÁ DO TIPO: "MATEUS, PRIMEIRO OS MEUS".

SE ELE DISSER QUE É CANDIDATO DO POBRE,
LOGO, LOGO, A POLÍCIA FEDERAL DESCOBRE.

SE ELE DISSER QUE PRENDE E ARREBENTA,
NÃO MERECE FÉ: TAMBÉM CALÇA QUARENTA.

SE FOR DO TIPO QUE PEDE VOTOS NA IGREJA,
UM NOVO EDUARDO CUNHA SATANÁS FAREJA.

SE ELE DISSER QUE A CONSTITUIÇÃO É CIDADÃ,
PURA FANTASIA: LEMBRA A HISTÓRIA DA MAÇÃ.

SE ELE DISSER QUE ACABARÁ COM MORDOMIA,
TERMINARÁ SEUS DIAS NUM ASILO: MORO ADIA.
________________________________

So tem um jeito de perdermos a vinda de Jesus: Nos distraindo. Por isso precisamos vigiar

Não comecemos o dia sentindo um derrotado. As desilusões existem justamente para nos fortalecer e nos incentivar ainda mais a lutar. Confiemos em Deus pois ele está conosco e nos fará vencedores. Um grande beijo em seu coração. Perazza.'.

Não deixe a decepção ultrapassar os limites da realidade. Se assim você deixa, ela converterá seus anseios em sementes de desesperança, germinando em você e aos que estão ao seu lado o joio da infelicidade. Um grande beijo em seu coração. Perazza.'.

Perdoe sempre, quantas vezes forem necessárias. Perdoar não é uma concessão do sentimento; é uma decisão inteligente em sua existência!

Para o ódio, o amor é o inimigo, mas para o verdadeiro amor, o ódio não é nada. Da mesma forma que para o mal, o bem é o inimigo, mas para o verdadeiro bem, o mal não é nada.

Quando focamos no problema, só geramos mais problema. Quando focamos na solução, geramos transformação.

É sempre possível encontrar a porta do entendimento mútuo, quando nos dispomos a ceder, de nós mesmos, em pequeninas demonstrações de renúncia a pontos de vistas pessoais, a princípio, inegociáveis. Um grande beijo em seu coração. Perazza.'.

Quantas vezes, um problema aparentemente insolúvel, pede tão somente uma palavra de calma e temperança para ser resolvido? Nestes casos, paciência e tolerância é o caminho. Um grande beijo em seu coração.
Perazza.'.

Que o trabalhador seja mais valorizado que o produto do seu trabalho.

Na vida jamais se consegue mudar, o que não está disposto a encarar.

Perazza.'.

Bom Dia...

As experiências acumuladas servem para nos deixar com os pés no chão, nos mostrando os perigos da jornada. Ao mesmo tempo, avaliando esses perigos, passamos a estabelecer novas estratégias para vencê-los e chegarmos à vitória.

Coloquemos Deus em primeiro plano e, mais uma vez, decidamos pela vida que Ele nos propicia a cada amanhecer e correspondamos à Sua expectativa. É nosso dever, tem que ser a nossa meta.

Um grande beijo em seu coração.

Perazza.'.

O ser humano tem a péssima mania de achar que tudo não dá certo porque não foi ele que fez, que ninguém faz nada que só ele faz da certo, que a boa vontade só parte dele, os demais envolvidos só por interesse próprio, pra enxergar isso temos que deixar de ser ímpar, o mundo precisa de mais Amor...

Perazza.'.

Ideologias e pensamentos mudam conforme a conveniência e os anos...

"Se a sua vida estiver muito amarga, dê uma rebolada bem de leve. Às vezes o açúcar deve estar lá no fundo."

Como acabou assim? E Você já nem Liga mais pra Mim, Será Que Você já se Esqueceu? De Tudo Que Me Prometeu..

"...dançar de rosto colado, pegar na mão à meia-luz, desenhar com a ponta dos dedos cada um dos teus traços, ficar de olho molhado só de te ver, de repente e, se for preciso, também virar a mesa, dar tapa na cara, escândalo na esquina, encher a cara de gim, te expulsar de casa e te pedir pra voltar."

Paisagens em movimento

Quando vocês estiverem lendo isto aqui, estarei viajando. E estarei bem porque estarei viajando. Vem de longe essa sensação. Não apenas desde a infância, viagens de carro para a fronteira com a Argentina, muitas vezes atolando noite adentro, puxados por carro de boi, ou em trem Maria Fumaça, longuíssima viagem até Porto Alegre, com baldeação em Santa Maria da Boca do Monte. Outro dia, seguindo informações vagas de parentes, remexendo em livros de História, descobri que um de meus antepassados foi Cristóvão Pereira de Abreu, tropeiro solitário que abriu caminho pela primeira vez entre o Rio Grande do Sul e Sorocaba, imagino que talvez lá pelo século XVII ou XVIII. Deve estar no sangue, portanto, no DNA. Como afirmam que “quem herda aos seus não rouba”, está tudo certo e é assim que é e assim que sou.
Pois adoro viajar. Quem sabe porque o transitório que é a vida, em viagem deixa de ser metáfora e passa a ser real? Para mim, nada mais vivo do que ver o povo e paisagem passar e passar além de uma janela em movimento. Talvez trouxe esta mania dos trens (janela de trem é a melhor que existe), carros e ônibus da infância, porque mesmo em avião hoje em dia, só viajo na janela. Quem já viu de cima Paris, o Rio de Janeiro ou a antiga Berlim do muro sabe que vale a pena.
Topo qualquer negócio por uma viagem. Quando mais jovem, cheguei a fazer mais de uma vez São Paulo-Salvador de ônibus (na altura de Jequié você entende o sentido da palavra exaustão), há três anos naveguei São Luís do Maranhão-Alcântara num barquinho saltitante (na maré baixa, você caminha quilômetros pelo manguezal), e exatamente um ano atrás, já bastante bombardeado, encarei Paris-Lisboa de ônibus, e logo depois Paris-Oslo de ônibus também. Não por economia, a diferença de avião é mínima — mas por pura paixão pela janela. Sábia paixão. Não fosse isso, jamais teria comprado aquela f i ta de Nina Hagen numa lanchonete de beira de estrada nos Países Bascos (tristes e feios) à margem dos Pireneus, ou visto a cidadezinha onde nasceu Ingrid Bergman, num vale belíssimo na fronteira da Suécia com a Noruega.

Para suportar tais fadigas, é preciso não só gostar de viajar, mas principalmente de ver. Para um verdadeiro apaixonado pelo ver, não há necessidade sequer de fotografar, vídeo então seria ridículo. Quando não se tem a voracidade de registrar o que se vê, vê-se mais e melhor, sem ânsia de guardar, mostrar ou contar o visto. Vê-se solitária e talvez inutilmente, para dentro, secretamente, pois ninguém poderá provar jamais que viu mesmo. Além do mais a memória filtra e enfeita as coisas. Até hoje não sei se aquela Ciudad Rodrigo que vi pela janela do ônibus, envolta em névoas no alto de uma colina no norte da Espanha, seria mesmo real ou metade efeito de um Lexotan dado por meu amigo Gianni Crotti em Lisboa. Cá entre nós, nem preciso saber.

Mando esta da estrada, ando com o pé que é um leque outra vez. Lembro um velho poema de Manuel Bandeira — “café com pão/ café com pão” — recriando a sonoridade dos trens de antigamente. Pois aqui nesta janela, além dela, passa boi, passa boiada, passa cascata, matagal, vilarejo e tudo mais que compõe a paisagem das coisas viventes, embora passe também cemitério e fome. Coisas belas, coisas feias: o bom é que passam, passam, passam. Deixa passar.
Caio Fernando Abreu, in Pequenas epifanias