Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa
Para quem interessa
Nao adianta fikar todos os dias c lamentando
fikar todos os dias dizendo ki quer i ki gosta
nada vai mudar ou vai deixar de ser como é
a naum ser ki vc seja diferente ki vc faça
a diferença vc eh capaz dissu???
vc ja tento fazer isto??naum??
entaum tente veras como saira vencedor
nos nunk perdemos apenas aprendemos
a reconhecer os outros
eu to aprendendo vc tbm ira aprende
sei da sua capacidade i naum duvido dela
quando chegar a uma conclusao
me procure!!!!!!
Fernando Brito
Quando entrares aki
veras ki jamais eskeci
veras ki jamais foi eskecida
estara presente em tudo
meus pensamento
meus sentimentos
presente no meu corpo
presente no meu presente
veras ki passa sim de uma paixao
foi algo que chego i fiko no coraçao
marcas de um tempo bom
de um tempo repleto de felicidade
cheio de risadas i palhaçadas
cheio de Amor ki vinha da alma....!!!
Fernando Brito
Naum tente corrigir meus erros
eles sao minha caracteristas pessoais
eles deixam marcante tudo ki
penso falo ou escrevo
eles me personalizam
tambem ja aprendi ki naum
melhoramos i sim nos aperfeiçoamos
apenas nos adptamos as situaçoes
seja ela qual for mas sempre o que nos convem
todos nos somos iguais
sempre com erros formais
mas sempre buscando o bem
dakeles que nossos coraçoes detem...
Fernando Brito
Quando for chora me chame
enxugarei gota por gota
quando fores beija me solicite
me deliciarei com o sabor da sua boca
quando quiseres um abraço me convoque
me perdirei entre seu braços pequenos
se for para falar bobagem tbm
escutarei com a maior atençao
i depois dançarei akela cançao
mais por favor quando for sorrir
exija minha presença
saibas ki é o seu sorriso
que mais me alimenta.....
Fernando Brito
Um dia você me disse
As palavras são reais?
Por que não há comprometimento
Se já foi estrondoso o sentimento?
Difícil deixar para trás.
Tudo foi complexo, unilateral.
Cadê a reciprocidade, a bilateralidade?
Acabou-se a intimidade
Do que um dia fora universal!
É verdade que eu já fui a sua vida
E hoje sou só memória? Apenas reinvenção
De dois mundos, cuja fusão
Tornou-se uma fábula garrida.
Como eu vou compreender?
Aceitar sem disfarçar, chorar?
Esconder-me novamente, me mascarar,
E seguir em frente, perder?
O sentimento pode ser reavivado!
Mas se ele não quis permanecer
Por que insistir, sofrer?
Melhor deixar de lado?
Decerto, uma noção errada.
Pois se um dia eu ficar mudo,
Não externar que eu já fui tudo.
O que serei? Invariavelmente, nada.
Diante de tantas coisas percebemos o quanto somos pequenos perto da grandiosidade que a ignorância torna as pessoas sem carinho.
Uma vida sem emoções, amores e sonhos é como um bom livro guardado na estante onde você nunca saberá se aquela história teria um final feliz.
No mar de sentimentos me encontro a deriva em pleno meio tentando fisgar o mais belo e puro dentre eles, mas sem perceber eu mesmo me tornei isca do teu tão frágil coração.
Quando a noite fria cai e descanso minha cabeça no meu baú dos sonhos, viajo em pensamentos ao longe e sem perceber pego carona nas tuas lembranças onde sigo viagem até o nosso universo particular chamado saudade.
Sonhos, são a única forma de ter comigo, de te abraçar, é o único momento em que posso te ter plenamente pra mim, única e inteira.
Sim sou egoísta a tal ponto de te querer só pra mim mais te querer unicamente bem, assim como eternizou os três dias que passei contigo.
Nesse abismo de incertezas temo apenas uma coisa, ter a certeza de que nada fiz de certo nessa vida.
Pobres filhos da burguesia que acham que o mundo se deixa por em mãos, na verdade que em mãos tem é apenas a própria ignorância da sociedade que ergue tal status.
Acordo e desacordo em disacordo todos os dias.
Me recomponho e, me escrevendo - e aos tantos outros eus que sou capaz de criar -, faço acordos comigo.
Meus próprios compromissos, minhas próprias promessas, meus próprios juramentos que descumpro.
Compro a briga interna, o desafio.
Os animais sempre buscaram evoluir, a fim de adquirir melhores condições para a sobrevivência.
Evoluo assim.
Sobrevivo assim.
No meu fundo precipício escancarado: fechado em mim, com as portas abertas.
(...)Mesmo a simplicidade da âncora me é difícil processar.
Das embarcações e da vida, só o que sei é que, mesmo nas maiores tempestades, todo o esforço é pouco - e a pena vale pra não afundar.
Numa entrevista, perguntado sobre sua obra, o aspirante a escritor disse, entre batidas de um coração embebido em ansiedade:
_Acho que meus textos têm um quê da sofisticação dos clássicos literários que, já há muito, habituei-me a ler. Essa sofisticação pré-molar, perdida entre repulsas circunscritas, próprios protestos e a necessidade - mais que absoluta - de renovação. Não gosto de trabalhos modernistas em nenhum dos campos da arte, mas absorvo técnicas progressitas como neologismos e excessos, que dão ao texto uma cadência mais intelectual, que não prevê barreiras culturais, contudo. Tento me ater, de forma não muito satisfatória, a um único tema quando escrevo uma primeira palavra; mas eu jamais serei capaz de me ater a algo que não eu mesmo. Essa é uma colocação um pouco egocêntrica para um cronista, mas é fato - mais que consumado - que eu não ajo senão da forma que me prevê a sociedade em que vivo e a qual observo na faculdade de meus trabalhos, literários ou não. E eu não sou um tema de abordagem única.
(...)
(...)
Quiseram, então, saber por que o tal escritor usava tantas metáforas, por que era tão subjetivo na faculdade de seus textos. E ele respondeu.
_As metáforas? (risos) As metáforas são tão ímpares quando bem utilizadas que não sei escrever sem elas. Não digo que sei escrever com elas, nem que sei usá-las, pois - as metáforas - quem as usa são os leitores - bem como cada linha ou entrelinha constituintes de um texto. Habituei-me a metaforizar e exercitar meu léxico de muitos anos como leitor para prolongar períodos e ideias, dificultar o raciocínio, sombrear imagens muito óbvias. Minha alma vem embutida nesse corpo em muito desconfortável, atarefada com as preocupações e tentativas - frustradas - de acomodar-se aqui; sem contar as tentativas de difundir-se, principalmente entre dois corpos, compartilhando, em ambos, o espaço com outra. Eu preciso evadir-me de mim, é o que quero dizer. Para isso figuro em obra abstrata uma realidade tão sóbria, embora tão inacreditável...mente cretina. Minhas palavras edificam quimeras decifráveis a qualquer um que persista. Não sou fácil, nem difícil. Diferença é algo que faz parte de tudo. Fácil é ser clichê!... e difícil é entender por que custa-se tanto a encontrar arte de boa qualidade. O bom-gosto se mudou pra amazônia por falta de uso? Lá: onde tudo se extingue... Minhas metáforas são como disfarces, sim - porque eu mesmo tenho medo de saber a verdade.
(...)
