Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa

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O melhor de mim é aquilo que eu ainda não sei por que me renova.

“Eu distribuo ao mundo àquilo que nunca recebi dos meus pais: amor, atenção e cuidado — porque eu me recuso a repetir a falta que me machucou.”

O Espírito Santo falou ao meu coração:

“Aquilo que eu te mostrei que estava quebrado, eu mesmo vou consertar”

Marta Raquel

Eu quero voltar a ser capaz de entregar aquilo que um dia entreguei para te conquistar e fazer você se apaixonar novamente.

A vida quê me tirou aquilo que achei que nunca perderia é a mesma que me dá aquilo que achei que eu nunca teria.

“Quando eu era criança, ouvia sempre um ditado popular: ‘Aquilo que não mata fortalece ou engorda.’ 😅
Com o tempo, percebi que a vida fala por golpes suaves ou tempestades.
Às vezes, acreditamos estar no fim… mas, silenciosamente, cada dor nos molda, cada queda nos refaz, e cada dificuldade nos transforma em alguém mais forte do que imaginávamos.”

O inimigo da minha vida é tudo aquilo que eu não quero por perto.

⁠Aquilo que não me molda eu lapido!

Minha fé morreu, mas não antes de matar tudo aquilo em que eu acreditava.

“Eu resolvi ficar”


Eu resolvi ficar — mesmo contra tudo aquilo em que sempre acreditei.
Ficar e colocar o meu “eu” de lado para cuidar de você
e caminhar ao seu lado.


Nada me impediria de seguir sozinho; caminhos existem muitos.
Por instantes, até me imaginei em cada um deles.
Mas em todos, quando procurei por você e não encontrei,
senti-me só.
E então entendi: não eram vários caminhos.
Havia apenas uma rota.


Sempre estivemos aqui.
Só nos afastamos quando o coração e a mente se perderam
no barulho, nos ventos, nas tempestades.
A mente humana perde o foco, é natural.
Mas o essencial é permanecer no caminho
sem perder a essência da alma,
mantendo a integridade — isso, sim, é o mais importante.
O resto vem, e sempre aprendemos algo durante a travessia.


Eu resolvi ficar porque é aqui que vejo as coisas crescerem.
Mantenho-me ocupado e aprendi a valorizar o simples.
Vejo a vida — até nos detalhes que antes passavam despercebidos.
Confesso que nunca me imaginei neste lugar,
até compreender as razões pelas quais eu precisava estar aqui.


Talvez eu tenha encontrado novos motivos,
ou apenas lembrado por que escolhi caminhar contigo.
Hoje parei de tentar entender tudo;
apenas vivo o momento com mais intensidade e alegria.
Dou valor ao tempo — e não carrego culpas.
Só me frustra ver o tempo sendo desperdiçado,
porque ele é uma das maiores riquezas que temos.


Então, sim… é por isso que eu estou aqui:
para usar o meu tempo
de forma que o seu tempo
seja sempre melhor.

Eu ainda não tenho tudo o que quero, mas já tenho aquilo que imaginei nunca ter em minha vida.

A jura


Te juro,
te juro guardar
somente a mim
tudo aquilo que eu queria
que pertencesse a nós.


Te juro:
não voltar a dizer
o vasto do sentir
que me atravessa.


Te juro,
te juro porque
não quero que fique mal;
pois isso só cabe a mim.


Te juro que,
por mais que queira
esta jura quebrar,
sou incapaz;
pois a você
quero bem.

“Eu não nasci forte; fui sendo moldada por aquilo que tentou me quebrar, e hoje caminho inteira não porque nada doeu, mas porque sobrevivi a tudo o que poderia ter me destruído.”

Que eu nunca deixe de sentir gratidão por aquilo que um dia pedi em silêncio.

O drama atrasa aquilo que eu posso aprender agora.

A função da minha mente é dar um jeito de pôr em prática aquilo que eu sinto.

Não é utopia aquilo que eu posso fazer por mim mesmo, mas é utopia aquilo que eu espero do mundo.

Meu pensamento é moldado pelo que eu quero, ele direciona minha mente para aquilo que escolho pensar. Ao pensar no que desejo sentir, passo a vivenciar as emoções geradas por esses pensamentos. Cada sensação que se manifesta, surge daquilo que pensei, e então me questiono sobre o motivo dessa sensação. Tento entender o que me levou a sentir o que sinto a partir do que pensei. E assim, continuo pensando, explorando e refletindo sobre esse ciclo constante entre o que penso e o que sinto.

Tudo tem sentido, e ao mesmo tempo, nada tem sentido.


O sentido é aquilo que eu invento e me convenço de ter sentido.


Se eu me convenço de que o sentido é não ter sentido, então não terá sentido nenhum;


Se eu me convenço de que o sentido é ter sentido, então terá todo sentido.


O que eu escolho ver como sentido? É o que eu escolher ver como sentido, e mesmo que eu diga para mim mesmo "nada tem sentido", já estou criando um sentido nisso.


A escolha é minha.

Eu me sinto sem respostas para essa ausência de palavras, para tudo aquilo que quero dizer. Talvez porque deixei tempo demais. Intervalos longos entre quem eu fui e quem me tornei. Sem perceber, sem discutir, sem cobrar. Fui sendo.


E no instante de permissão — não por ter tempo, não por razão, sequer por ter as palavras certas — não pude recuar. Ainda estou ali. Não me posso perder.


Não é que eu não sustente a intensidade. Eu sustento. Talvez esse seja o ponto. Justamente por saber que sustento, não posso me jogar. Há muito mais além de mim para escolher. Há consequências, há territórios que não são só meus.


Não é fuga. Não é negação. É consciência.


Algo me atravessou e permanece. Não como urgência, não como descontrole — mas como presença. Uma parte de mim que desconheço e ainda assim reconheço.


E talvez maturidade seja isso: sentir profundamente, perceber o abismo, saber que poderia atravessar — e ainda assim escolher permanecer inteira.


Ainda estou ali.
E não me perco.