Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa
Sou fada, sou bruxa.
Sou mulher,
Sou flor
Um lado bruxa
Um lado fada
O meu lado bruxa
Enfeitiça
Meu lado mulher
Atiça
Meu lado fada
te conquista
no amor sou fada
sou mulher
mas sou bruxa
que lhe encanta
sou flor que nunca murcha
sou mulher
que simplesmente ama
um lado fada, um lado bruxa
se estou triste
o meu lado fada
acalma meu coração
se apaixonada
o meu lado bruxa
usa o feitiço da sedução
mas sou simplesmente mulher
Magia, amor e sedução
Sou gaúcho!
Sou gaúcho de tradição,
Do churrasco ao chimarrão.
De montar cavalo xucro,
Mesmo que isto não me de lucro.
Pois faço o que faço,
Nem to ai pro fracasso.
Quero mesmo é honrar a tradição
Pois dentro do peito, bate forte o amor pelo meu chão.
Embora bagual na lida campeira,
Sou bastante carinhoso com minha parceira
Gaúcho que leva flores,
Gaúcho de muitos amores.
Amor pela pátria querida
E a minha chinoca bonita.
Parceiro dos amigos
E não cultivo inimigos.
Alguém que não frouxa na peleia
E não se mete na vida aleia.
Sou um gaúcho de coração
Sou rebelde como o vento,brinco com a vida e duvido do tempo, provoco, polemizo, solto o riso. Sou fera sem jaula, sou amante no cio, minha calma está sempre por um fio.
Bem ou mal, coisa e tal, sobrevivi como um fênix renasci, sou guerreiro de fé e por Deus abençoado... No sentido da perfeição...
Sou...
A menina mulher...
A decidida mais indecisa...
A mãe que quer colo...
A lutadora que nem sempre ganha...
A otimista que se frustra...
A que vive a vida com alegria, mesmo nas horas difíceis...
A que às vezes sente raiva, mas, “por sorte” minha e dos outros, são momentâneas...
A psicóloga que às vezes precisa de terapeuta...
A que ri alto e chora baixinho...
A mansinha que ataca de fera...
A louquinha mais cabeça...
A que gosta de Elvis à Beethoven...
A chorona durona...
A que procura um lado positivo, mesmo nas piores situações...
A que aprende errando...
A extrovertida que adora fazer amizades...
A ouvinte, tagarela...
A teimosa, obediente...
A que ama a Deus incondicionalmente.
Vento que passas, leva-me contigo.
Sou poeira também, folha de outono.
Rês tresmalhada que não quer abrigo
No calor do redil de nenhum dono.
Leva-me, e livre deixa-me cair
No deserto de todas as lembranças,
Onde eu possa dormir
Como no limbo dormem as crianças.
Decepções de uma mãe.
Estou tão decepcionada, tão triste,
Que nem sei quem sou.
Estou tão amargurada, perdida,
Que nem sei pra onde vou!
Tem dores que enfraquece,
A alma padece, faz sofrer.
Tem coisas tão triste,
Que se esquece de viver.
Perdão até existe,
Mas a mágoa é tão grande,
Que se leva ao morrer!!!
Sou árvore forte, me firmei com raízes
profundas em solo fértil.
Passei por grandes tempestades, algumas
difíceis de suportar; confesso que folhas
caíram, mas me mantive de pé.
E no inverno de frios sentimentos, não
deixei congelar meu ser, pois no calor
do amor me aqueci, mantendo minha
essência intacta.
Pude em dias de calor intenso dar sombra
a quem cansado da viagem pelo caminho
da vida chegava.
E abrigo forneci à noite a viajantes perdidos.
E na primavera colori o ambiente com as cores
das flores que a natureza me deu.
E com sabedoria aproveito o vento que sopra
sobre as folhas para música fornecer aos
pássaros que em meus galhos fazem ninho.
E florida de borboletas que revoam sobre
mim, sigo feliz pelo presente que a natureza
me deu; a VIDA.
''Não sou boa em tudo que faço. Sou fria, indiscreta, chata, difícil demais. Sou bipolar até dizer basta, um dia quero sério, outro dia não quero nada, um dia eu choro, outro estou feliz. Vai lá me entender.Meu medo é maior que todos os sentimentos. Mais te confesso quando eu gosto, eu enlouqueço, de amor vira doença, de carinho vira loucura. Quando eu amo, amo intensamente, aliás tudo o que faço é intensamente, só que as vezes faço e não penso. Mais não se assuste, eu sou assim, mais sou feliz ou pelo menos tento. Você vai me conhecer todos os dias mais mesmo assim não vai saber o que eu passo,sinto e acho,então não tente me criar ou me julgar. ''
Não se engane com a ingenuidade de meu sorriso, ele é dissimulado. Sou perspicaz e estrategista. Escondo com sorriso o que meus olhos nunca deixam escapar.
Sou mortal, sujeito a erros, graças a Deus
Sou repleto de sonhos e todos os dias cuido de regar cada um deles
Amo sem medidas, despejo bons sentimentos
Não me acostumo com negligência e sou avesso a ausências
Não partilho da intolerância e nem de fanatismos
Vou a luta, se preciso, por um amor
Me entrego imparcial ( ..talvez, seja esse o meu mal...)
Mas também sei voltar, quando o amor que receber não mais me bastar
Aprendi a escutar e entender o vão das palavras
E me proteger, de alguma forma, em territórios alheios
Posso sofrer, por vezes, de incoerência, mas nunca de inconsciência
Respeito alguns limites necessários, e extrapolo os válidos.
Não vivo apoiado em aparências
Mas sobrevivo, sem vacilar, e pretendo continuar erguido, mesmo durante as minhas impermanências.
Ter uma melhor amiga já é difícil, ter duas então… Sou muito grata por ter vocês duas na minha vida, sempre me fazendo sorrir e limpando minhas lágrimas. Tenho certeza que os laços da nossa amizade são inseparáveis.
Ei, estou aqui!
Se quiseres falar,
sou todo ouvidos.
Se quiseres chorar,
darei o ombro amigo.
Se quiseres gritar,
farei silêncio.
Se quiseres abraçar,
te darei abrigo.
Decifra-me...
Um dia sou uma ‘‘menininha” que sonha
Entretanto, tem medo de acordar
E encarar a realidade...
No outro, sou incontestavelmente
Uma mulher sem medos.
Um dia sou como um forte vendaval
Que por onde passa
Deixa marcas...
No outro, sou como uma leve brisa
Branda e inofensiva.
Um dia sei exatamente o que sou
E no outro fico confusa
Em relação ao meu ser...
Fico perdida
Sem saber o que fazer ou até mesmo pensar.
Posso ser uma ‘‘menininha”
Ou uma linda mulher...
Um vendaval ou uma leve brisa
No entanto, se quer saber quem sou
Então decifra-me.
Somos nordeste!
Sou nordestino meu povo
e tenho orgulho de ser
no prato cuscuz com ovo
é só o que tem pra comer
na terra é onde me movo
a espera de um mundo novo
acreditando em você.
Efetivamente, acho que sou uma criatura ponderada e razoável, não exatamente pelo fato de viver entre montanhas e ver sempre as mesmas caras de começo a fim de ano, mas porque fui submetida a severa disciplina que me ensinou a ser criteriosa. E, além disso... tenho lido mais do que o senhor imagina
