Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa
Quando eu gosto eu gosto de verdade, nunca passa por mim pensamentos que possam diminuir meus sentimentos. Curto fortalecer alguns laços que quando se tornam verdadeiros, muito nos completam.
Enquanto eles dormem eu trabalho, porque o sucesso não se constrói sozinho, vai decepcionar? decepciona quem te deseja o mal. Vida que segue!
Acordo pensando em você, pareço um idiota, você nem tá nem aí pra mim, mas eu sonho e acordo pensando em nós juntos. É idiotice, né? Não, isso é AMOR.
Quando a noite cai eu fecho os olhos vejo você, me sinto tão feliz vendo nois dois juntos sorrindo felizes sem brigas sem ninguem pra se entromenter na nossas vidas, sem querer abri os olhos vi que era minha imaginação, pois você nem tava ao meu lado, pessoas fez que nosso amor desabace, pena que o mundo que nos vivemos e cruel, invejoso e destruidor so fico lembranças e imaginação de EU e VOCÊ.
Sabes, o que aprendi, com a tua ausência? Que ninguém morre, por sofrer, por amor. Pelo menos, não, no sentido literal, da palavra.
Li, algures, que “as pessoas preferem apegar-se às memórias porque, por muito que as pessoas mudem, as memórias não mudam”. Acredito, que seja verdade. As memórias, são algo a que nos apegamos. Simplesmente, porque, quando, são boas e importantes para nós, não nos queremos desapegar delas. É normal. Contamos com elas, porque, sabemos bem como são.
Mas, é necessário, muito tempo, para limpar feridas. Para elas sararem, e apenas, serem cicatrizes que passam despercebidas.
''Eu te amo'' são apenas palavras,você só vai acreditar nessas palavras,se elas forem seguidas de ações que as comprovem,tipo um ciúme bobo
Desapegar, mostra que conseguimos ser bem mais fortes, do que antes. E conseguimos, efetivamente. Ninguém morre por se desapegar. Ninguém sofre uma vida inteira por desapego. Sofre-se, por se querer continuar, no meio dos medos. É, por isso, que se sofre. Pela incerteza do que acontece depois. Pelo medo do vazio. Porque o desapego, é simplesmente, uma mudança em nós.
Há sempre uma música. Aquela, que define um casal. Aquela, com que cada casal, se identifica. Aquela, que cada casal, tem orgulho de dizer que é a sua música.
Nós nunca tivemos a dita música… não porque, não quiséssemos ou que não encontrássemos… Simplesmente, não tivemos, porque eu nunca me consegui decidir nem encontrar apenas a dita música para nós.
Sempre considerei que éramos, e que somos ainda (mesmo que afastados), um conjunto de várias músicas, de diferentes estilos, diferentes cantores, ou seja, uma miscelânea.
Nem todos os casais têm A TAL música… Nós, temos uma banda sonora inteira, só nossa…
Era, impossível, conseguir escolher, apenas, uma.
Bolas, raio de fotografia, tão perfeita. Bolas, o nosso olhar ser mesmo nosso, e não para a máquina.
Sim... é possível amar de novo, conhecer alguém, deixá-lo entrar, deixá-lo pertencer e deixar-me pertencer.
