Eu sou aquela q Mesmo Triste Sorri
Origens
O universo na angustia do vazio,
aprendeu a conversar com si mesmo.
E conversando descobriu o que é o amor
e com esse amor, aprendeu o que é ódio
E com o ódio, aprendeu o que é guerra
e com a guerra, descobriu o que é paz
Com a paz, aprendeu o que é o silencio
e o silencio, o levou a loucura
com a loucura, aprendeu o que é a lucidez
mas percebeu que a lucidez o limitava
E sendo limitado, começou a medir tudo que podia
e medindo tudo, começou a fragmenta-se
Fragmentado, aprendeu o que é a união
e unindo-se, aprendeu regressar a si mesmo
Mas para regressar a si mesmo
foi preciso criar seu oposto
O seu oposto nunca será bem aceito
pois todos pensam que ele é o fim
mas é apenas o retorno as origens.
Salsidc Rockker
...bonitinho mesmo era aquele olhar tímido que embora não soubesse me dizer nada, meu coração sabia ler tudo!
Por que amar a si mesmo, não é uma opção, e sim uma obrigação, você não vai dar espaço pra te amarem se nem você mesmo ama a si próprio.
...e a vida é assim mesmo: um dia você acorda e ela lhe dá lágrimas, noutros você acorda e ela lhe dá sorrisos... A vida é mesmo bipolar!
Através de tantas transformações do homem duvido de tudo que vejo ao meu redor.
Até mesmo do sol que me ilumina. Quem sabe se eles também já mudaram?
)
O tempo foi passando, voando, virando migalhas.
Parecia que o meu corpo estava parado no mesmo lugar desde aquela última respiração profunda na praça. Era estático o efeito da paisagem bonita. Era o caos aguardar por uma companhia que virou as costas e foi embora sem contemplar a beleza das flores. E todos os dias eu admirava o verde vivo, a brisa rasteira, ansiosa para encontrar tua nota dó dentre os sussurros da ventania. Ficava sentada ali por horas, rabiscando, estrangulando o tempo. Cruzava as pernas, os braços e as ideias procurando, ao menos, uma posição confortável para as dores da alma, ou um motivo aceitável que me fizesse desviar desse caminho infindável. Percebi então o magnetismo do passado atuando como uma bússola que aponta apenas para o Norte. Descobri por entre cinco ou seis puxadas de ar que nunca fora a intenção ser o teu rumo fixo. E as possibilidades me deixavam inquieta, melodramática, desenhando cenas no vácuo como se pudesse pintar as situações e bordá-las num estado real. Chegava a roer as unhas, cantarolava sinfonias, coçava os olhos, entretanto não sentia vontade em voar pra longe. Acho que eu te procurei em todos os rostos que conheci desde o dia que te vi pela última vez. Nunca tive muita sorte na vida, mas tenho certeza que o teu gargalhar no escuro poderia facilmente ser confundido com um bilhete de loteria e isso me contentava. E ora veja, mesmo nas pausas sem graça eu ainda conseguia rir até a barriga doer pelo destino ter sido tão sacana a ponto de me fazer derreter a cada contração de intenções sutis. Tenho medo do escuro. Mas ainda lembro-me do sorriso sem esperança, sem luz que silenciava o último encontro. De quando colocou uma pulseira colorida estranha no meu pulso e deu dois nós. De quando me pegou pelas mãos, olhou no fundo dos meus olhos e disse que o amor era grande, mas o mundo era maior.Virou-me as costas e foi embora como quem sabia exatamente o que estava fazendo, como se planejasse há muito tempo. Comecei a escrever poesias sobre as cores estranhas, sobre como elas ficaram bonitas depois que ele me presenteou, sobre os dois nós. Sobre o nó no pensamento, que se transformou em nó no coração até se acomodar num clandestino nó na garganta. Ele nunca voltou à praça para pegar o que era dele por direito. Eu ou a pulseira, não sei ao certo. Arranquei-a do pulso com toda a força que tinha, joguei num canto, quis enterrar junto das flores bonitas para que o encanto nunca se perdesse. Tarde demais. Todos os dias as cores me assombram, assim como o aroma das flores, assim como o estranho corpo que imigrou ao longe. Cegueira inexpressiva. O pulso ainda pesa tanto quanto as palavras nunca ditas.
E eu escrevo em preto e branco até hoje.
Palavras...
Quantas desperdiçamos, pronunciadas ao vento, pras pessoas, e até mesmo em nossos conflitos mentais sozinhos. Não foram poucos os poetas que em meio a um turbilhão de pensamentos as escreveram para expressar suas ideias ou fazerem declarações inimagináveis.
Palavras em vão ou verbalizadas muitas vezes até sem querer, mas, proferida para desabafar ou confortar ao outro. Saídas em forma de poemas de versos declaradas em jornais ou eternizadas em livros, são elas assim simples, mas eficaz para alma, são elas proferidas mesmo assim, simples assim, as Palavras.
Palavras, onde ansiamos pronuncia-las desde bebês que nos ensaiam silaba a silaba até formarem diversas, até mesmo palavrões. Na infância é uma loucura e quando gaguejamos as palavras Papai e Mamãe é motivo de risos, aplausos e euforia. Na adolescência são elas motivo de revolta ou rebeldia e é só ouvir uma provocação que saí um palavrão maior que a nossa própria estatura e quando algo nos deixa sem voz logo nos exigem ``Fala Menino(a)´´
As palavras vão nos levar a diversas situações desde as declarações, juras e promessas, sem as mesmas tudo é silêncio e solidão. Não há um só ser que consiga ficar sem voz por muito tempo pois são as palavras a maior expressão de qualquer sentimento seja riso ou dor. Até as pessoas mudas não conseguem ficar em silêncio, e arriscam mesmo que de forma esquisita dizer algo.
Palavras sejam elas pequenas, ou grandes são as mesmas com as quais vamos aprender e ensinar. Por isso devemos usa-las em sua forma mais bonita para fazer o bem tanto aos outros quanto a nós mesmos. Que a paz esteja sempre em nossos corações ou quem sabe em nossa mente.
a solitude dos meus pensamentos,
é profundo da minha alma,
mesmo na escuridão dos meus pensamentos,
sinto a solitude no qual fui criado,
na escuridão dos sentimentos desejo,
o sentimento da obsessão de viver
sentindo nos teus olhos a verdade,
que não se cala nesse coração descrente...
sentimento profundo, ate que tempo para...
na solitude do teu amor eterno...
a vida é o amargo desejo de viver...
seja fundo da minha alma
alem do calor que movimenta o desejo,
de viver embora a vida seja somente um sentimento...
além das virtude dessa vida que maltrata
por celso roberto nadilo
E a gente gosta mesmo é de carinho, a alma ama afagos! Pessoas que sabem tornar nossos dias mais fáceis, nossas dores amenas, nos medos pequenos, nossa ansiedade controlada, nossa alegria exposta. A alma ama afagos!
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