Eu sou aquela q Mesmo Triste Sorri

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DESCOBRI

Descobri que uma das coisas que mais gosto de fazer nesta vida é escrever. Mesmo que o que escrevo seja desordenado e desalinhado para uns, uma loucura ou uma idiotice para outros. Que as frases sejam sem nexo e sem uma direção certa. Não importa. Só sei que escrever me alimenta. Alimenta e relaxa meu coração poético.
Queria escrever algo banal, tranquilo que apenas me levasse a fugir deste corre-corre da vida. Não sei o que eu quero com isso. Talvez atingir o cume da montanha mais alta. Não sei.
Talvez me perguntem, por que a montanha? Talvez pudesse ser a mata, ou o deserto, ou o mar, quem sabe o céu. O que importa quando não sabemos se a direção é certa ou incerta como o tempo?
Escrever atinge o ilimitado. É como a vida, ilimitada, sem uma coordenação. Quero atingir todos os limites, o cume, o ápice, a adrenalina constante.
Estou ainda tentando escrever algo sereno, algo que deixasse um pouco de lado meu apogeu. Mas não encontro. Na verdade nem quero encontrar, quero continuar buscando cada vez mais.
A outra coisa que gosto de fazer é amar. Amar quer dizer algo? Amar nunca foi algo. Amar é tudo. Eu gosto de amar as pessoas, amar me deixa feliz. Saber que as pessoas estão felizes me deixa extremamente feliz.
Meu instinto de mulher quando amo fica tão estável que eu poderia descrever detalhes que talvez inundasse esta pagina com palavras de amor...mas o que importa isso tudo se ninguém se importa mais com o amor.
Amar é tão vasto que eu poderia me perder amando. Escrever e amar são uma junção que combinam. Em meus versos escrevo amando sem uma noção certa do que quero deixar na página, apenas amo escrevendo e escrevo amando.

Nada será como antes — nem mesmo os nossos pensamentos. A cada piscar de olhos, surge uma nova perspectiva, um novo cenário, uma nova emoção.

Raízes que sustentam


As raízes que nos sustentam, mesmo quando fortes, por vezes se rompem diante das lutas travadas para alcançar aquilo que almejamos. Para que cresçam firmes e consigam sustentar nossa base, é necessário cuidado constante. Nem sempre estamos atentos, nem sempre conseguimos superar os traumas – por isso, precisamos cultivar também momentos leves.


Nossos passos desenham nossos caminhos, e nossas lutas revelam nossos ideais. Para que nada seja capaz de nos derrubar, é preciso fortalecer o que nos sustenta, mantendo nossa base integra.


Raízes são a nossa estrutura. Somos como uma casa: no início, o concreto dá sustentação à fundação. Em nós, porém, são as raízes o elemento essencial dessa construção. É por meio delas que seguimos erguendo quem somos – fortes, resilientes e capazes de enfrentar as intempéries da vida.

"Trilionário é aquele que, mesmo sendo invisível para as massas hoje, já é gigante dentro de si mesmo."

Nova Zelândia: Dois Corações De Um Mesmo Oceano.














Belas ilhas são tocadas por ondas de um oceano.
O embelezando e sendo enfeitadas por suas ondas azuis.
Essas ilhas nasceram há muito tempo atrás rodeadas por um azul profundo.
Há muito tempo atrás quando apenas esse oceano azul e as suas águas desciam com o céu profundo.
Em um lugar no tempo essas ilhas se formaram.
Subindo as ondas desse oceano para flutuarem sobre o seu azul.
Há muito tempo atrás foi quando cada pedaço de pedra e rocha seguiu o ir e vir de cada onda.
Estando acima de ondas azuis.
Sobre um oceano profundo essas duas ilhas ficaram.
O tempo passava vendo cada ilha contemplando aquele oceano.
Essas duas ilhas tinham montes com frestas onde desciam rios de fogo.
E haviam muitos assim em cada ilha.
Com longos caminhos de uma outra terra e com pedras escura que caíam de cada monte.
As brisas desse oceano seguiam sobre cada ilha.
Contornando cada monte e os seus rios de fogo.
E por tantas vezes foi assim.
Como o oceano que mergulhava nos vestígios de cada ilha.
Como o céu azul e claro.
Duas ilhas nasceram de um oceano azul para cobrirem um pouco as suas ondas calmas.
Duas ilhas com rios de fogo que desciam por alguns montes de pedras e algo que unia cada uma.
As suas formam eram feitas pelas ondas desse oceano quando o mesmo tocava cada ilha por várias vezes.
Com ondas de afeto que vinham dos seus profundos sentimentos azuis.
Com o passar do tempo entre o céu azul aquelas duas ilhas foram se transformando.
Aqueles montes de fogo adormeceram.
Nas brisas do oceano e do tempo as frestas por onde desciam outros fogos também repousaram.
Não o tempo.
Que continuava seguindo.
Nas ondas azuis desse oceano duas ilhas estavam.
De muito tempo atrás com o céu azul e profundo sobre cada uma.
Flutuando em muitas ondas azuis que encontravam o céu em cada parte dessas ilhas.
Que haviam sido deixadas por esse oceano em um mesmo sonho que ele teve.
Quando estava novamente desaguando no céu azul e de repente sentiu em algumas ondas que o acompanhavam o ir e vir de dois corações.
Como as suas ondas já faziam desde outros tempos.
Sob o mesmo céu azul.
Que o cobriam e também essas duas ilhas.
Com um aroma azul e salgado das suas profundezas.
Duas ilhas sobre um oceano profundo e que resplandecia como céu.
Com o tempo que passava aqueles montes outra vez acordaram dos seus sonos distantes.
E os seus caminhos de fogo seguiam em cada ilha.
Com outras pedras,rochas e uma cor acinzentada que saía de cada monte.
Rios de fogo desciam dos montes em cada ilha.
Esses montes que fazem rios de fogo são inesperados e o tempo sabe disso.
Em cada ilha os rios de fogo faziam os seus caminhos.
Sobre cada pedra e cada desvio que aquelas ilhas tinham.
Por alguns instantes ou mais,deixavam as suas marcas de um fogo adormecido e avermelhado.
Quando no tempo adormeceram outra vez.
E um oceano ainda acordado olhava para o céu azul enquanto continuava tocando as duas ilhas.
Que das profundezas da sua beleza,nasceram.
Há muitas tempo atrás.
Nas suas ondas azuis e parecidas com o céu.
Duas ilhas unidas por um oceano com ondas leves e que traziam gotas de carinho para cada uma.
Assim como o céu que derramava um pouco da sua cor sobre cada ilha.
E para as profundezas daquele oceano.
Em tempos atrás com brisas que ele ainda se recorda.
Quando sentiu o pulsar de dois corações nas profundezas da sua vida em algum momento no tempo.
E que nasceram em ondas que começaram nos seus sonhos.
Duas ilhas com partes do céu nos seus lados.
Que seguem um oceano e um outro azul.
Flutuando nas suas ondas até o céu.
Duas ilhas rodeadas por dois azuis que ainda se encontram guardados dentro dos seus corações.

Frutas E Legumes: E Os Seus Sabores.










Antes mesmo de terem as suas cores e os seus sabores vocês ainda são minúsculas sementes.
Semeadas nas imensas terras desse planeta.
Por ventos e brisas.
No calor do Sol e nos brilhos das chuvas.
Antes de florescerem como árvores e plantas com raízes nessas terras.
Ainda sendo sementes vocês vieram de sabores deixados por uma fruta ou um legume ao tempo.
Em ventos e brisas atrás.
No calor do Sol e das chuvas brilhantes que já estavam.
Enquanto o tempo passava em cada semear.
Sobre as sementes que são trazidas dentro de um tempo assim como os dias.
Em cada pedaço de terra um fruto e um legume.
Plantados em terras marrons que ficam claras em cada gota de chuva.
E macias em cada contorno dos ventos sobre cada nova semente.
No tempo que passa,cada florescer acontece em semanas ou meses.
Sob a luz de uma magnífica estrela,de um céu azul ou chuvoso.
Até no transformar das quatro estações.
Estão cada semente.
Esperando para desabrocharem como legumes ou frutos.
Um pouco antes disso ainda serão flores.
Cada flor com cores e um aroma.
Delicadas aos ventos e brisas.
Antes de um outro florescimento como um fruto ou um legume.
Entre semanas e meses que estão em um tempo que rodeia um querido planeta.
Como sementes deixadas sobre as terras que se movem sobre montanhas e cordilheiras.
Florescendo por lá com raízes fortes que têm os ventos e também a maciez e graciosidade da neve.
Como frutos ou legumes.
Com o tempo passando sobre cada um.
Esperando mais uma saborosa colheita.
E colorida.
Dos muitos frutos e dos muitos legumes.
Com os seus doces nomes. Maçã,mamão,melão.
Melancia,banana,
carambola,uva e maracujá.
E mais do que esses frutos ainda têm outros doces e coloridos.
Com um sabor salgado ou amargo.
Alface,brócolis,couve-flor.
Cebola ou rabanete.
Seguindo os seus sabores outros nomes estão.
Antes de serem assim com as suas cores e os seus aromas.
Eram minúsculas sementes deixadas nas terras dos ventos e do Sol.
Das chuvas e do tempo.
Nas semanas e meses que seguem um percurso.
Para depois florescerem docemente como manga,cacau,cupuaçu,
açaí,acerola,goiaba,
abacate ou abacaxi.
E com mais doces frutos que ainda estarão florescendo.
Ou com outros sabores.
Ainda salgados e um pouco amargos,mas saborosos.
Como repolho,macaxeira,
beterraba,cenoura,
batata.
E com mais sabores amargos e salgados que irão florescer por tantos dias que nascerão.
Como esses frutos ou legumes coloridos.
Que foram deixados nas terras que são parte de um querido planeta.
Deixados pelos ventos e nas brisas do tempo.
Sendo iluminados por uma estrela fascinante e protetora.
Sob a sua luz e do azul do céu cada minúscula semente é acolhida.
Também pelas quatro estações.
Até que novamente sejam coloridas árvores ou plantas.
Com galhos e folhas que crescem em cada instante.
Nas plantas com raízes finas e fortalecidas.
São muitas as árvores frutíferas.
Com os seus frutos pequenos,médios ou grandes.
Em cada cor,um sabor.
Ou em uma raiz uma planta que não fica tão distante dessas terras.
Nos seus legumes com uma cor predominante marron.
Que após alguns ventos outras cores se mostram.
Em cada galho ou uma folha de planta antes de um outro legume ou um fruto,haverá uma flor.
Muito mais do que uma flor.
Mas antes disso acontecer ainda serão minúsculas sementes esperando o próximo florescer.
Com o cultivo do tempo e das chuvas.
Com os toques das brisas e dos ventos.
No colorido das quatro estações.
Na gratidão do azul do céu.
E do seu lugar no céu mais uma vez terá florescido o Sol.

⁠Ah, ninguém tenta ir fundo dentro de si mesmo.
do livro aforismos vol.4

Voltei a escrever sobre o quê? Sobre quem? Sobre mim mesmo?

Mesmo com a máscara branca...
a pele negra fala mais alto.

Não faça nada que resplandeça mais aos olhos alheios antes de ti mesmo. Porque a ti não pertences nada. Exceto, o pó donde vieste, e a certeza da desencarnação!

020526

⁠Amar
é mesmo assim:
Ás vezes
pede vazão
para andar
entre os "loucos"
de maneira tal
sonolenta.

⁠Se você não tem confiança em si mesmo, você é duas vezes derrotado na corrida da vida, com confiança, você venceu antes mesmo de começar.

É melhor tentar algo e falhar do que não tentar nada e ter sucesso, o resultado pode ser o mesmo, mas você não será. Sempre crescemos mais com as derrotas do que com as vitórias.

Nem todo recomeço nasce da esperança. Alguns surgem da exaustão de permanecer no mesmo lugar. Chega um momento em que ficar dói mais do que mudar. E então, sem força e sem certeza, a alma escolhe partir. Não por desejo de novidade, mas por fome de sobrevivência.

⁠Não existe mais
Mapinguari
morando no mato,
Mesmo assim
é preciso seguir
com cuidado
nesta vida;
O Bicho-Preguiça
continua útil,
se seguir preservado.

Os tempos mudaram
definitivamente...

Só sei que existe
mais de um
Mapinguari
por todos os lados,
E não têm mais idade
e as línguas deles
estão sempre afiadas.

Os tempos são outros...

O Bicho-Preguiça
traz o melhor ensinamento:
O convívio não
pede enfrentamento
com Mapinguari de qualquer tipo.

Os tempos de hoje pedem que
não seja dado mais nenhum espaço.

Quando um Mapinguari surgir
para provocar ou mentir,
é só mudar o seu caminho,
fingir que escuta,
deixar falando sozinho
ou comece a ler um livro.

Só não deixe o Mapinguari
continuar enchendo os seus ouvidos.




⁠Mesmo que digam
que não exista,
Todo mundo precisa
de um amor puro
com sabor de fruta
fresca colhida
depois da chuva.

⁠Não importa o tamanho,
a hora, o dia e nem mesmo
o meu estado de espírito,
um pedaço de Bolo de Brigadeiro
feito e oferecido com amor
sempre alimentará
a minha criança interior
com a genuína alegria
do nosso Brasil Brasileiro,
porque é capaz de fazer
do pior momento no momento
perfeito e trazer de volta
o sorriso com aconchego
com jeito e seu doce sabor.

⁠Junco da Praia

O meu balanço é igual
ao do Junco da Praia,
mesmo que por um
instante você se distraia
estou presa nas dunas
ondulantes do seu peito
ondulante e intenso,
e assim nem mesmo o tempo
pode desfazer o quê
já é consagrado e está feito.

As lembranças que mais doem são também as que mais amei. Elas têm perfume e corte ao mesmo tempo. Passei a tratá-las como se fossem frascos delicados. Abrir um a cada dia é exercício de coragem. E as lágrimas que saem servem para
regar memórias.

A poesia que escrevo é tentativa de consolo atrasado. Chega fora de hora e, mesmo assim, serve. Alguns versos aquecem como chá morno em noite fria. Outros queimam e despertam limpezas necessárias.
Escrever é esse movimento de cura e descoberta.