Eu sou aquela q Mesmo Triste Sorri

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Por um amigo, se for preciso, eu brigo com os meus, com o mundo e até com meu Soberano Deus.


Se for preciso, eu enfrento os meus, o mundo inteiro — e até o agridoce silêncio que faço diante d'Ele.


Não por soberba, nem por rebeldia, mas, porque a amizade verdadeira também é um grandioso ato de fé.


Há laços que não se sustentam em conveniência, mas em compromisso.


Amizade não é aplauso automático, é presença que permanece quando a razão manda recuar.


É escolher ficar quando o mais fácil seria se esconder atrás do “não é problema meu”.


E se às vezes esse amor me coloca em tensão até com Deus, não é afronta: é oração em forma de luta.


É Jacó mancando depois de muito insistir…


É Abraão perguntando, Moisés intercedendo, Jó reclamando sem deixar de crer.


A fé madura não foge do confronto; ela o atravessa.


Defender integralmente um amigo não é substituir Deus, é confiar que Ele suporta nossas perguntas e entende nossa lealdade.


O Deus que nos ensina a amar o próximo não se escandaliza quando levamos esse amor às últimas consequências.


Porque, no fim, não brigamos com os nossos, com o mundo e até contra nosso Soberano Deus por um amigo — brigamos diante d’Ele, certos de que a justiça, quando é verdadeira, nunca anda separada do amor.


É no “amar verdadeiramente o próximo como a ti mesmo” que se resumem todas as leis e profetas.

⁠Que ninguém, jamais, experimente esses corredores e quartos para curar somente o corpo.


Eu espero que todo aquele que buscar ajuda medicinal ou transitar por esses corredores e quarto hospitalar, consiga se curar e se reinventar…


E que todos se tornem pessoas — físicas e espiritualmente — melhores!


Que ali não se trate apenas da carne ferida, do osso quebrado ou do órgão cansado…


Mas também das certezas empedernidas, das pressas inúteis e das arrogâncias silenciosas que infelizmente costumamos carregar.


Que os corredores hospitalares, com seus passos contidos e silêncios deveras constrangedores, nos revelem o que muitos anos de saúde insistem em esconder: que a vida é frágil, o controle é ilusório e a empatia não é opcional.


Entre um leito e outro, o tempo desacelera e até se arrasta para que a alma, finalmente, alcance o corpo.


Que todo aquele que buscar ajuda medicinal ou transitar por esses quartos consiga, sim, se curar — mas que vá além.


E consiga se permitir se reinventar.


Que saia dali com menos soberba, mais gratidão; menos indiferença emais humanidade.


Que aprenda a ouvir, a esperar, a respeitar o ritmo do outro e o próprio limite.


E se a medicina restaurar o corpo, que a experiência lhe restaure o olhar.


Que todos saiam melhores: fisicamente fortalecidos, espiritualmente mais atentos, e profundamente conscientes de que viver bem não é apenas sobreviver — é aprender a cuidar, de si e do próximo, antes que a dor precise ensinar novamente.


Amém!

⁠⁠Quando eu me calar, eu sei que o mundo não sentirá saudade da minha voz, mas se alguém sentir, que se contente com ela.


Sei que o mundo seguirá em frente — como sempre seguiu — indiferente à ausência da minha voz.


Não porque ela não tenha existido, mas porque os ruídos do mundo, muito raramente, o deixam perceber silêncios que não gritam por atenção.


Ocupado demais com os próprios ecos, ele não notará a falta de uma voz tão insignificante que nunca quis ser multidão.


E está tudo bem.


Porque quando eu me calar, talvez não seja por ausência de palavras, mas por excesso de lucidez.


Há momentos em que falar já não acrescenta, explicar cansa e gritar não cura…


Então o silêncio deixa de ser fuga e passa a ser escolha.


Nem toda ausência precisa virar ruído.


E nem todo silêncio é pedido de aplauso.


Se alguém sentir saudade, que a sinta por inteiro, sem pressa de transformá-la em cobrança.


Saudade não exige devolução, não pede palco e nem reclama resposta.


Ela apenas existe — como prova de que algo foi dito, vivido ou sentido no tempo certo.


Ainda assim, se alguém sentí-la, que não lamente.


Que se contente com ela.


E que guarde essa voz como quem guarda um copo d’água no deserto: não para exibir, mas para lembrá-la.


Porque há vozes que não foram feitas para ecoar em multidões, e sim para alcançar um coração de cada vez.


O silêncio, quando escolhido, não é derrota nem esquecimento.


É o berço do descanso da alma…


O lugar onde a palavra aprende a ter peso justamente por não ser dita.


É a forma mais honesta de permanecer inteiro quando as palavras já não alcançam.


E se restar alguém que sinta, que se contente com o sentir.


Porque há afetos que não precisam de voz para continuar verdadeiros — sobrevivem, intactos, exatamente no espaço onde o silêncio começa.

⁠Noutros tempos, eu também já tropecei em vários infortúnios: o mais desonesto deles era me preocupar com opiniões alheias.


Alguns vinham disfarçados de acaso, outros de destino.


Mas o maior deles não caiu do céu nem brotou do chão:
nasceu do excesso de atenção às opiniões alheias.


Enquanto eu media meus passos pelo olhar dos outros, perdia o ritmo do que realmente era meu.


Cada julgamento externo virava régua,
cada expectativa alheia, uma pedra a mais nos ombros…


Mas não era o mundo que me limitava — era eu, entregando minha autonomia à aprovação de quem não podia caminhar meus passos, ainda que suportasse o peso das minhas sandálias.


É curioso perceber que o medo de desapontar
quase sempre nos faz abandonar a nós mesmos.


E, nessa tentativa constante de agradar,
vamos nos desencontrando do que sentimos, pensamos e somos.


O dia em que compreendi isso foi muito menos Libertador do que Honesto.


Doeu admitir que muitas quedas não foram empurrões,
mas escolhas deliberadas feitas para caber em opiniões que nunca me pertenceram.


Hoje, quando tropeço, sei diferenciar:
há infortúnios que ensinam,
e há distrações que aprisionam.


Preocupar-se demais com o que pensam de nós
é uma das mais silenciosas —
porque parece prudência,
mas cobra o preço da própria liberdade.


Definitivamente, é impossível bancar um aluguel tão caro por um imóvel sem a menor condição de habitar: a aprovação alheia.

⁠Eu sei que a Salvação é uma decisão muito pessoal, mas até a Eternidade eu quero Dividir com você.


A Salvação é um encontro íntimo entre a consciência e Deus, um “sim,” que ninguém pode dar por nós.


É travessia solitária, é escolha que nasce no silêncio da alma, é responsabilidade que não se transfere.


Mas a Eternidade…


Ah!?!


A Eternidade é grande demais para ser caminhada sem as amorosas sandálias da empatia.


Porque amar alguém é desejar que o tempo não seja suficiente.


É querer que os dias não terminem no calendário, que os abraços não sejam interrompidos pela finitude, que as conversas não se percam na poeira das horas.


Amar é desejar continuidade — não apenas no presente, mas para muito além dele.


Se a Salvação é pessoal, o Céu que imagino é relacional.


Não faz sentido sonhar com a luz sem querer compartilhar o seu brilho.


Não faz sentido falar de paz eterna sem desejar que quem amamos também a experimente.


Talvez seja isso que o amor faz com a fé: ele a expande.


Ele transforma a oração individual em intercessão.


Transforma a esperança silenciosa e solitária em promessa compartilhada.


Eu sei que a decisão é sua…


E respeito o seu tempo, suas dúvidas, suas batalhas e seus caminhos…


Mas até a Eternidade eu quero dividir com você — não por imposição, não por medo, não por obrigação…


Mas por amor.


Porque quando o amor é verdadeiro, ele não quer apenas estar junto na vida finita.


Ele quer atravessar o infinito de mãos dadas para viver a Eternidade.


Te amo!

⁠Eu tive um mundo de possibilidades
Escorregados pelas minhas mãos
E orações que ficaram sem respostas
Que eu não puderia entender
Há uma fé que move montanhas
Mas nunca deixei me mover
Eu confiava apenas nas coisas que eu podia ver
Tanta frustração em tentar sozinho
Tive a revelação que não posso fazer sozinho
No fundo do meu coração
No fundo da minha alma
Sempre houve algo que faltava
Agora que você tem minha atenção
Te dou a minha vida
Te entrego meu controle
Eu finalmente aprendi a ouvir Tua voz
Eu Te dou tudo, sim!

Você não precisará me cobrar nada, porque tudo o que eu entrego vem do sentimento. Eu não sei ser de outro jeito, não sei fazer por que preciso, só faço porque eu quero e só quero porque aquela pessoa agora faz parte da minha vida, a dor dela é minha dor, as alegrias dela também me fazem felizes.

Não demore pra dizer pra alguém, hoje:
"Eu não sabia como a nossa amizade era tão importante. Ela começou com uma conversa simples, criou raízes e está crescendo. Cada dia com você, percebo que um pedaço de mim fica em você e um pedaço de você fica em mim."


Sabe aquele carinho gostoso de amizade verdadeira, que traz paz e aquece o coração da gente...
Então é esse carinho que eu vim aqui rapidinho deixar pra você!

Questiono, faço a minha realidade.

Desculpas não vencem.
Eu aprendi que a vida não muda por acaso: muda quando eu encaro minhas próprias verdades.
Questiono.
Questiono meus limites, minhas crenças, meus medos e tudo aquilo que tentaram impor como destino.
Porque quem não questiona, aceita.
E quem aceita tudo, vive pouco.
Faço a minha realidade.
Realidade não é algo que encontro — é algo que construo com disciplina, visão e coragem.
Cada passo, cada escolha, cada renúncia molda o mundo que eu decido viver.
A diferença entre quem vence e quem reclama está na capacidade de assumir o próprio poder.
Desculpas aliviam por um dia.
A atitude transforma por uma vida inteira.
Por isso, não espero.
Eu ajo.
Eu crio.
Eu me movo.
E sigo escrevendo a história que eu escolhi viver.

Eu me ajoelho apenas diante de Deus. Ser pequeno perante Ele não significa ser pequeno perante ninguém mais.

“AMANHÃ EU FAÇO”


Às vezes deixamos para trás coisas simples,
coisas que não eram tão caras, nem tampouco difíceis para serem realizadas.
Mas a desculpa sempre foi falta de tempo.


Se resumíssemos tudo isso,
Poderíamos dizer que se eu tivesse feito, hoje estaria realizado.
E digo mais; inventar desculpas sempre foi mais cômodo para mim.


Eu nunca parei pra pensar que o que define nossa vida, nossas atitudes, nossos sentimentos,
É o simples ato de “FAZER”.
Eu poderia ter amado, mas odiei,
Eu poderia ter ajudado, mas ignorei,
Eu poderia ter perdoado, mas resolvi condenar.


Se eu tivesse feito, realizado, talvez eu teria sido mais útil para alguém.


O tempo é um juiz implacável, sem piedade.


As oportunidades não passam duas vezes na nossa vida, se não pegarmos no momento certo, elas se vão e, muitas vezes, nunca mais voltam.


O hoje é o fruto do ontem e a semente do amanhã,
Nada produzirá fruto diferente daquilo o que foi semeado.
Palavras amargas são frutos colhidos de árvores plantadas em locais sem preparação, nada se colhe de bom dali.


Se o sofrimento faz parte da história da vida que cada um vive, porque só alguns, “visivelmente” sofrem?


Eu fiz por merecer, eu plantei, eu colhi.
Mas eu me pergunto: se o resumo de tudo estava no “FAZER”, caso eu tivesse feito, seria diferente? Ou seria igual está hoje?


O problema é que eu deixei pra amanhã, e este amanhã é hoje, e o agora também é hoje, e o amanhã não existe mais.
SIMPLES ASSIM.


O deixar pra amanhã; o perdoar, o abraçar, o viajar, o vender, o comprar,
Os verbos que eu poderia ter usado não servem pra mais nada.
Sobrou somente “O PODERIA”.


Aqueles que me amaram, os que me odiaram estarão todos ali, todos juntos numa sala gelada, com ar condicionado.
É doloroso pensar que alguns nem irão me ver pela última vez, e eu não terei mais olhos para contemplar isso.


Mas enquanto penso em tudo isso, penso que se eu tivesse tempo HOJE,
Pensaria totalmente diferente.
Eu “FARIA” tudo de outra forma, não deixaria nada, simplesmente nada para amanhã.


Porque o amanhã com certeza pode ser hoje, assim como é.


Escrito em 03 de abril de 2026 para minha querida irmã que se foi HOJE, dia 10 de abril de 2026.
“Para minha querida irmã Neide, minha cúmplice, minha amiga, minha companheira de pescaria, que parou de sofrer após muito anos de luta contra uma doença e foi para um lugar especial”.
Que Deus te receba de braços abertos e te coloque em um lugar especial.


ADEUS.

FREQUÊNCIAS NÃO SINTONIZADAS



Se me perguntassem hoje se eu acredito em conexões reais, eu diria que depende muito, creio fielmente que o amor exista de forma verdadeira, mas a afinidade entre dois seres humanos, é algo quase que intangível pra mim. Sintonizar-se com a estação certa é tarefa difícil nos dias atuais, são diversas ondas eletromagnéticas pairando pelo ar. E como achar a frequência certa? Aí que mora uma das maiores questões da humanidade.




Reflito isso noite e dia, dentre tantas sintonias, nenhuma se encaixa na minha orquestra e isso dói demais. Dizem por aí que o problema está em mim, mas penso que não tem como gostar de uma música vazia, sem sentimentos, algo superficial como um leito de riacho seco. Minhas águas são profundas, só me encontro com oceanos vastos,e por isso me julgam por eu não me juntar com ninguém. Mas como? Se todas as estações de rádio já estão sintonizadas ou então são como chiados, não se ouve, nem sente nada. Olho ao meu redor e me decepciono cada vez mais, amores puramente biológicos, fascinados em uma casca que apodrece com o passar do tempo.




O pior de tudo isso, é quando o mundo cobra a conexão, se você não se calibrar a uma frequência, corre o risco de ficar flutuando no ar sozinho para sempre. Confesso que tenho medo disso, mas ao mesmo tempo sinto que carrego uma pressão enorme em cima da minha cabeça, preciso gostar de alguma sinfonia logo, se não a minha orquestra ficará incompleta. Da mesma forma que esse pensamento vem, outros também aparecem ,como: E se eu não precisasse daquela sinfonia? Meu concerto musical seria único, afinal tenho um grande desfiladeiro para seguir na jornada da vida, posso finalmente entrar em sintonia com 60 anos de idade. As pessoas do mundo atual, se precipitam em seus encontros e acabam no fundo do poço, por medo de serem julgadas, mas eu prefiro um rádio sem interferências e chiados chatos, mesmo que essa qualidade leve uma vida para vir à tona.




Conexões não nascem da noite pro dia, nem mesmo de uma mensagem de texto, sintonia é no olhar, é na fala, antes mesmo de qualquer contato físico, são como ondas de rádio, invisíveis porém sentidas. Elas só brotam, quando olhamos no olho de uma pessoa, e vemos a profundeza de seus mares, somente essas pessoas podem sentir essa sintonia. Só que para encontrar essas águas profundas, é como achar uma agulha em um palheiro, talvez não estejam em extinção, só presas em um mundo de frequências falsas, e sabe lá quando encontrarei minha confluência.

É que eu
sempre fui assim
meio inverso
então
tento me inverter
e eis que o meio
vira inteiro
e o inverso
vira um verso
não sou
nada mais
nada menos
do que
todo o universo.

Valéria Centenaro ©

A primeira coisa que vou pedir para Jesus Cristo assim que eu chegar no céu é: Pelo amor de Deus, nunca mais me mande para aquele inferno chamado planeta Terra!

Deus tem poder para suportar a perversidade humana. Eu não. Eu me afasto.

❝ *Diamante.*
É assim que o Céu te chama.
É assim que eu te vejo.
Minha esposa ❞

"Ontem foi tão grande a minha solidão
que eu precisei chorar, prá não ficar sozinho. Pobre tolo... Pobre de mim...
que já nem sei chorar, e não sabia."

⁠EU E A MITOLOGIA

Eros me flechou
Nice me flertou
Ares me possuiu
Apolo me persuadiu

Dionísio me convidou
Hipnos me acordou
Eos me permitiu ver
Mnemósine me permitiu esquecer

Moiras se mostrou
Plutos fugiu
Zeus se enfureceu
Porque Hera nos uniu

Hebe anda rapidamente
Despoina está comigo
Têmis foi quebrada
Moros não é meu amigo

⁠Eu não posso projetar a minha vida pelo que eu vivi, pelo que eu era, pelo que passei! Mas projetar pelo que eu sou e o que serei!

— Eu não acredito que vocês mentiram para mim todo esse tempo. — Esmurrou a parede, com fúria. — Mais uma vez o meu pai usou-me como um fantoche, é isso o que sempre fui para o poderoso Otávio Lambertini, um simples boneco que ele manipula para conseguir o que deseja. — Voltou um olhar de desprezo para ela. — Agora, eu esperava mais de você, Helena, esperava que a vida fosse melhor ao seu lado e que o nosso amor fosse verdadeiro e sincero, mas pelo o que acabei de presenciar, você é igual ou pior ao homem que
se diz ser o meu pai, ele eu já conhecia, mas você me fez acreditar em uma mulher que nunca existiu. — Soltou um suspiro de lamento. — Sabe, nada acontece por acaso em nossa vida, e eu me sinto aliviado em poder ficar longe de pessoas como você e o meu pai, que não têm dignidade e nenhum tipo de empatia pelos outros. Pessoas assim são desprovidas de amor, e nunca saberão
o que ele é.


Mais uma decepção lhe sobreveio na vida. Já não bastava ter sofrido com a morte da mãe e sentir a falta de amor e desprezo do pai? Até quando a vida o castigaria? Qual o aprendizado poderia tirar daquilo tudo? Será que a felicidade voltaria a sorrir para ele algum dia?
(livro-Escolhida para me Amar/romance-ficção)