Eu sou aquela q Mesmo Triste Sorri

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Na sua opinião, o que é mais provável: um jumentinho sustentar um homem ou um corvo? Eu sei que você dirá um jumentinho. Eu também diria isso, mas para minha e sua confusão, Deus usou um corvo, ou corvos, para sustentar o profeta Elias. Amigo, quem pode impedir a maneira estranha como Deus atua na Terra?

Eu já vi Deus tirar homens do fundo do poço, e também já vi Deus saciar a sede de quem estava na beira do poço.

Talvez a única boa notícia que eu e você tenhamos hoje é que nossos familiares e parentes estão bem, pois o que se pode esperar de bondade em um mundo que rejeita o Filho de Deus?

Os dons espirituais não têm prazo de validade. Eu tenho um prazo, mas os dons não.

Se você visse, ouvisse ou vivesse o que eu experimento todos os dias no mundo espiritual, seria um cristão melhor.

Eu queria que você fosse e retornasse, mas a verdade é que muitos vão para o carnaval com vida, mas retornarão sem ela.

Se você me perguntasse qual foi o maior milagre que Jesus já realizou, eu lhe responderia que foi amar quem mais o feriu.

Orar por alguém é apertar as mãos dessa pessoa em espírito e dizer: 'Eu te ajudo.'

Eu sei caminhar sozinho, já caminhei sozinho, mas prefiro andar com meus irmãos, pois sozinho é mais perigoso.

Se você me dissesse que saiu da igreja por causa da hipocrisia de Deus, eu até compreenderia. Mas você saiu por causa da hipocrisia de alguns homens, e isso revela mais sobre sua imaturidade e soberba do que sobre a fé

« Compare o eu de hoje com o eu
de ontem. Se não mudou nada,
você só ficou mais velho. Não mais
homem. »

Quando precisei de você para ser feliz,
eu descobri que me amava.
Quando abri mão da minha felicidade
para que você encontrasse a sua, foi que descobri que te amo.

Sabe quando você encontra alguém e simplesmente não quer mais ir embora? É assim que eu me sinto com você. A gente se entende no olhar e isso já basta pra eu querer ficar.


DeBrunoParaCarla

⁠⁠Sem as Divinas Lembranças Coloridas que Eternizastes em mim, jamais eu suportaria lembrar de um dia tão cinzento.

Talvez eu nunca consiga ser o irmão que os meus merecem, mas fui agraciado com os melhores. Minha eterna gratidão, Pai!

Há 18 anos eu já tinha fé, mas descobri — às duras penas — que ainda não era fiel o suficiente para não lamentar a “volta para casa do Pai” do meu pai.

⁠Só está faltando isso aqui, para eu entrar na fila dos mal-educados e ir tomar café na sua casa, sem nem te avisar.

⁠E eu que, vez em quando, deito um travessão na mensagem — só para ser confundido com um “Chatbot”.


Mas um travessão é muito mais do que sinal gráfico — é um gesto.


Um pequeno ato de ousadia que só pratica quem não teme ser percebido.


Quem escreve com consciência do que carrega, e com a leveza de quem não precisa provar nada além da própria honestidade com as palavras.


Porque, no fundo, escrever é isso:
um jogo silencioso entre coragem e sensibilidade.


Coragem para tocar onde dói —
Sensibilidade para não machucar lugar nenhum.


E um travessão, bem deitado, talvez seja o símbolo mais humilde dessa bela dança.


Ele separa, sim, mas também aproxima...


Às vezes, pausa… mas empurra adiante.


Ele corta… mas também convoca.


Às vezes parece apenas um traço, mas é um traço que fala:
"Ei, aqui entra algo que só os atentos percebem."


E quem ousa usá-lo não o faz por frescura gramatical —
mas por afeto estético, intuição narrativa,
e essa espécie de maturidade que só têm os bem resolvidos:
bem resolvidos consigo, com o que dizem,
e até com o que deixam de dizer.


No fim, o travessão é como o pincel que se deixa cair de propósito:
não é descuido, é assinatura.


Não é desatenção, é presença.


E se alguém confunde isso com um “Chatbot”…
ah! — que continue confundindo.


Porque a arte, quando bem feita, normalmente já confundiu até quem a criou.


E aqui para nós — risos — às vezes um travessão bem deitado é mesmo isso: um pincel que se joga, de caso pensado, sobre a tela.


Um atrevimento sereno, cheio dessa sinergia rara entre arte, responsabilidade e sensibilidade — um trio que costuma morar apenas nos que já fizeram as pazes consigo e com a própria forma de criar.


A intenção, claro, era fornecer lenha para queimar.


E o fogo aceitou.


Porque, é preciso muita coragem para se aventurar na arte de escrever.


É preciso alguma loucura mansa para deixar palavras escaparem sabendo que podem ferir, curar, provocar ou até acalmar.


E é preciso ainda mais sensibilidade para permitir que elas se entendam com as imagens — porque, quando elas resolvem brincar juntas, quem escreve vira mero coadjuvante.


A palavra abre caminho.


A imagem acende.


O travessão risca.


E o gesto final surge sozinho —
como se a chama tivesse vontade própria.


Talvez não haja atrevimento mais bonito e charmoso do que o dos que se aventuraram e se aventuram no ofício de escrever.


Porque escrever é primeiro se arriscar —
e só depois se revelar.


E haja atrevimento pra tocar quem se atreve a ler!


Pois, quem escreve, abre portas, mas quem lê, precisa ter coragem
de entrar.


No fim, talvez seja assim que a arte realmente nasce:
do encontro entre um risco, uma intenção e a ousadia de se deixar queimar.


E nós apenas sopramos o fogo —
porque a Lenha, a Faísca e o Incêndio Poético
já estavam ali — todos —
pedindo pra brincar.

Ainda bem que eu acordei. Se há coisa que me deixa com raiva é gastar o inconsciente sonhando besteira.


_ Mafalda⁠

⁠Entre a
indiferença e a imposição,
eu fico com a que
fere menos:
a indiferença.


A imposição já chega fazendo barulho demais, atravessando vontades, atropelando silêncios…


Ela não pergunta, determina.


Não escuta, ordena.


E quase sempre se disfarça de cuidado, de verdade absoluta, de “é para o seu próprio bem”.


Mas deixam marcas — profundas, invisíveis e até persistentes.


A indiferença, embora gélida, ao menos respeita nossas fronteiras.


Dói, sim.


A ausência pesa, o vazio ecoa…


Mas nela ainda há espaço para respirar, para escolher, para não ser moldado à força pelo desejo do outro.


A indiferença não invade a alma; apenas passa ao largo dela.


Entre ser ignorado e ser violentado em nome de certezas alheias, há uma diferença crucial: um fere pela falta, o outro fere pelo excesso.


E excessos, quando impostos, quase nunca constroem — apenas nos quebram.


Talvez o ideal fosse o cuidado que escuta, o amor que propõe sem impor, a presença que respeita.


Mas enquanto isso não acontece, que ao menos nos poupem da brutalidade das verdades empurradas goela abaixo.


Entre a indiferença que não pede para ir nem ficar e a imposição que já chega metendo os pés na porta, que fique a indiferença.


Porque aquilo que não toca pode até doer,
mas o que força… costuma ferir demais.


Me abandone, mas não me atormente!