Eu Sonho o que eu quero Pedro Bandeira
E eu lá ligo pra boato... Tenho a consciência limpa, sem motivos algum pra me importar com coisas que eu sei que não fiz.
Eu já fiz de tudo
Eu já falei tudo o que eu podia falar
Eu já te dei o mundo
Eu já te amei o quanto podia te amar
Mas nem tudo vai ter um final feliz
Eu chorei demais
Mas foi a única coisa que eu fiz
Eu pedi demais
Mas foi a única coisa que eu fiz
Eu sonhei demais
Mas foi a única coisa que eu fiz
Foi só o que eu podia ter feito
O "verde" de teus olhos me deixam confuso
Eu não consigo te esquecer
Você sabe que eu me recuso
A falar de amor só por falar
O destino não bastou dessa vez
Será que é tarde pra se arrepender ou será que é tarde demais
Pra tentar te esquecer.
Ás vezes eu fico me analisando, percebendo meus próprios devaneios, observando as pessoas, comportamentos e julgamentos, enfim, a atualidade... Nestas observações acabo entendendo porque tantos escritores, poetas e pensadores em geral, se excluem do mundo real, se isolam e se escondem, vivendo assim o seu mundo ilusório... Pois a magia que criamos no imaginário, estando só, é muito mais atraente, mais plausível e muito mais divertido do que o mundo real existente lá fora.
Eu sinto um vazio, às vezes.
Tinha dias que eu sentia que ele estava preenchido,
tinha tempos que pensava que poderia ser mais contente.
Me remoia tentando largar aquele osso, duro de roer, mas era o único que me valia.
Hoje eu sinto um buraco enorme em mim.
Um buraco negro que absorve todos os sentidos e o meu sentir.
Tudo se encaminha pra esse buraco, o universo nunca conspira ao meu favor.
E como ele absorve tudo numa fração de segundos nunca me dá tempo pra respirar novos ares, e o que eu respiro é a tensão sufocante que paira entre o eu de antes, o eu de agora, e o eu de depois. Fico quebrada. Em frangalhos.
E eu fico essa pessoa totalmente retardada, buscando, procurando, fuçando em partículas de um eu-inteiro o que pode me ser útil, pode até ser uma peneira, pode até ser um coador, contando que tente tapar o buraco que tem em mim.
Às vezes. Sometimes.
Teve dias, hoje espero por eles, como disse anteriormente, porque amanhã tem sol.
Hoje eu tô afim de voar também, bem alto. Então faz assim, entra e fica a vontade, mas deixa a porta aberta.
Todos os dias eu te escrevo, todos os dias eu tento te reconquistar, todos os dias tento fazer você mais uma vez por mim se apaixonar! Mas eu sou mesmo um tolo sonhador, porque isso jamais terei novamente, o seu amor já não é mais por mim, e você mesma já até deu um fim!
Eu me repito porque não sei ser outra coisa, eu me desgasto porque só sei ser muito. Não sei diversificar e não sei falar de outra forma, só conheço meu próprio modo. E, se me perguntar, não, não estou insatisfeita.
Como dizer eu te amo? Se estamos separados.
Como dizer que te amei? Se ainda te amo.
Como vou te esquecer? Se viver sem você é quase impossível.
Volta para mim, por favor!!!
Eu não te culpo, meu bem, eu nunca te culpei. Você sabe que a culpa é algo que escorre da minha boca para a tua em sincronia, em sintonia, é via de mão dupla, eu sei também. E o erro que eu joguei nas tuas costas tem o traço do meu lápis, tem o som da minha voz, tem as minhas digitais. Mas, veja bem, era mais fácil assim, entende? Teu sorriso já é manchado de arrependimento e eu não quis sujar as minhas mãos.
Tô com ciúme, tô com frio, tô com raiva, tô com sono. Tô com tudo, menos com quem eu queria estar...
Tudo é questão de fase. Tem época que eu necessito de agitação, novas pessoas e lugares diferentes. Já outras o isolamento parece a solução.
Certo, muitas ilusões dançaram. Mas eu me recuso a descrer absolutamente de tudo, eu faço força para manter algumas esperanças acesas.
BOM DIA!!!
Que neste dia
Deus seja meu guia
Me inunde de sabedoria
E que eu espalhe apenas alegria...
mel - ((*_*))
"Às vezes parece que o universo quer ser notado." É nisso que eu acredito. Acredito que o universo quer ser notado. Acho que o universo é, questionavelmente, tendencioso para a consciência, que premia a inteligência em parte porque gosta que sua elegância seja observada. E quem sou eu, vivendo no meio da história, para dizer ao universo que ele, ou a minha observação dele, é temporária?
Eu sou eu. Você é você.
Eu não estou neste mundo para atender às suas expectativas.
E você não está neste mundo para atender às minhas expectativas.
Eu faço a minha coisa.
Você faz a sua.
E quando nos encontramos.
É muito bom.
