Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi

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Eu gostei de mim e da vida como não gostava há muito tempo...

Meu passado era parte de mim e moldava quem eu era agora, mas não definia quem eu me tornaria. Não me controlava.

Jennifer L. Armentrout
O problema do para sempre. Rio de Janeiro: Record, 2017.

Eu nunca deixo mesmo claro o que eu tô sentindo. E fica parecendo que eu não sinto. Mas é incrivelmente triste quando desistem do meu mistério.

Paixão boa é aquela pela garota que eu vi no metrô; desceu na primeira estação, sem perigo de entrar na minha vida.

Filho, eu percorri muitos caminhos para chegar até você, cometi muitos erros e acertos, chorei felicidades e tristezas, experimentei euforias e sobriedades, senti dores e prazeres, mas sinceramente, nada pode ser comparado ao momento do seu nascimento, poucos segundos pareceram-me uma eternidade até te ouvir pela primeira vez e em poucos segundos a minha vida mudou para sempre.

Enquanto eu tiver força, coragem e fé, eu não cansarei de lutar.

Eu vou embora na certeza de que não farei falta. De vez em quando eu olho pra trás pra ver se tem alguém pedindo pra eu voltar, mas nunca tem.

Eu o amei com a cabeça, pela fantasia que criei dele, com as cores que o pintei e só eu enxergava.
Meu coração pedia outra pessoa. Outras palavras. Pedia mais verdade. Mais certeza. Mais atitudes pensadas e menos sentimentos vazios.
Meu coração pedia um homem. Porque eu preciso me sentir protegida. Preciso de alguém que me dê a certeza de que vai ficar tudo bem.

Eu tinha medo de te encontrar e ser reincidente, fraquejar de novo como antigamente e começar de novo o que teve fim. O tempo me abriu os olhos me fez enxergar, ninguém é cego a vida toda podendo enxergar.

Eu quero você mais do que qualquer céu azul.

Alguns usam drogas para fugir dos problemas e relaxar, eu apenas toco meu violão.

Tantas vezes eu chorei ,
Sem brigar.. Tantas vezes eu gritei, sem falar.
Às vezes você faz falta. ♫

Eu quero que Deus nos proteja das dores do coração.

Vai ver, eu só esteja forçando sentir o que eu já não sinto mais, por medo de não mais sentir.

Ser reconhecido me deixava muito animado antigamente. Acontecia muito quando eu estava andando por Los Angeles. Uma vez parei em um farol e ouvi: ‘Ei, cara!’ Isso te assusta muito. Olhei para o lado e haviam quatro caras em um picape mostrando o dedo do meio para mim! Fiquei muito cansado de coisas assim acontecerem, então parei de prestar atenção nas pessoas ao meu redor.

Eu sei que vou chorar
A cada ausência tua eu vou chorar
Mas cada volta tua há de apagar
O que essa tua ausência me causou...

Eu te entendo... e quando não te entendo eu te aceito. E acima de todas as coisas eu te respeito.

E se eu te disser que todas as coisas em que você acredita sobre si mesmo são mentiras?

Eu posso estar sorrindo, curtindo, festando e ao mesmo tempo o meu mundo estar desabando, assim como também posso fingir que estou abalada por você e ao te ver zombando, desabo seu mundo com um sorriso imenso.

Não espere que eu seja contida. Minhas emoções extravasam minhas bordas, borbulham na superfície, transbordam de mim.

Expresso o que me toca. Não me peça pra ser impassível. Sou feita de sentir. E meu sentir faz bagunça, sobe no palco, salta do peito.

Gosto de viver assim: des-me-di-da-men-te-a-pai-xo-na-da.

Quisera eu, ser feita de silêncios. Daqueles que restauram e espelham. Daqueles que traduzem. Tem muito barulho por aqui. Tem o riso solto, a alegria escancarada, a música alta. Tem a vontade de realizar e uma implicância danada com essa coisa de se bastar. Uma fé infantil no futuro.

Sou feliz e grata com a vida que tenho mas vivo seguindo o conselho de Fernando Pessoa: não acostumo com o que não me faz feliz e revolto-me quando julgo necessário.

Não sei fingir sentimentos. Não sei ensaiar simpatia. Ainda não aprendi a ignorar o que me ofende, me acomodar com o que incomoda, usar o silêncio como suposta superioridade e pseudo-atestado de controle.

Jamais conseguiria, vivo à flor da pele, obedeço o coração. Meu riso será indecente quando surgido, meu questionamento será inevitável quando provocado, meu choro, um convite: me conheça.

Me faça surpresas, me leve para ver o pôr do sol. Sou cativada por detalhes, uma encantada por pequenices. Me escreva qualquer frase que combine com o seu querer, apareça do nada e me presenteie com cheiros, com cores, com vinho, com móbiles e palavras.

Não é difícil me fazer sorrir.

Não me queira cética. Acredito em milagres, em intuições, em abraços e em declarações de amor. Desacreditar seria desistir, seria entristecer. E eu recuso todo e qualquer convite da tristeza. Alegria é o que me inspira. Emoção o que me traduz.

Acreditar é o que explica a minha vida.

Me faça convites, me conte uma história. Vamos deitar numa pedra e admirar o céu sem procurar saber da hora. Meu relógio pára numa prosa em boa companhia.

Espere de mim ideias, perguntas e também respostas. Respostas gentis, atenciosas, debochadas ou tortas. Tem opção para todos os gostos e reciprocidade para todos os gestos. Mas não espere de mim amarguras. Não confunda a minha receita. Tenho doses de doçura e pimenta para muitas porções, mas nunca cultivei o rancor.

Espere de mim o perdão, o pedido e o concedido. Sei reconhecer minhas falhas e acredito em qualquer um até mesmo depois que me prove o contrário. Sei dar segunda chance a quem merece, a quem faz valer a caminhada. E assumo todos os riscos. Prefiro assim do que me confortar com serás. Sou adepta do tentar e também do refazer.

Conte comigo, te dou meu ombro e minha sinceridade. Chegue mais perto, pegue na minha mão. Divido meus sonhos contigo, te empresto meus discos e meus livros. Me dê conselhos, me dê espaço. Repouso no teu colo e te conto a minha história. Tenho essa mania errante de me espalhar por aí.

Não tenho muita paciência, releve esse meu pesar. Não tenho vocação pra viver a conta-gotas. Me instigue mas não me provoque tanto. Me queira serena, quieta, satisfeita. Tenho febres elevadas, desejos insaciáveis, tenho coragens infinitas quando desafiada.

Tenho a mania de deixar o desaforo da porta pra fora. Sabe aquele texto da Martha Medeiros que diz: "Não grite comigo. Tenho o péssimo hábito de revidar"? Pois é. Se eu pudesse, estenderia a mão e diria a autora: bate aqui. Meu maior defeito talvez seja este. Minha defesa primeira.

Conte com a minha bondade, abrace o meu afeto mas não subestime a minha mansidão. Não apronte comigo contando com a minha suavidade. Ainda não aprendi com a sabedoria daqueles que deixam pra lá, não compactuo com aqueles que se contém corroendo por dentro. Nessas horas extravio a educação bonita que mamãe me deu e sigo concordando que respeito é pra quem tem.

Pareço vento e de repente eu seja mesmo. Mas veja, sou simples de se capturar. Meu parecer talvez seja este: eu simpatizo com os urgentes e me recolho na intensidade. Suplico a paciência e enlouqueço na espera. O talvez não me responde, o quase não me convence, o "não sei" me sufoca o peito e me arde toda.

Eu vivo é de quereres, insaciáveis e emergentes. Reciclo minhas coragens e não confiro a temperatura da água. Eu mergulho. Inteira. E descubro que sei nadar.