Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi

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💞✨️"...No silêncio de um tempo que a vida levou...ficou o vazio da sua ausência...num lugar...num momento...perdido no tempo...dificil de achar...naquele lugar...pra sempre...estará...pra sempre...eternamente...naquele lugar...no nosso momento...no tempo...nosso tempo...no meu...no seu...nosso momento...nosso tempo...nosso lugar."✨️💞

O Desejo que Aproxima a Inspiração

O desejo despertado por tua presença traz um cenário muito prazeroso na minha mente: a tua graciosidade está exposta, despida de qualquer constrangimento; a suavidade das tuas formas é inegável, assim como o charme expressivo dos teus movimentos, da tua personalidade confiante, que transita naturalmente entre a ternura e o atrevimento.

As tuas curvas possuem a sublimidade notável de uma arte renascentista: O Nascimento de Vênus. És o destaque intenso daquelas cenas surrealistas, cheias de sentimentos ardentes e uma vida pulsante na sua essencialidade, cujo fogo é excitante, aquece cada detalhe de momentos marcantes ao teu lado — aqueles noturnos, calorosos e profundos.

Provocação que o meu imaginário aceita de imediato, sem fazer nenhuma resistência, por se tratar de um grande prêmio de consolação por não estares comigo de fato; então, uso a minha imaginação fértil e insaciável para trazer-te para perto; a tua sedução bem diante dos meus olhos, na morada desses versos, sendo uma venusta inspiração. Nessa poesia, o fervor do teu reflexo.

⁠Não há maturidade. Em vez disso, há um processo de maturação em constante evolução. Pois, quando há uma maturidade, há uma conclusão e um final. Este é o fim. É quando o caixão está fechado. Você pode estar se deteriorando fisicamente no longo processo do envelhecimento, mas o seu processo pessoal de descoberta diária continua em andamento. Você continua a aprender mais e mais sobre si mesmo todos os dias. Você é o resultado das suas maturações: suas vivências, experiências, decisões e conclusões tomadas.

Homens prudentes podem habitar zonas cinzentas. A prudência é a virtude que permite a um homem ser senhor de dois mundos.⁠

⁠Essa é a dinâmica da vida: ela é iterativa.
Você nunca parte do zero — sempre parte de um ciclo que acabou de se fechar.

⁠Somente através da prudência é que um vício ou mesmo pecado pode se tornar útil ou quiçá até mesmo uma “virtude”.

⁠A ambição de um homem existe, antes de tudo, para tornar suportável o ato de se olhar no espelho após uma derrota.

A generalização é uma ferramenta retórica útil. O problema é a totalização. Um bom aforismo, por vezes, usa a generalização, mesmo correndo o risco de soar como uma sentença totalizante. Para dar à luz boas frases, é preciso coragem.⁠

AMOR DE TODAS AS ESTAÇÕES
Com o passar do tempo, aprende-se que amar não é olhar um para o outro como que em um transe permanente, mas com o olhar amoroso e consciente daqueles que escolheram caminhar lado a lado.
O segredo dos amores que duram habita nos pequenos gestos do cotidiano, nas infinitas formas de dizer "eu te amo", sem pronunciar uma única palavra. É manter acesa a centelha dos primeiros tempos. CRÔNICAS DO AMADURECER, Papo de Gente Grande - Valéria Leão

Este é um recado para o ser humano que acorda mal humorado, procure aprender com o galo que canta para agradecer, se alegra mesmo antes do dia amanhecer.

Emanuel Bruno Andrade (nascido a 19 de maio de 1976, em Nazaré) é um artista plástico autodidata, poeta e jardineiro profissional residente em Lisboa (Beato). A sua prática artística, iniciada em 1997, explora a intersecção entre a pintura física tradicional e as artes digitais, movendo-se pelos campos do abstrato, do gestual e do imaginário.
​Percurso Artístico e Exibições
​Exibições Individuais: Conta com 6 exposições individuais de destaque, incluindo projetos como Linhas da Vida, Ontem, Monumental, Átrio, Na Guelra da Veia e Cerne (apresentada no Hotel SMY Lisboa).
​Exibições Coletivas: Possui 10 participações coletivas, com forte presença em hotéis de prestígio e luxo de Lisboa em parceria com a Arca Gallery (como o Hotel Hilton, One Palácio da Anunciada, Corinthia e DoubleTree by Hilton), além de ter integrado mostras de relevo no Centro Cultural de Belém (CCB), no Museu da Marinha e no El Corte Inglés.
​Projeção Internacional: Participações em grupos online internacionais e seleção para o ARTBOX.PROJECT Zürich 8.0 na SWISSARTEXPO, na Suíça.
​Linguagem Criativa e Inovação
​Fusão Tecnológica: Cria obras originais explorando acrílicos, óleos, impasto e técnicas de espátula sobre tela, madeira e metal, complementadas por ferramentas digitais e inteligência artificial. Realiza a materialização física da arte digital através de impressão UV de alta precisão e texturas de relevo em painéis de alumínio Dibond e acrílico.
​Moda e Design: Desenvolve o conceito de arte vestível e design de moda sob a marca EBA, integrando padrões de obras originais com têxteis de wax africano.
​Escrita e Obra Literária
​Poesia e Antologias: Escreve poesia em prosa e verso, contando com colaborações em várias antologias de poesia contemporânea portuguesa publicadas pela Chiado Books e Atlantic Books, incluindo as obras coletivas Lisboa Cidade Mágica e Porto – Uma Cidade Com Alma (Tomo II).
​Narrativa: Autor da história infantil Acreditar no transformar (centrada na figura do Capitão dos Sonhos) e da epopeia contemporânea inspirada em Os Lusíadas.
​Media e Intervenção Social
​Televisão e Rádio: Participou em programas de grande projeção nacional, incluindo entrevistas na SIC com Júlia Pinheiro, no programa Bem Vindos e À Tarde no Kubico na RTP África. Realizou abordagens radiofónicas na Rádio Belém em defesa de pessoas vulneráveis e partilha de testemunhos de vida.
​Oficinas e Comunidade: Facilita oficinas de expressão artística e desenho (como carvão e pastel de óleo) voltadas para o desenvolvimento pessoal e comunitário. O seu acervo artístico conta também com representação de obras no Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa (Júlio de Matos).

Poucas coisas são tão poderosas no universo
quanto a energia realizadora de um homem apaixonado.
E poucas coisas são tão nulas quanto o coração deste mesmo homem desiludido.


Um homem apaixonado move mundos e fundos por sua amada.


Um homem desiludido não sai do lugar, não respira, não faz nada.


É o amor que move os corações dos homens.

"Quero ser o que realmente sou;
- um ser de luz"
Haredita Angel
21.10.13

"Num impulso de indignação
escondi de você por um instante
o meu rosto,
mas com bondade eterna
terei compaixão de você".
(Isaías 54:8)

Eles são cães que copulam onde há púlpitos ou palanques. Não tem como um país com a maioria dos políticos CRENTES não fazer outras coisas.

A árvore e o homem.


No grande Reino da Utopia, havia uma árvore que nascera no meio de um deserto e que, apesar de todas as adversidades, crescera até se tornar, magicamente, falante e sábia. A árvore atraía a admiração de muitas pessoas, e várias delas iam ouvi-la em busca de conselhos.
A árvore tornou-se um fenômeno: era cultuada, protegida, consultada e admirada. Amada por todos os cidadãos do Reino da Utopia, exceto por um. Havia um homem que não suportava mais ouvir falar dela e que, em seus pensamentos mais sombrios, desejava vê-la destruída. Afinal, considerava-se superior à árvore; para ele, era inadmissível que um vegetal compreendesse as questões humanas. Contudo, como ela era extremamente protegida, entendeu que a única forma de acabar com a sua fama seria destruindo as suas ideias. Como não adiantaria jogar palavras ao vento, pois ninguém lhe daria ouvidos, resolveu marcar uma audiência com a árvore para, enfim, debater com ela.
O homem preparou-se para o debate. Leu, pesquisou e instruiu-se de todas as formas. Em seu íntimo, já se julgava possuidor de todo o conhecimento necessário para superar a árvore. Então, o encontro aconteceu.
Diante dela, o homem pôde finalmente contemplá-la ao vivo. Era frondosa, com raízes firmes e folhagens de uma coloração tão viva que se destacavam naquela paisagem árida. Pássaros faziam ninhos em seus galhos, e animais, por vezes, descansavam à sua sombra.
Embora tivesse ficado admirado, o homem não permitiu que a contemplação lhe tirasse o foco: destruir as ideias daquela árvore.
De modo educado, com uma voz que parecia um assovio passando por entre as folhas, a árvore cumprimentou o homem.
- Bom dia!
- Não tão bom, mas espero que melhore até o entardecer! — respondeu o homem.
- Mas o dia já está bom — replicou a árvore.
Fez-se um breve silêncio. Então, o homem encheu o peito de coragem e perguntou:
Como você pode afirmar que o dia já está bom, se, em todas as partes do reino, há pessoas sofrendo as piores dores e existem mazelas por toda parte? Essa afirmação de que o dia já está bom não seria desumana para com aqueles que sofrem?
A árvore ouviu o comentário do homem e, após alguns segundos, respondeu:
Homem! O dia sempre está, e sempre estará, bom. Todos os dias, este universo produz, dentro de sua maravilhosa engenharia, o dia e a noite, presenteando-nos com ambos. Esse é o bem maior. As mazelas e os sofrimentos pelos quais afirmas que os homens passam são apenas condições humanas que, surgidas no presente ou no passado, refletem-se e, quiçá, ecoarão no futuro. Independentemente de as mazelas serem causa ou consequência, evitáveis ou inevitáveis, contraídas ou desenvolvidas, aos olhos do universo o dia e a noite permanecerão impassíveis. O homem pode, apesar das suas dores, sorrir e agradecer, assim como pode sofrer e maldizer; mas o dia continuará sendo dia, e a noite continuará sendo noite. Diante da grandiosidade com que o universo se apresenta aos nossos olhos, as demais situações, sejam de fortuna ou de infortúnio, tornam-se pequenas. É por isso, e por tudo que está além disso, que devemos ser gratos.
O homem pensou e respondeu:
Você misturou a engenharia universal à engenharia humana e usou a grandiosidade da criação para fazer o homem se prostrar. Colocou-nos como seres que devem ser gratos pelas ingratidões recebidas, e não como parte desse universo. Apresentou-nos como meros “abrigados” que precisam agradecer pelo teto sobre a cabeça, e não como seres criados pelo próprio universo, capazes de desfrutar de toda a criação. Mas você é apenas uma árvore. Como pode conhecer os sentimentos humanos? Como pode, ao mesmo tempo, equiparar e diminuir a criação universal?
Homem! As respostas às tuas indagações estão nas tuas próprias afirmações. Pensa. Dizes que somos criados pelo mesmo universo e que fazemos parte da mesma criação, e não estás errado. Mas, ao dizer que somos parte de um todo, reconheces que uma parcela desse universo está em nós; não podes, porém, afirmar que o possuímos por completo. O universo nos contém e, em parte, também está contido em nós. Somos parte dessa matéria universal que dá forma e vida a tudo. Assim, embora nossas formações sejam classificadas de maneiras diferentes — afinal, tu pertences ao reino animal, e eu, ao vegetal —, ao final, nossa matéria será absorvida por este planeta, que também está contido no universo.
Quanto aos sentimentos que colocas em discussão, seria pequeno dizer que, assim como não posso compreender plenamente os sentimentos humanos, tu também não serias capaz de compreender o sentimento de uma árvore. Para que minha resposta não seja pequena nem vulgar, afirmo-te que os sentimentos pertencem aos animais e, de modo semelhante, a todas as coisas vivas. São formas diferentes de sentir, mas ainda assim existentes. Se o humano precisa sentir-se vivo para perceber e desenvolver sentimentos, entenda que todas as coisas vivas passam por algum processo semelhante. As formas, os resultados e as expressões são diferentes, mas o processo permanece. Posso não compreender nem decifrar a complexidade dos sentimentos humanos, mas garanto que também não consegues decifrar a simplicidade dos meus.
O homem refletiu e disse:
Então afirmas que os seres humanos são superiores em sentimentos e, consequentemente, mais complexos do que um vegetal? Se assim afirmas, hás de concordar que somos superiores. E, se somos superiores, não precisamos nos curvar diante de qualquer ser menos evoluído. Se discordares da minha visão, irás contra tua própria afirmação, pois disseste que, embora sejamos parte deste universo, nós, os seres animais, somos mais desenvolvidos e complexos.
Homem! Há verdade no que dizes, dentro da tua própria verdade. Os homens possuem verdades que ultrapassam a própria razão. Suas vontades e crenças, seus desejos e paixões, sacrificam qualquer lógica que possa ser adotada em favor das próprias convicções. A verdade nem sempre importa ao homem; o que importa é estar certo. E essa é uma das correntes que aprisionam um homem ao outro. Afinal, o homem é senhor do homem.
Sentindo-se ofendido, o homem elevou a voz:
Árvore! Afirmas que o homem é escravo do homem? Dizes que não temos liberdade nem livre-arbítrio? E tu, enraizada, não podes contemplar a beleza deste mundo; presa ao solo, viverás nessa condição até o fim. Quando chegares ao teu fim, quem sabe serás transformada em um móvel ou até em lenha para a fogueira! Quem és tu, limitada como és, para nos julgar?
A árvore permaneceu em silêncio, e o silêncio incomodou o homem. Passados alguns minutos, ela respondeu em tom quase melancólico:
Tu disseste mal aquilo que interpretaste bem. Sim, em minha condição de árvore, estou presa a este solo, mas essa é minha condição natural, e eu a aceito. Desenvolvi raízes profundas e firmei-me nesta terra, de onde retiro os nutrientes necessários à sobrevivência. Essa é minha condição como vegetal; outra condição não seria natural. Contudo, condição e imposição não se confundem. É minha condição ser árvore, mas pode ser-me imposto tornar-me móvel ou lenha para a fogueira, como disseste. Ainda assim, não deixarei de ser a árvore que sou; será algo imposto a mim. Serei, quem sabe, um belo móvel que um dia foi árvore, mas nunca o contrário.
No entanto, observo que tu, homem, como indivíduo, crês ser livre, mas vives em uma sociedade de rótulos e regras, na qual predomina um superficialismo barato, sustentando uma estrutura frágil como um castelo de cartas. Vives sob regras impostas desde o nascimento e ainda dizes ser livre. Foste doutrinado e ensinado sobre o que comer, beber, vestir, falar e acreditar, enquanto afirmas aos quatro ventos que és dono de ti mesmo.
És livre para fazer tuas escolhas, mas escravo das próprias escolhas que te fazem livre. Tuas raízes são diferentes das minhas e talvez sejam ainda mais profundas. Se o homem é livre dentro de uma liberdade determinada por outro homem, então escravo és. És escravo da própria vida. Em minha condição de árvore, só posso ver até onde meus olhos alcançam; o homem, embora consiga enxergar além das estrelas, muitas vezes não consegue ver sequer os próprios semelhantes. Humanos classificando humanos, humanos rotulando humanos. Pergunto: isso é humanidade? Se me disseres que não, onde se encontram os homens que não agem assim? Eu estou presa ao solo, e o homem, preso aos próprios conceitos. O solo é o meu carcereiro. E qual é o carcereiro do homem?
Naquele momento, o homem silenciou.


Pensa. Reflete!
Paz e bem!
Graça, graça, graça!


Massako

Diante de um problema que precisa de uma resposta urgente, confiar numa mente fraca do outro é transformar a falta de resposta numa nova emergência. Furucuto, 2026

A chuva é uma bênção,
te atrapalha fazer um monte de coisas,
causando assim,
livramentos de DEUS,
na sua vida!

"Quando não há moral cívica, ética ou sequer vontade de um povo em defender a pátria e os seus recursos — por se aperceber de que o governo é a sua maior fragilidade e o vetor por onde entram intrusos, exploradores e ladrões —, saibam que esse Estado já está em colapso, aguardando apenas a data para se declarar falhado."

VIAJANTE DO TEMPO

Corro!
Sou viajante do tempo
Procurando um momento ...
Paro!
Congelo a respiração!
As batidas do coração!
Faro!
Tem que sentir no ar
Que vai dar.
Clico!
E aqui está
Quer viajar?
Sonhe!