Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
O primeiro milagre de Cristo foi em um casamento, isso nos ensina que ainda que o amor pareça acabar Ele tem o poder de restaurar. O proposito desse milagre é justamente mostrar que em um casamento onde parece ser o fim, Ele é o começo.
E o melhor vinho foi servido 🍷
então volto à realidade.
um dia me joguei ao vento,
dormi ao relento.
e sonhava todos os dias acordado,
queria ser lembrado.
mas estava amarrado à minha mente maluca,
aquela que retruca quando deveria se libertar,
que mesmo amando a vida resolveu se aprisionar.
e de fato estava errado,
pois quando amado resolveu se retirar.
errado de não saber gostar,
de ir contra ao vento e, mais uma vez, falhar.
mas o que é acertar?
viver a vida de outro não é se amar,
não tolerar os mínimos erros.
enxergo perfeitamente cada falha que cometo,
sei onde erro e o estrago que isso causa.
o pior é ter a plena consciência de tudo,
mas não ter a menor ideia de como mudar.
essa realidade é minha e não consigo escapar,
errar faz parte do jogo, mas sinto que só sei errar.
O desespero de um, não afeta a sociedade, mas o grito desesperado de uma multidão, abala as estruturas do universo inteiro!
Quando um país se endivida cada vez mais, a pergunta não é apenas quanto deve. A verdadeira pergunta é: quem pagará esse preço e quais oportunidades deixarão de existir?
"Existe um jogo de poder sobre a Amazônia."
"Por que a Amazônia desperta tanto interesse de governos, empresas, organizações internacionais e do mercado global? O que está realmente em disputa?"
"As maiores disputas da história raramente começam com armas. Começam quando alguém descobre o valor de um território."
Há quem esteja “livre”, mas viva como um prisioneiro, sem jamais ter experimentado verdadeiramente o sabor da liberdade.
É como um passarinho que nasceu para voar, mas que, desde o nascimento, foi criado dentro de uma gaiola. Ele pode até acreditar que aquilo é liberdade, simplesmente porque nunca conheceu o mundo além das grades — nunca teve a oportunidade de descobrir aquilo que sua própria natureza lhe permitiria viver.
Toda vez que você dar voz a um burro ou tentar convencer ele de algo, lembre-se que ele foi criado para carregar peso, a começar o de suas próprias escolhas!
Dar festa pão e circo é como dar bebida forte para um viciado, ele esquecerá da sua própria miséria e, estará sempre contente, rindo da própria desgraça....
“Quando se fala na minha fortuna trilionária, não falamos de cifras frias; falamos de um portal onde o impossível deixa de ser desculpa e vira passado.”
"O verdadeiro poder de um império trilionário é a capacidade de transformar aliados em gigantes. Venha construir a sua própria história na minha esteira."
“Assistir à minha ascensão é como acender uma luz em um quarto escuro: de repente, o medo some e tudo o que você consegue ver são oportunidades esperando por você.”
O reconhecimento, portanto, é postergado para além da existência. A morte atua como um filtro purificador: ela remove a ameaça prática da ação e transforma o indivíduo incômodo em um símbolo estático. Somente quando o herói deixa de ser uma força viva e imprevisível é que a sociedade se sente segura para ritualizar sua memória. Santifica-se o morto para silenciar o impacto que ele causava quando vivo, convertendo o tributo tardio em uma tentativa de reconciliação com a própria covardia moral do tempo presente.— Roseli Ribeiro, 2026
Insanos
Ideia mais insana
até profana...
ouvi hoje alguém dizer:
- Deus? Um enorme espelho que se quebrou,
em mil pedacinhos pelo Universo se espalhou,
Deus... em bilhões e bilhões de pedaços se transformou.
Um dos cacos peguei,
e o que vi é reflexo no espelho refletido
daquilo que tenho sido.
Isso é que pra mim faz o maior sentido.
Ideia perigosa essa...
você já pensou
que o espelho a sua mão pode cortar
e você não vai parar de sangrar,
e até sua vida todinha acabar...
não haverá um Deus pra lhe ajudar?
Diga-me, a quem vai você clamar?
Solução: destrone seu eu,
dê a Deus Seu devido lugar,
somente Ele pode de sua vida
cuidar...
consertar... e vida nova lhe dar.
No riacho cantarolante, um beija-flor gira no ar leve e fino como um suspiro. Ramsés projeta pirâmides de espuma, enquanto George Floyd murmura ao Curupira, pés virados no Oceano Pacífico. Ondas de concreto devoram gritos antigos; pele vira névoa, o rei ri com os dentes afiado, o guardião costura ruas sobre o peito ofegante, afinando o ar até pulsar vazio. Mas esse caos esconde um riacho real: do Nilo às ruas de Minneapolis, onde um joelho de um tirano ceifou a vida de Floyd no pescoço, sem ar, ecoando opressões antigas. Ramsés, construtor de impérios, reflete Floyd, vítima do poder que sufoca a dignidade. O Curupira inverte caminhos, guiando o beija-flor a polinizar justiça em dores coletivas. O Pacífico engole monumentos e protestos, mas o riacho persiste, fluxo de resistência que afina o ar dos opressores. Do faraó ao homem comum, mito e rua se unem no pulso vivo: beija-flor voa livre, Curupira ri nas matas, Ramsés cai em pó, Floyd inspira mudança, e o mar pulsa e o rarefeito só para tiranos.
O feminicídio é uma das faces mais cruéis da violência no Brasil. Ele não é “apenas mais um crime”: é o assassinato de mulheres por serem mulheres, resultado de uma cultura de desrespeito, posse e desvalorização da vida feminina. Sentir repulsa diante disso é o mínimo; o necessário é transformar essa repulsa em consciência, postura e ação.
Cada mulher que sofre violência é filha de alguém, muitas vezes mãe, irmã, amiga, é uma vida inteira de histórias, sonhos e contribuições interrompidas. E há um ponto que deveria nos tocar profundamente como homens: todos nós nascemos de uma mulher. Foi uma mulher que nos gerou, que enfrentou dores para nos trazer ao mundo, que nos alimentou, amamentou, cuidou e sustentou nossa vida nos momentos mais frágeis. Nossa própria existência começa no cuidado de uma mulher.
Como, então, pode existir ódio, agressão ou indiferença contra quem representa a origem da nossa vida e da vida de toda a sociedade? Respeitar mulheres não é favor, não é gentileza é princípio básico de humanidade e justiça.
Repudiar o feminicídio é dever coletivo. Isso passa por não normalizar agressões, não rir de desrespeito, não silenciar diante de sinais de violência e educar meninos e homens para o respeito, a empatia e a igualdade. Uma sociedade que não protege suas mulheres está falhando consigo mesma.
Que a indignação não seja só discurso, mas mudança real de atitude. Porque toda mulher merece viver com dignidade, segurança e liberdade. E porque a vida de uma mulher nunca pode ser tratada como algo descartável.
No canto do espelho quebrado, um peixe com asas azuis engole o som de uma música velha que vem do fundo d'água. Pingos de prata escorrem pelas teclas de um piano invisível, fiapos que não se encostam, mas cochicham coisas no escuro. Por que o relógio amolece nas mãos de outro relógio parado? Uma abelha de vidro voa entre nuvens de algodão doces, levando pó de lembranças que nunca existiram. O vento leva folhas de jornal velhas, letras misturadas como cartas num baralho sem jogo.
O poder do silêncio não está na ausência de palavras, mas na presença de consciência. Em um mundo onde todos querem falar ao mesmo tempo, silenciar se torna um ato de força. O silêncio organiza pensamentos, acalma emoções e evita respostas impulsivas que muitas vezes machucam mais do que resolvem. Quem entende o valor do silêncio aprende a observar antes de reagir e percebe que nem toda provocação merece resposta, que nem toda discussão precisa ser vencida. Às vezes, calar é proteger a própria paz, é escolher maturidade em vez de conflito. O silêncio também comunica, ele pode expressar decepção, reflexão, respeito ou até despedida, porque há sentimentos que as palavras não alcançam, mas o silêncio traduz com profundidade. Além disso, é no silêncio que encontramos a nós mesmos, escutamos nossos medos, organizamos sonhos e fortalecemos decisões. Enquanto o barulho externo distrai, o silêncio revela. O verdadeiro poder do silêncio está nisso: ele não grita, mas transforma, não impõe, mas ensina, e muitas vezes a resposta mais forte que alguém pode dar é simplesmente não dizer nada.
O WhatsApp, esse néctar digital que adoça o instante com um toque, revela-se veneno lento quando as mensagens não lidas se acumulam como fantasmas no bolso. Elas piscam como promessas de conexão, liberando dopamina — o prazer fugaz do cérebro viciado em recompensas instantâneas. No Brasil, onde quase todos os smartphones trocam mensagens diárias, esse ciclo vira prisão: ansiedade explode ao ver o "visto" sem resposta, corroendo laços que pareciam eternos. É o doce que paralisa, transformando amigos em sombras acusadoras. Acumular "não lidas" sinaliza esgotamento ou fobia digital — medo de más notícias, cobranças ou o peso de responder. Em relacionamentos, vira abismo: brigas por áudios longos ou silêncios interpretados como rejeição esfriam o afeto, piorando o que o app prometia aproximar. O veneno infiltra-se devagar, isolando na multidão conectada. Estabeleça limites: desative notificações à noite, priorize conversas reais. Psicólogos tratam isso como vício, ecoando dependência de smartphones. Viva além da tela.
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